Mostrar mensagens com a etiqueta On Tour (Selfoss). Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta On Tour (Selfoss). Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Selfoss - Islândia

Saindo de Reiquejavique pela estrada 1, para Sul, em direcção a Vik, a cerca de 50 km de distância encontramos Selfoss. Com pouco mais de 6000 habitantes, Selfoss é o coração da zona urbana da região, e estende-se à costa de Olfusa.
Depois de termos saído de Reiqueajavique e feito o percurso do Ring Road, acabamos por ficar em Selfoss, antes de nos aventurarmos pelo Sul da Islândia. Como a nossa acomodação na Islândia era uma caravana, e não tendo estudado o suficiente os percursos, achamos que era sensato ficar numa zona mais urbana e com acesso rápido a bens alimentares e instalações sanitárias.
Só no outro dia, e quando começamos a explorar mais o Sul, percebemos que foi um erro. Poderíamos ter ido mais para Sul, pois junto de qualquer pequena cascata ou atracção, existem sempre instalações sanitárias e muita gente que acampam junto a elas.

Quanto à cidade em sim, e tendo em conta o contexto Islândia, acaba por ser uma cidade de consideráveis dimensões, com alguns hóteis e comércio. o ideal para fazermos algumas compras para abastecermos a nossa "casa andante".

sábado, 11 de julho de 2015

Islândia - A Terra do fogo e do gelo

A viagem à Islândia há muito que assumia a prioridade na nossa lista de lugares a visitar. Conjugados vários factores, finalmente em Julho de 2015, foi possível visitarmos esta maravilhosa ilha, ainda que limitados pelo pouco tempo disponível, que contas feitas seria apenas 3 dias e meio. Ainda assim, esquecemos essa limitação e procuramos, dentro do possível, estabelecer um plano para conseguirmos ver o máximo deste tão fascinante país. Muito ficou para ver, em nenhum momento tivemos dúvidas disso, mas ainda assim, muito também foi visto.
Chegamos ao Aeroporto Internacional de Keflakiv vindos de Lutton, bem cedinho, e à nossa espera já tínhamos um funcionário da empresa Happy Campers, para nos fazer o transfer até Reiquejavique, onde iríamos buscar a nossa caravana, que iria ser uma fiel companheira nestes dias. Viagem rápida e tranquila e em cerca de 1 hora, estávamos nas instalações da empresa. Depois de todo o processo burocrático, estávamos prontos para finalmente começar a explorar a ilha.
Para este primeiro dia, definimos como alvo explorar o famoso Golden Circle e assim foi. Paisagens fantásticas, que a todo o momento nos deslumbravam e nos puxavam para fora da caravana, para conseguirmos a melhor foto. Começamos pelas paisagens exuberantes do Parque Nacional de Pingveller, seguindo depois para os geysers e as cataratas de Gulfoss. Para além destas zonas mais referenciadas, eram muitas as paisagens que nos deixavam completamente esmagados, perante a beleza da natureza. Cansados da viagem da noite anterior, onde o pouco que dormimos foi em pleno Aeroporto de Lutton, optamos por passar a noite na cidade de Selfoss, retomando no outro dia a nacional 1, mais para Sul.
Ao 2ºdia, o nosso plano era tentar explorar ao máximo a nacional 1, tentando ir o máximo que conseguíssemos para este, na certeza de que à noite teríamos que fazer o percurso inverso, rumo à capital. Na teoria, pensávamos conseguir chegar a Hofn, o que não se veio a concretizar. A estrada nacional 1, é uma completa caixinha de surpresas e a qualquer momento deparamos com um lugar / paisagem que nos deslumbra e nos desvia do nosso caminho. Foi assim ao longo de todo o dia, e apesar do plano inicial ser chegar a Hofn, o melhor que conseguimos fazer foi chegar a cerca de 150 kms depois de Vik e optar pelo regresso a Reiquejavique, mas com a certeza que um dia vamos retomar aquela estrada. Até aí, foram paisagens fantásticas que podemos usufruir, onde a natureza nos mostrou todo o seu esplendor. Islândia é no fundo isto mesmo, Natureza.
De regresso à capital, para no outro dia de manhã (o último completo), podermos usufruir da manhã na Blue Lagoon e a tarde na capital. Assim foi. A Blue Lagoon foi o que esperávamos, uma experiência diferente e a oportunidade de algum descanso. De regresso a Reiqueajavique, oportunidade para finalmente explorarmos a cidade na sua plenitude. É na verdade, uma cidade pequena, acolhedora, mas sem muitas atracções para ver. É nas suas ruas, nas suas pequenas lojas que se sente um pouco o modo de viver mais urbano islandês, mas para quem vinha da Islândia na sua essência, na sua natureza exuberante, Reiqueajavique sabe a pouco....

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Islândia: A preparação da viagem - 12 a 16 de Julho de 2015



Apesar de ser dos países do mundo que regista maior aumento nas taxas de turismo, a Islândia continua a ser um caso de um país muito particular e onde uma série de coisas têm que ser muito bem analisadas, na fase da preparação da viagem.
A Islândia é no fundo um enorme parque natural, pautada aqui e ali por pequenas cidades, onde felizmente ainda não há um turismo de massas, com as consequências que daí advém, como é o caso da pouca oferta de alojamento fora da capital. 
Outra das coisas tem com tem a ver com o clima extremo do país, pelo que da nossa parte seria fácil decidir a época em que pretendíamos ir, a época alta, Julho mais concretamente. Decidida a altura do ano, e optando por viajarmos pela Easy Jet a partir de Londres, um outro problema nos surgiu, quantos dias no país? O nosso orçamento era curto, para mais num país extremamente caro, e a disponibilidades de dias muito pouca, e apesar de termos a noção que iríamos perder muita coisa, optamos por só estar na Islândia três dias completos. Conclusão: deu para ver o que pretendíamos, mas mentiríamos se não disséssemos que ficou muito por ver. Pela experiência que tivemos, nunca menos de uma semana no país.
Decididos os dias, tratamos de fazer um esboço do que queríamos fazer, as zonas onde pretendíamos estar e ai surgiu-nos um outro problema. A oferta hoteleira no país (fora da capital) é escassa e cara. Quando começávamos a planear um roteiro, barrávamos sempre com a questão de arranjar um hotel na zona, saber a que horas chegaríamos lá e tudo o mais. Começaram-nos a aparecer muitas limitações e começamos a ver que os hotéis poderiam em muito ser uma condicionante para a liberdade de improviso que queríamos ter nesta viagem. A somar a isto, iríamos também precisar de alugar um carro, o que somado à estadia, iria fazer disparar o nosso orçamento. De repente apareceu-nos a solução, que resolveria facilmente estes dois problemas: alugar uma caravana. E assim foi, naquela que foi das nossas melhores decisões nesta viagem. Ganhamos em preço, ganhamos em liberdade...

Depois de alguma consulta, acabamos por alugar uma caravana no site Happy Campers. Marcação pelo site, pagamento através de cartão de crédito, confirmação rápida através de e-mail. Tudo ***** estrelas. Faltava-nos apenas escolher um hotel para passarmos a última noite na capital, pois o vôo de regresso era madrugador. Optamos pelo Downtown Hostel, bem localizado, na zona central de Reiquejavique. A partir daqui, viagens datas definidas, vôos marcados, caravana alugada, hotel para a última noite marcado, transfers programados, era altura de definirmos como iríamos aproveitar ao máximo estes três dias....
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...