terça-feira, 17 de maio de 2016

Excesso de turistas leva Tailândia a fechar ilha "indefinidamente"

Koh Tachai, a que chamam as "Maldivas da Tailândia", tem turistas a mais e o seu ecossistema está em risco, dizem as autoridades.

O elevado número de visitantes que estava a acorrer à ilha Koh Tachai, no mar de Andamão, estava a "prejudicar o seu ecossistema", anunciou Tunya Nethithammakul, director-geral do Departamento de Parques Nacionais e Conservação da Fauna e Flora da Tailândia, levando as autoridades a ordenar o encerramento do território ao turismo por tempo indeterminado.
A decisão foi tomada para defender, particularmente, os frágeis corais desta ilha situada a cerca de 137 quilómetros do centro turístico de Phuket, onde o lixo começou a incomodar e as águas começaram a mostrar-se contaminadas pelos combustíveis dos muitos barcos de passeio.  
O local estava destinado a receber "apenas algumas centenas de turistas por dia", disse o responsável, citado pela CNN. A “medida extrema do encerramento” daquela que é considerada uma das ilhas mais bonitas da Tailândia ocorre após a descoberta de "que, em certos pontos, havia quase duas mil pessoas em visita à ilha diariamente."  
A ilha, com praias de areia branca e águas translúcidas, é propagandeada pelos operadores turísticos como a "Maldivas da Tailândia", sendo apenas um santuário para visitar, já que não há hotéis e a maioria dos visitantes passa apenas parte do dia aqui.
No entanto, alguns operadores turísticos comercializavam ilegalmente viagens com estadia onde os hóspedes pernoitavam em tendas.
Desdramatizando ainda assim o encerramento, Nethithammakul comentou à CNN que, de qualquer modo, é apenas um fecho "mais prolongado" já que devido ao período da monção e para regeneração, todas as ilhas do parque nacional da região de Similan encerraram ao turismo até 15 de Outubro. Mas, no caso de Tachai, é mesmo sem data prevista de abertura.
"Não há outra solução senão fechar a ilha para permitir que a Natureza se recupere sem a interferência dos turistas", assinalou Nethithammakul, referindo, aponta a BBC, que quando a ilha reabrir ao turismo será sob medidas muito mais rigorosas.

Dois terços dos bilhetes de avião na União Europeia já são comprados na Internet

De acordo com informações hoje divulgadas pelo Eurostat, 67% dos passageiros de avião da União Europeia adquiriram os bilhetes para as suas viagens de avião na Internet.
Portugal está ligeiramente abaixo dessa média, com um total de 64,8% de passageiros de avião que compraram os seus bilhetes na Internet.
Na linha da frente neste tipo de utilização dos novas tecnologias de informação na compra dos bilhetes de avião estão a Finlândia (90%) e a Holanda (81%).
A percentagem de passageiros da União Europeia que compra os bilhetes das suas viagens através da Internet baixa para 52% no que respeita a deslocações de comboio e para 47% nos percursos por via marítimo-fluvial. Para viagens de autocarros, a percentagem é ainda mais baixa, de 22%. As reservas de alojamento na União Europeia feitas através da Internet atingiram uma média de 54,8%. Neste aspecto, Portugal está mais longe da média europeia, com uma percentagem de 20,2%.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

EasyJet apresenta ténis que indicam caminho a turistas

Quer uma forma inovadora de descobrir uma cidade? Calce os Sneakair, emparelhe-os com o telemóvel e esqueça os mapas. Testámos estes ténis inteligentes em Barcelona e o resultado final surpreendeu.

Gosta de viajar para descobrir cidades novas, mas detesta andar sempre de mapa na mão? Bem, a EasyJet pode ter a solução para si. A companhia aérea convocou um grupo restrito de órgãos de comunicação social europeus para apresentar em Barcelona os Sneakair, um protótipo de ténis inteligentes que indicam às pessoas quando devem virar para a direita ou esquerda. O objetivo da EasyJet é contribuir para que as pessoas possam desfrutar à vontade da cidade que estão a visitar em vez de estarem constantemente a consultar o mapa (seja ele em papel ou no telemóvel).
E como é que os Sneakair funcionam? Obviamente, o segredo não está nos ténis em si; está numa placa Arduino coberta por uma capa de 3 cm impressa em 3D e colocada na sola, que comunica por Bluetooth com o smartphone. A partir daqui, basta aceder à app desenvolvida pela EasyJet (que, neste momento, está otimizada para iPhone) para aceder a um GPS baseado no Google Maps e navegar até ao destino final escolhido pelo utilizador.
Ou seja, na prática, isto significa que o ténis do pé direito vai vibrar uma vez quando for necessário virar à direita e o do pé esquerdo vai vibrar igualmente uma vez quando for altura de virar à esquerda. Os dois pés a vibrar ao mesmo tempo duas vezes indicam que deixámos passar a saída correta e estamos no caminho errado, sendo que três vibrações significam que chegámos ao destino.
A Exame Informática teve oportunidade de fazer um pequeno teste com os Sneakair e a prestação foi imaculada. Contudo, alguns dos nossos colegas dos media internacionais não tiveram uma experiência tão bem sucedida. Durante e após a apresentação, a EasyJet vincou sempre a ideia de que estes ténis inteligentes são ainda um protótipo, pelo que, nesta fase, estão interessados em recolher o máximo de feedback e sugestões possíveis.
Mas o futuro pode ser diferente. Se tudo correr bem com esta experiência piloto – que está a decorrer em Barcelona, mas que pode vir a ser replicada em mais cidades –, a companhia aérea pensa vir a vender estes chips durante os seus voos, para ajudar quem está a viajar. E sim, será o chip e não os ténis. É que a EasyJet já está a olhar para o futuro desta tecnologia e a ideia passa por criar apenas um pequeno chip que poderá ser aplicado na palmilha de qualquer tipo de calçado, junto à planta do pé. E esse chip deverá ser alimentado por energia cinética, em vez de obrigar o utilizador a tirar a placa da sola e carregá-la por cabo como acontece agora (e o que só é suficiente para garantir uma autonomia de 3 horas).

Exame Informática

quinta-feira, 12 de maio de 2016

terça-feira, 10 de maio de 2016

TAP pondera cobrar refeições nos voos de médio curso


A hipótese de passar a cobrar estas refeições está a ser estudada

A TAP pondera passar a cobrar as refeições servidas nos voos de médio curso, confirmou à Lusa fonte oficial da companhia aérea, depois da informação ter sido dada numa formação a assistentes de bordo.
A informação de que, a partir de outubro, os passageiros da TAP em voos de médio curso (maioritariamente destinos europeus) vão passar a pagar as refeições servidas a bordo foi dada numa ação de formação, mas fonte oficial diz que ainda não está nada decidido.
"Não há qualquer decisão nesse sentido", disse à Lusa fonte oficial da companhia, admitindo que a hipótese está a ser estudada.
Em novembro, pouco depois de concretizada a compra da companhia, um dos novos donos da TAP David Neeleman apontou as companhias low cost como o maior desafio, revelando que o plano para a TAP passa por ter tarifas baixas para "quem quiser viajar atrás e mais apertado".

TAP vai ter serviços low-cost para concorrer com Easy Jet e Ryanair

Na prática, trata-se de uma maior segmentação, criando uma terceira "classe" mais económica, que se junta à económica e executiva. Nesse mesmo encontro com os trabalhadores, o empresário deu a conhecer a sua visão estratégica: "Vamos ter uma tarifa de 39 euros, mas o passageiro vai sentar-se atrás e pagar pela bagagem".
"Assim a TAP serve a todos: aos que querem pagar pouco e aos que não se importam de pagar mais, porque preferem viajar com melhores condições", acrescentou. Segundo o dono da companhia brasileira Azul, o segredo para concorrer com a easyJet e Ryanair é "flexibilizar" e apostar numa cultura de serviço para que os passageiros queiram voltar a voar com a TAP.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Modelo de negócio Airbnb permite discriminação racial, diz Harvard

As histórias de reservas de casas através da Airbnb, uma plataforma online de reserva de alojamentos, utilizada em mais de 191 países e cada vez mais popular em Portugal, variam entre críticas de utilizadores satisfeitos, alguns problemas e embora muito raros, já houve casos de investigação policial por queixas de violação. Agora, chega uma nova denúncia. Nos últimos dias, a hashtag #AirbnbWhileBlack tornou-se viral no Twitter. A acompanhar a hashtag, multiplicam-se os utilizadores que partilham as suas experiências de discriminação racial. E têm razão. Um estudo recente da Harvard Business School conclui que os utilizadores da Airbnb discriminam os utilizadores afro-americanos, escreve o jornal britânico The Guardian.
Conduzido durante o mês de Julho de 2015, com mais de 6,4 mil mensagens enviadas, o estudo aponta evidências de “discriminação contra os utilizadores afro-americanos à procura de alojamento”, por parte dos anfitriões. “O mercado online trazia consigo a esperança de terminar definitivamente com a discriminação”, ainda assim a análise publicada pela universidade norte-americana conclui que “no caso da Airbnb isso não se confirma”. O número de utilizadores negros a conseguirem alojamento é inferior em 8%, quando comparado a utilizadores brancos. Uma análise que mostra "resultados persistentes".
Nas redes sociais, os relatos dos utilizadores repetem-se. Um deles conta que, depois de ser rejeitado, criou um perfil falso, onde surge como um utilizador caucasiano e tentou a mesma reserva. Foi imediatamente aceite.
Segundo o estudo da Harvard, o problema reside no próprio design da aplicação, uma vez que, ao contrário de muitas outras plataformas de reserva de alojamento, a fotografia associada ao perfil de cada utilizador permite a discriminação com base na cor de pele.
Em declarações à CNN, David King, no cargo de director da Diversidade da Airbnb, reconhece a existência do problema e garante que estão a ser tomadas medidas. No entanto, alterar o design da aplicação, retirando a opção das fotografias de perfil não deverá ser uma opção, uma vez que “[as fotografias] são umas das ferramentas que permitem que os nossos utilizadores criam ligação”, explica.
Segundo Nancy Leong, uma professora de Direito da Universidade de Denver, a Airbnb, e outros modelos de negócio semelhantes, estão a transportar as negociações de um ambiente controlado e legal para um ambiente onde “a legalidade é no mínimo obscura”.
Ao jornal britânico, o porta-voz da empresa não respondeu quantas denúncias recebeu a empresa e quais serão as respostas ao problema.
No mesmo ano em que a polémica dos #OscarsSoWhite levantou críticas à Academia de Hollywood e às produtoras cinematográficas, a recente hashtag volta a trazer a segregação racial à agenda pública, meio século depois da assinatura da Lei dos Direitos Civis de 1964.

Jornal Público

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Os truques para comprar bilhetes de avião baratos

O Principal elemento a ter em conta é procurar viajar nas datas em que quase ninguém o faz. Dar preferência ao meio da semana e às épocas baixas, evitar os períodos de férias.
Para aqueles viajantes habituados a procurarem bilhetes de avião a preços de pechincha, estas sugestões estarão muito longe de ser novidade. Ainda assim, não deixa de ser surpreendente que tenham sido dadas por Tim Lyon, diretor-geral da gestão de receitas da American Airlines, responsável pelo estabelecimento do preço dos bilhetes da companhia norte americana.
A estratégia das transportadoras aéreas é “ter o máximo de receitas em cada voo, independentemente do custo”, afirmou. O problema que leva a que em certos casos os preços possam ser extremamente baixos, incrivelmente abaixo dos custos que envolvem, está relacionado com o facto de as companhias planearem os voos com meses de antecedência e não serem muito flexíveis no curto prazo, segundo explicou numa entrevista à Bloomberg. Depois, as companhias podem mudar os preços diversas vezes no mesmo dia, tendo em conta o nível de procura existente.
Ou seja, se um acontecimento inesperado levar a que a generalidade dos viajantes comece a cancelar as suas viagens para determinado destino, poderá ser essa a altura ideal para comprar um bilhete de avião para esse local.

Expresso

Turquia: Obtenção de Visto


Apesar de aspirar pertencer à União Europeia, algo que se calhar não se concretizará tão em breve, dada a "particular" situação geográfica que ocupa, e as muitas falhas ao nível dos direitos humanos, para viajar para a Turquia, continua a ser necessário para os cidadãos portugueses, obter um visto antecipado.
Se antes, à chegada à Turquia, era necessário recorrer a um guichet, para o pagamento do mesmo, agora é feito comodamente a partir da net. A morada é www.evisa.gov.tr e o custo para cidadãos nacionais é de 20 USD. O pagamento é feito obrigatoriamente por cartão de crédito, e instantaneamente é enviado o visto para o e-mail, que deve ser imprimido, para apresentar no aeroporto.
As autoridades aconselham a que o visto seja feito pelo menos com três dias de antecedência da chegada à Turquia e tem uma validade de 180 dias a partir da data de entrada indicada.

terça-feira, 3 de maio de 2016

A Casa dos Flintstones é portuguesa e fica na serra de Fafe

O Daily Mail ou a National Geographic foram alguns desses jornais e revistas que trouxeram esta casa, e a Serra de Fafe, para o mapa-mundi dos viajantes e curiosos. Chama-se Casa do Penedo, e situa-se em Várzea Cova, a apenas 12 km de Fafe. O lugar é bastante acessível, quer de carro (que se pode estacionar logo ao lado da casa), quer a pé, já que existe um trilho de Pequena Rota que passa mesmo ao lado.
A casa foi construída nos anos 70, como refúgio da vida citadina, e é toda feita em pedra, utilizando três grandes penedos de granito pré-existentes. Está situada numa zona que é facilmente acessível, mas que ao mesmo tempo é isolada, não tendo qualquer habitação perto. A casa está rodeada de aerogeradores para produção de energia eólica, muito comuns nas partes altas da Serra de Fafe, mas no seu interior não há electricidade, o que lhe dá um carácter ainda mais rústico (apesar de não se poder visitar o interior, uma vez que é propriedade privada).
Para além da curiosidade da Casa dos Flinstones, quem visita esta parte de Portugal, pode contar sempre com o contacto com a Natureza. A Serra de Fafe, juntamente com as serras vizinhas do Marão e Alvão, constituem um dos locais mais bonitos de Portugal para se explorar a pé. O trilho pedestre que passa pelo local chama-se Trilho do Vento e permite fazer uma caminhada de 14 km ao longo da Serra de Fafe, explorando as partes altas da serra e passando por aldeias típicas.

Sapo Viagens

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Casal das Caldas da Rainha está a dar a volta ao mundo, à boleia e de mochila às costas

Joana Oliveira (26 anos>), e Tiago Fidalgo (25), são casados, e tinham um sonho: conhecer novas culturas, realizando uma volta ao mundo à boleia e de mochila às costas.
“Casados e criados em Caldas da Rainha, depois de anos em comum nas mesmas escolinhas e liceu, ingressámos também na mesma faculdade e acabámos por nos conhecer do lado de lá do oceano – no Brasil! e assim começou uma linda e apaixonada história de amor”
No blogue “O Mundo na Mão”, todos os dias relatam os momentos mais marcantes desta viagem.
O lema de Joana e Tiago é: “O caminho, faz-se caminhando. Mentiríamos se disséssemos que é ‘só’ largar tudo e partir. Não é. Porque o ‘só’, é uma imensidão”, revelam.

A explicação para esta viagem é descrita no blogue desta forma:

“Dar a volta ao mundo parece um plano gigante, uma imensidão. Contudo, a nossa volta ao mundo é palpável, é um projeto sonhado, onde desejamos conhecer novos lugares, novas pessoas, novas culturas; com o intuito de aprender e crescer e, assim, compreender o mundo que nos rodeia. Será da mesma forma um momento de partilha entre nós, uma vivência que nos trará decerto alento para o futuro.
Queremos viajar, poupando e vivendo de acordo com o que faríamos no nosso país ou, se tudo correr bem, com um plafond ainda menor. Neste sentido, planeamos não gastar dinheiro com alojamento, refeições em restaurantes ou transportes extraurbanos. Clarificando, pretendemos dormir numa tenda (que adquirimos para o efeito, com uma dimensão adaptada), em casa de alguém, ou numa instituição local que amavelmente se disponha a hospedar-nos.
Faremos as nossas refeições em casa de quem nos hospede e comeremos o que pudermos comprar em supermercados ou, preferencialmente, nos mercados tradicionais. Por fim, sempre que possível, iremos deslocar-nos à boleia – o conceito de autostop bem conhecido, nomeadamente, nos anos 70 e 80”, contam.
Neste momento estão na Turquia.

Hiper FM

terça-feira, 19 de abril de 2016

Já conhece o aeroporto mais perigoso do mundo?

Se algum dia o seu destino passar pela vila de Lukla, no Nepal, fique a saber que o espera uma viagem em avionetas, turbulência à mistura e uma pista de aterragem que pode dar mais calafrios que uma viagem numa montanha russa.

Catmandu, a capital do Nepal, é separada de Lukla por uma viagem de cerca de 40 minutos. A viagem vai levá-lo para aquele que é “apenas” considerado o aeroporto mais perigoso do mundo, assegura a Condé Nast Traveler. Porquê? Vamos aos factos.
Foi apenas em 2001, que a pista de aterragem foi pavimentada, apesar de ter sido inaugurada na década de 1960 por Edmund Hillary.
O comprimento da pista é de cerca de 530 metros. Só para ter uma ideia, o aeroporto internacional da Madeira, no Funchal, tem 2.781 metros. No entanto, pode respirar fundo se pensar que se trata de uma avioneta e não de um avião a aterrar e a levantar voo neste aeroporto.
Outro ponto a ter em consideração é a elevação a que se encontra o aeroporto de Lukla que está a 9.500 pés de altitude (cerca de 2.900 metros). Assim, o que o espera no fim da pista é nada, nada menos do mais do que um desfiladeiro, o que pode dar-lhe sensações mais fortes do que andar numa montanha russa.
Mas, apesar de todos estes fatores, fique a saber que o aeroporto doméstico de Lukla é o mais movimentado do Nepal e para quem não imagina uma viagem ao país sem visitar o Monte Everest, esta é uma paragem obrigatória.

Por que não pode deixar de passar por Lukla

Com menos de 500 habitantes, Lukla é o ponto de partida para uma aventura que se chama Monte Everest, se o seu plano passar por uma caminhada de duas semanas até ao acampamento base do Everest, ou de 45 dias até ao ponto mais alto do mundo.
Se o Everest já for por si uma “montanha” de emoções, sempre tem como alternativa uma viagem de 11 horas de autocarro entre Catmandu e a cidade de Jiri e depois caminhar monte acima, durante cinco dias, até chegar a Lukla. Ou então, ter uma quantia simpática de reserva e alugar um helicóptero, o que não significa que a viagem seja menos angustiante.
No entanto, ainda de acordo com a Condé Nast Traveler, há uma série de fatores que podem ajudar a tranquilizá-lo em relação a esta viagem.
Mesmo com todos os riscos que se podem correr nesta pista, a verdade é que os acidentes raramente acontecem, sendo que o último foi registado em 2008, quando o piloto calculou mal o tempo de aterragem, causando a morte de todos a bordo, à exceção do próprio piloto.
É verdade que não há nenhuma torre de controlo a apoiar este aeroporto mas, de noite, por exemplo, não se efetuam voos para este local. Os pilotos têm de ser experientes e conhecer bem a área, seja em termos de perícia, seja em relação a condições meteorológicas. Se o tempo estiver favorável, a principal atividade do aeroporto é entre as 06h00 e as 9h00 da manhã. Se não, esperar três dias por um voo não é algo muito fora do comum.
Para chegar a Lukla, apenas algumas avionetas o podem fazer pois têm de ter certificação específica para as características deste aeroporto – aterragens curtas e descolagens rápidas – além de terem de ser comandadas por pilotos especialmente certificados, ou seja, não é qualquer um que pode operar nesta rota.
Se algum dia viajar para Lukla fique a saber que o custo médio para esta viagem ronda os 266 euros e a bagagem não pode ultrapassar os dez quilos por passageiro.
Apesar de ser considerado o aeroporto mais perigoso do mundo, a Condé Nast Traveler não deixa de referir que este deve também ser considerado um dos mais bonitos do mundo, uma vez que se encontra localizado entre os picos dos Himalaias, com uma paisagem de cortar a respiração.

Sapo Viagens

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Nova t-shirt revoluciona o mundo das viagens


Tem problemas em comunicar quando vai de viagem para um país desconhecido? Esta t-shirt com ícones universais vai ajudá-lo
Uma nova t-shirt com ícones universais está a revolucionar o mundo das viagens ao permitir uma comunicação fácil entre pessoas de línguas diferentes.
A IconSpeak , uma t-shirt impressa com 40 ícones universais, surgiu de uma ideia de três amigos suíços que tiveram problemas quando a mota de George avariou no Vietname, em 2013, numa viagem pela Ásia.
"Quando foi a última vez que esteve numa situação em que nenhuma língua que você domine ou linguagem gestual foi suficiente para conseguir o que queria? Tais situações fizeram-nos pensar sobre como superar as barreiras linguísticas com maior simplicidade, a nível global", disseram George, Steven e Florian.
Comunicar com a t-shirt é bastante fácil: basta apontar para o ícone desejado e a pessoa saberá de imediato aquilo a que se está a referir. Além das camisolas (curtas, compridas e sem mangas), foram criados chapéus e mochilas (com menos ícones) disponíveis no website e vendidos em vários países como a Suécia, Dinamarca, Nova Guiné e Estados Unidos.

Diário de Notícias

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Preço das Viagens: Istambul / Antalya e Antalya / Istambul

* Istambul - Antalya
* Antalya - Istambul 
- Viagem comprada na Edreams, em Março de 2016, para voo em Agosto de 2016 (5 meses de antecedência). 
- Viagem Turquish Airlines.
- Preço total: 125,86 € (Turquish Airlines  e comissão Edreams)

Preço das Viagens: Lisboa / Istambul e Istambul / Lisboa

* Lisboa - Istambul
* Istambul - Lisboa
- Viagem comprada na Edreams, em Março de 2016, para voo em Agosto de 2016 (5 meses de antecedência). 
- Viagem TAP Portugal, voo operado pela Turquish Airlines.
- Preço total: 331 € (TAP  e comissão Edreams)

Preços de Viagens

Ao longo dos anos, que temos viajado e procurado informações sobre viagens na net, uma das coisas que nos chama mais a atenção, é obviamente o preço das coisas, nomeadamente dos bilhetes de avião.
E regra geral, quando procuramos sobre um determinado destino em particular, vemos em outros sites / blogs preços que não conseguimos nem de perto encontrar. Tal, tem a ver muitas com a disponibilidade (ou falta dela) que possamos ter para determinadas datas, assim como os motores de busca que utilizamos. 
Ainda assim, vamos procurar sempre partilhar aqui os preços das nossas viagens, de forma a conseguirmos dicas e opiniões válidas sobre como as conseguir a melhor preço.

Aeroportos em Istambul

Quando começamos a definir com mais certeza o destino Turquia, e não querendo ir apenas a um lugar no país, sendo que Istambul era obrigatório, achamos importante procurar alguma informação sobre os aeroportos que servem Istambul. Algo que também já nos tinha chamado a atenção, era a diferença abismal de preços nas viagens internas na Turquia, para um ou outro dos dois aeroportos de Istambul.
Istambul tem dois aeroportos: o Aeroporto Internacional Atatürk (IST) e o Aeroporto Internacional Sabiha Gökçen (SAW). Ataturk é o maior aeroporto do país, fica a cerca de 25 km dos bairros turísticos de Istambul e é conectado à cidade através de transporte público. Já Sabiha fica a mais de 40 km da região central da cidade e só é acessível por shuttles e carros particulares.Se a distância dos dois do centro da cidade não é assim tão desproporcional, pelo que podemos ler a nível de acessos e preços, Ataturk é bem mais acessível, daí as viagens para o Sabiha serem muito mais em conta.
Se para quem tem tempo à farta ainda dá para fazer contas a ver a melhor possibilidade, quem vai com tempo contado, Ataturk acaba por se revelar a opção mais viável, mas isso depende sempre de cada um e também do local onde se irão hospedar, assim como horário de voos.



Qual o melhor transporte para de chegar e sair de Ataturk?
Isso depende sempre das suas necessidades, tempo e orçamento. O sistema público é bom, mas existem outras alternativas, como são táxi, que se forem em horas sem ser de ponta, acabam por nem ser tão fora de orçamento.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Transfers: Londres

Aquando da nossa estadia em Londres, e tendo pouco tempo na cidade e um orçamento bastante limitado, procuramos atempadamente definir como iríamos dos aeroportos para a cidade e vice-versa. Após muitas pesquisas, muitas opiniões contraditórias, acabamos por escolher a Easy Bus. A marcação através da internet, com recurso ao cartão de crédito, foi super fácil e rápida. Nada a apontar.
Chegamos a Londres por Gatwick, e facilmente chegamos ao ponto de embarque da Easy Bus. Fomos de Gatwick até Waterloo, serviço impecável, rápido, nada a apontar. Começava bem a experiência com esta empresa. 
No entanto, Londres servia-nos como escala e à noite precisávamos de apanhar novamente o Easy Bus, desta vez para Luton. Optamos por comprar o bilhete de Liverpool Street - Luton. Mas nada correu como esperávamos, longe disso. Numa primeira fase, muitas dificuldades para em Liverpool Street encontrar o local de embarque. Rua acima, rua abaixo, já com mais futuros companheiros de viagem na mesma luta, e nada. Após bastante tempo, e com a preciosa ajuda de um local, lá conseguimos perceber onde era a paragem. Como ficava em frente a um prédio em obras, nada a indicar, passava completamente despercebida. Não conseguimos perceber se tal facto se deveu às obras, ou se é mesmo assim. Mas ainda estavam a começar os nossos problemas. 
Há hora indicada, nada de carrinha da Easy Bus. Ainda meio na dúvida se era mesmo aquele o local de embarque, fomos esperando. Cada vez mais passageiros, alguns já a começarem a ficar atrasados e nada. E assim continuou, já com alguns passageiros completamente desesperados por já irem perder o voo, e passado umas boas horas, talvez mais de duas da hora indicada, lá apareceu a carrinha. Um tipo super descontraído, que facilmente colocou as culpas em ninguém, e os coitados dos passageiros perderam mesmo o voo, sem que certamente alguém assumi-se culpas no que se passou. Mas não se ficámos por aqui. À vinda novamente por Luton, o nosso avião atrasou, e chegados ao ponto de embarque, qual é o nosso espanto quando o motorista nos indica que o bilhete para o Easy Bus previamente comprado na net, já não seria válido. Coma particularidade do voo que se atrasou ser da Easy Jet, do mesmo grupo de Easy Bus. Parece que há uma tolerância, e o nosso voo atrasou mais que isso.  Resultado, com pressa para apanharmos o voo de regresso, toca a comprar novo bilhete, sem perguntar o preço, surpresa das surpresas, por ser comprado lá, muito mais caro. Há dias assim !!

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Islândia - Um pequeno balanço

* O que voltávamos a fazer:
- O aluguer da caravana: Foi sem dúvida a nossa decisão mais acertada no planeamento da viagem. Com ela, além de pouparmos uma boa fatia no orçamento, tivemos uma liberdade que não teríamos se tivéssemos hotéis e horas marcadas. É só encostar e descansar em plena natureza;

* O que teríamos feito de outra maneira:
- Levar um fato impermeável: Sem dúvida, uma das coisas que mais falta nos fez, para aproveitarmos mais em pleno a natureza, foi um fato impermeável, que nos permitiria uma maior aproximação a algumas cascatas. Como mau tempo, é um acessório bastante útil;
- Marcação da entrada da Blue Lagoon on-line. Por muito pouco não ficávamos sem conseguir entrar na Blue Lagoon, pois a lotação estava esgotada. É importante marcar com antecedência on-line;
- Mais dias: Foi manifestamente pouco tempo o que estivemos na Islândia. Não há volta a dar, que ser queira quer não, no mínimo uma semana;

Uma última chamada de atenção para uma situação que aconteceu connosco e por muito pouco não nos trouxe sérios problemas. Um de nós não se fazia acompanhar pelo passaporte e à entrada de regresso a Londres, a hospedeira informou-nos que possivelmente não poderíamos regressar a Londres, vindos da Islândia, sem passaporte. Após uma espera exasperante e já com o avião em espera, foi-nos finalmente comunicado, que poderíamos seguir. Não sabemos o que se estava a passar, se seria excesso de zelo desta senhora, mas tal situação poderia-nos trazer muitos transtornos. por isso, aconselhamos, a quem tenha passaporte que se faça acompanhar do mesmo.

Links de Sites que vos podem ser úteis:
- Blue Lagoon - Reservas on-line: www.bluelagoon.com
- Happy Campers - Aluguer de Caravanas: www.happycampers.is
- Reykjavik Excursions - Transfers para aeroporto e excursões: www.re.is


quinta-feira, 16 de julho de 2015

Transfers Reiquejavique - Aeroporto Internacional de Keflakiv


Se há chegada não foi preciso nos preocuparmos com os transfers, pois estes ficaram da responsabilidade da Happy Campers, empresa na qual tínhamos alugado a nossa caravana, no regresso tivemos necessidade de recorrer a uma empresa para a ida para o aeroporto. Após entregarmos a caravana, um funcionário da Happy Campers levou-nos ao nosso hostel na zona central da cidade, onde iríamos pernoitar. No dia seguinte, bem cedinha embarcaríamos para o aeroporto, rumo a Londres.
Mas ainda antes de sairmos de Portugal, fomos-se informando e o transfer que nos pareceu melhor foi o da Reykavik Excursions. No site deles, informam os horários dos transfers disponíveis, a partir da base deles na cidade, e caso tenhamos preferência, informam os locais de onde recolhem passageiros, mediante mais um pequeno pagamento. O nosso hostel, Reykjavik Downtown Hostel, estava incluído na lista, o que veio a calhar. Compramos o bilhete comodamente pela net, imprimos e à hora indicada, lá estavam eles. Depois de passarmos em mais alguns hosteis, levaram-nos à base deles, onde passamos para um autocarro maior, e seguimos rumo ao aeroporto. Tudo rápido, eficiente e sem qualquer stress. Autocarros super cómodos, com acesso grátis à net. Recomendamos este serviço.

Site da empresa: www.re.is

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Blue Lagoon - Grindavík (Islândia)


A Blue Lagoon é um lugar de visita obrigatório numa viagem à Islândia. É daqueles sítios que só se encontra naquele país, sendo extremamente popular entre os islandeses que, de férias e ao fim de semana, levam a família toda a banhar-se nas águas quentes (38ºC) da Blue Lagoon. O spa fica localizado em Grindavík, na Peninsula de Reykjanes, a cerca de 40 minutos de Reiquejavique e 20 minutos do aeroporto de Keflavík. Quer do aeroporto, quer da capital, o acesso é rápido e fácil.
Não sendo a única “piscina natural” de águas quentes na Islândia, há mais algumas espalhadas pelo país, esta é definitivamente a melhor e mais completa. Quando dizemos "piscina natural", isso implica um enorme e moderno complexo de spa, onde para além das piscinas, spas, tem também um hotel, bar e restaurante. O bar dentro de água é bastante útil, e o pacote básico inclui mesmo uma bebida.
Uma primeira chamada de atenção, é que devem fazer a reserva antecipadamente on-line. Nós não o fizemos e por muito pouco não ficamos sem ter acesso às piscinas. O complexo controla o número de entradas, de forma a não haver um número excessivo de pessoas dentro da piscina e a partir daí só entram pessoas conforme outras saíam ou caso exista um cancelamento de alguma reserva. No nosso caso, quando chegamos ao complexo, informaram-nos que já não haviam vagas, fomos colocados em lista de espera e só após o cancelamento de uma reserva (pura sorte), foi possível a nossa entrada, isto já depois de cerca de uma hora de espera. 
Após este percalço, escolhemos o pacote que pretendíamos, no nosso caso o pack básico, apenas com acesso à piscina. O pack deu ainda direito a uma bebida. Como fomos no verão, o preço foi de 40 €, no inverno é 33 €. Além disso, pode-se optar por alugar toalhas, roupões ou chinelos. A partir daqui, é nos colocada uma pulseira, que servirá para tudo, guardar a roupa nos cacifos, fazer o pagamento de bebidas / comida. No final, ao fazer o chek-out, é verificado se existem mais pagamentos a fazer.
Dentro de água, a temperatura é mesmo elevada (38ºC), e devem procurar correr todo o complexo, pois há zonas onde se acaba por ter água a temperaturas um pouco diferentes da média.  Há lugares onde a água está mais quente, zonas fundas ou mais rasas e vale a pena ver a paisagem de todos os ângulos. Os balneários são excelentes e têm tudo o que precisa: shampoo, gel e amaciador. 

Preço: 1 de Junho/ 31 de Agosto - 40 € // Fora este período - 33 €
Site para compra de bilhetes: www.bluelagoon.com/

Reykjavik Downtown Hostel - Reiquejavique (Islândia)

Tendo o regresso a Londres marcado para um vôo bastante madrugador, optamos por passar a última noite na Islândia na Capital Reiquejavique e assim estarmos a um pulinho do Aeroporto. Se a cidade é de reduzidas dimensões, tendo em conta outras capitais europeias, ainda assim pretendíamos uma estadia num local central, que não nos obrigasse a grandes deslocações e custos inerentes a isso.
Optamos por ficar no Reykjavik Downtown Hostel, bem na zona central da cidade e perto de tudo. Localizado em Vesturgate, o hostel cumpriu na totalidade o que pretendíamos. Bastava descermos alguns metros e estávamos em plena zona central da cidade, bem perto de tudo. Optamos por duas camas no dormitório de 10. Tudo impecável, pessoal super simpático e disposto a ajudar e perto de tudo o que pretendíamos ver. A nível do transferes depois para o aeroporto, também tudo funcionou na perfeição. Recomendamos.
Preço: Duas camas em Dormitório de 10 camas - 83,64 €
Endereço: Vesturgata 17, 101 Reykjavík, Islândia

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Vik - Islândia


Partindo de Selfoss, e seguindo pela nacional 1, Vik fica a cerca de 130 kms de distância. Apesar de ter apenas cerca de 300 habitantes, Vik é a maior cidade num raio de cerca de 70 km à sua volta. Apesar de pequenina, a cidade acaba por ter tudo o que é necessário a quem está de viagem, restaurantes, supermercados e bombas de gasolina. Foi ali mesmo que paramos para reabastecer de alimentos, a nossa "casa andante".

Uma das imagens de marca, para além da sua pitoresca igreja no cimo de uma enorme colina em frente ao mar, mas o que torna esta cidade especial, são as suas praias de areia preta. Sim, é mesmo areia preta, não rocha. 

Selfoss - Islândia

Saindo de Reiquejavique pela estrada 1, para Sul, em direcção a Vik, a cerca de 50 km de distância encontramos Selfoss. Com pouco mais de 6000 habitantes, Selfoss é o coração da zona urbana da região, e estende-se à costa de Olfusa.
Depois de termos saído de Reiqueajavique e feito o percurso do Ring Road, acabamos por ficar em Selfoss, antes de nos aventurarmos pelo Sul da Islândia. Como a nossa acomodação na Islândia era uma caravana, e não tendo estudado o suficiente os percursos, achamos que era sensato ficar numa zona mais urbana e com acesso rápido a bens alimentares e instalações sanitárias.
Só no outro dia, e quando começamos a explorar mais o Sul, percebemos que foi um erro. Poderíamos ter ido mais para Sul, pois junto de qualquer pequena cascata ou atracção, existem sempre instalações sanitárias e muita gente que acampam junto a elas.

Quanto à cidade em sim, e tendo em conta o contexto Islândia, acaba por ser uma cidade de consideráveis dimensões, com alguns hóteis e comércio. o ideal para fazermos algumas compras para abastecermos a nossa "casa andante".

domingo, 12 de julho de 2015

Golden Circle - Islândia

O Golden Circle é uma das rotas turísticas mais conhecidas da Islândia, na sua zona Sul e bem perto da sua capital Reiquejavique. Para quem tenha apenas uma curta estadia no país, esta é uma rota que certamente não vai querer perder, para mais é possível fazê-la em apenas um dia a partir da capital. Esta rota inclui algumas das atracções mais conhecidas da Islândia, com claro destaque para o Parque Nacional de Pingvellir, com as suas paisagens de cortar a respiração, as cataratas de Gulfoss e a região geo-termal de Haukadulur, com os seus conhecidos geysers.

Saindo de Reiqueajavique pela estrada nacional 36, chegamos facilmente ao Parque Nacional de Pingveller, uma zona património mundial da UNESCO  e de uma beleza ímpar. É nesta zona histórica que existia um antigo parlamento do país, saí ser também uma zona de importância simbólica para os islandeses. É uma zona que merece ser explorada calmamente, pois em cada recanto, há uma paisagem nova de cortar a respiração.

Seguindo pelas estradas 365 e 37, chegamos a uma outra maravilha desta fascinante ilha, os geysers Geysir e Strokkur. É de facto um fenómeno interessante e diferente, com a terra a libertar enormes quantidades de vapor, e com o Strokkur a ter erupções a cada 10 minutos e que levam a água a uma altura superior a 20 metros. É algo de facto que merece ser visto e que prende a atenção de todos os turistas.

Seguindo na Rota do Golden Circle, pela estrada 35, chegámos a Gulfoss, as maiores e mais famosas cataratas da Islândia. E a força da água naquela zona é de facto uma coisa impressionante, mas o facto de não termos vestuário adequado (uma fato impermeável), limitou-nos um pouco a aproximação a esta cascata, mas ainda assim, algo de facto a não perder.

sábado, 11 de julho de 2015

Islândia - A Terra do fogo e do gelo

A viagem à Islândia há muito que assumia a prioridade na nossa lista de lugares a visitar. Conjugados vários factores, finalmente em Julho de 2015, foi possível visitarmos esta maravilhosa ilha, ainda que limitados pelo pouco tempo disponível, que contas feitas seria apenas 3 dias e meio. Ainda assim, esquecemos essa limitação e procuramos, dentro do possível, estabelecer um plano para conseguirmos ver o máximo deste tão fascinante país. Muito ficou para ver, em nenhum momento tivemos dúvidas disso, mas ainda assim, muito também foi visto.
Chegamos ao Aeroporto Internacional de Keflakiv vindos de Lutton, bem cedinho, e à nossa espera já tínhamos um funcionário da empresa Happy Campers, para nos fazer o transfer até Reiquejavique, onde iríamos buscar a nossa caravana, que iria ser uma fiel companheira nestes dias. Viagem rápida e tranquila e em cerca de 1 hora, estávamos nas instalações da empresa. Depois de todo o processo burocrático, estávamos prontos para finalmente começar a explorar a ilha.
Para este primeiro dia, definimos como alvo explorar o famoso Golden Circle e assim foi. Paisagens fantásticas, que a todo o momento nos deslumbravam e nos puxavam para fora da caravana, para conseguirmos a melhor foto. Começamos pelas paisagens exuberantes do Parque Nacional de Pingveller, seguindo depois para os geysers e as cataratas de Gulfoss. Para além destas zonas mais referenciadas, eram muitas as paisagens que nos deixavam completamente esmagados, perante a beleza da natureza. Cansados da viagem da noite anterior, onde o pouco que dormimos foi em pleno Aeroporto de Lutton, optamos por passar a noite na cidade de Selfoss, retomando no outro dia a nacional 1, mais para Sul.
Ao 2ºdia, o nosso plano era tentar explorar ao máximo a nacional 1, tentando ir o máximo que conseguíssemos para este, na certeza de que à noite teríamos que fazer o percurso inverso, rumo à capital. Na teoria, pensávamos conseguir chegar a Hofn, o que não se veio a concretizar. A estrada nacional 1, é uma completa caixinha de surpresas e a qualquer momento deparamos com um lugar / paisagem que nos deslumbra e nos desvia do nosso caminho. Foi assim ao longo de todo o dia, e apesar do plano inicial ser chegar a Hofn, o melhor que conseguimos fazer foi chegar a cerca de 150 kms depois de Vik e optar pelo regresso a Reiquejavique, mas com a certeza que um dia vamos retomar aquela estrada. Até aí, foram paisagens fantásticas que podemos usufruir, onde a natureza nos mostrou todo o seu esplendor. Islândia é no fundo isto mesmo, Natureza.
De regresso à capital, para no outro dia de manhã (o último completo), podermos usufruir da manhã na Blue Lagoon e a tarde na capital. Assim foi. A Blue Lagoon foi o que esperávamos, uma experiência diferente e a oportunidade de algum descanso. De regresso a Reiqueajavique, oportunidade para finalmente explorarmos a cidade na sua plenitude. É na verdade, uma cidade pequena, acolhedora, mas sem muitas atracções para ver. É nas suas ruas, nas suas pequenas lojas que se sente um pouco o modo de viver mais urbano islandês, mas para quem vinha da Islândia na sua essência, na sua natureza exuberante, Reiqueajavique sabe a pouco....

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Islândia: Aluguer da Caravana

Depois de alguma pesquisa em sites e blogs de viagens, chegamos a esta empresa de alugueres de caravanas em Reiquejavique. Através do seu site, fizemos a marcação e de imediato recebemos um mail de confirmação. Foi necessário deixar o número de cartão de crédito, para eles se certificarem da autenticidade da marcação, mas só se procedeu ao pagamento in-loco.
Indicamos também o número de vôo e hora de chegada e pontuais, lá estavam eles no aeroporto internacional de Keflakiv para nos fazerem o pick-up gratuito até às suas instalações. Aí, num processo rápido, tratamos da papelada, e em poucos minutos estávamos na estrada. Deixamos apenas algumas chamadas de atenção:

- Não aconteceu connosco, mas em muitos fóruns de viagens, já vimos algumas chamadas de atenção para se ter muita atenção no momento em que se levanta a caravana, pois muitas vezes estas empresas abusam e exigem pagamentos de incidências que já existiam nas viaturas. Connosco, demos conta pouco antes de entregarmos o carro, de que este estava na parte da frente com bastantes "picadas" de pedras. Não demos por ela na altura de requisitar a viatura, nem demos por nada ao longo dos dias que estivemos com ela. No entanto, na altura da entrega, também não nos disseram nada, possivelmente já estavam lá;

- Quando fizemos a marcação pelo site, demos o número do cartão de crédito, e o nome do seu proprietário. Quando fomos a levantar a viatura, informaram-nos que só essa pessoa poderia conduzir o carro, mais ninguém. Se quiséssemos acrescentar mais um condutor, teríamos que pagar uma quantia extra. Optamos por não o fazer e arriscarmos, com os dois a conduzirmos e sem termos qualquer problema;

- O mínimo de dias de aluguer são três. Mesmo que o cliente só tenha necessidade de usar dois dias, tem sempre que pagar três, o que não deixa de ser inconveniente em alguns casos;

- Quando forem levantar a caravana, vão-se aperceber que vão precisar de alguns utensílios extra e que eles alugam lá. Tipo GPS, mais cobertores, grelhador e por aí. Prepararem-se para mais uns extras no orçamento;

- A nossa caravana era a mais básica que eles ofereciam, mas o suficiente para o que precisávamos. Para mais pessoas, e bolsas maiores, existem uma grande diversidade de oferta.

- Para finalizar, a nível de trasnfers, serviço impecável. Apanharam-nos no Aeroporto Internacional de Kefakiv e depois deixaram-nos bem junto do nosso hostel na capital. Impecáveis.

- Um serviço a repetir;

Site para Reservas - www.happycampers.is/

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Islândia: A preparação da viagem - 12 a 16 de Julho de 2015



Apesar de ser dos países do mundo que regista maior aumento nas taxas de turismo, a Islândia continua a ser um caso de um país muito particular e onde uma série de coisas têm que ser muito bem analisadas, na fase da preparação da viagem.
A Islândia é no fundo um enorme parque natural, pautada aqui e ali por pequenas cidades, onde felizmente ainda não há um turismo de massas, com as consequências que daí advém, como é o caso da pouca oferta de alojamento fora da capital. 
Outra das coisas tem com tem a ver com o clima extremo do país, pelo que da nossa parte seria fácil decidir a época em que pretendíamos ir, a época alta, Julho mais concretamente. Decidida a altura do ano, e optando por viajarmos pela Easy Jet a partir de Londres, um outro problema nos surgiu, quantos dias no país? O nosso orçamento era curto, para mais num país extremamente caro, e a disponibilidades de dias muito pouca, e apesar de termos a noção que iríamos perder muita coisa, optamos por só estar na Islândia três dias completos. Conclusão: deu para ver o que pretendíamos, mas mentiríamos se não disséssemos que ficou muito por ver. Pela experiência que tivemos, nunca menos de uma semana no país.
Decididos os dias, tratamos de fazer um esboço do que queríamos fazer, as zonas onde pretendíamos estar e ai surgiu-nos um outro problema. A oferta hoteleira no país (fora da capital) é escassa e cara. Quando começávamos a planear um roteiro, barrávamos sempre com a questão de arranjar um hotel na zona, saber a que horas chegaríamos lá e tudo o mais. Começaram-nos a aparecer muitas limitações e começamos a ver que os hotéis poderiam em muito ser uma condicionante para a liberdade de improviso que queríamos ter nesta viagem. A somar a isto, iríamos também precisar de alugar um carro, o que somado à estadia, iria fazer disparar o nosso orçamento. De repente apareceu-nos a solução, que resolveria facilmente estes dois problemas: alugar uma caravana. E assim foi, naquela que foi das nossas melhores decisões nesta viagem. Ganhamos em preço, ganhamos em liberdade...

Depois de alguma consulta, acabamos por alugar uma caravana no site Happy Campers. Marcação pelo site, pagamento através de cartão de crédito, confirmação rápida através de e-mail. Tudo ***** estrelas. Faltava-nos apenas escolher um hotel para passarmos a última noite na capital, pois o vôo de regresso era madrugador. Optamos pelo Downtown Hostel, bem localizado, na zona central de Reiquejavique. A partir daqui, viagens datas definidas, vôos marcados, caravana alugada, hotel para a última noite marcado, transfers programados, era altura de definirmos como iríamos aproveitar ao máximo estes três dias....
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