quinta-feira, 27 de julho de 2017
terça-feira, 11 de julho de 2017
Air France cria pastilhas especiais para aliviar dores de ouvidos
Foram lançadas a 6 de julho e já estão a ser distribuídas em alguns voos da companhia. Fazem o mesmo efeito que todas as outras, mas com sabores especiais.
Há várias razões para acharmos as viagens de avião desconfortáveis: ou porque temos medo e não nos sentimos seguros a voar por cima de oceanos sem fim dentro de uma peça de metal; porque o espaço é pequeno e claustrofóbico; ou porque as dores e estalos nos ouvidos provocados pela pressão atmosférica incomodam durante toda a viagem.
Sabendo disto e querendo destacar-se das restantes companhias, a Air France criou uma pastilha para combater o zumbido e aliviar a pressão que sentimos durante o voo. Sim, é apenas uma pastilha elástica, porém é também especial já que os sabores são únicos, originais e tipicamente franceses: macaron de pistácio e leite creme (ou crème brûlée)
A pastilha foi criada em conjunto com a agência BETC e segundo a Air France encarna o “prazer à la française”.
Desde que foi lançada a 6 de julho está a ser distribuída antes das descolagem dos voos entre Paris, Los Angeles e São Francisco, mas também nos salões da Air France nos aeroportos de Paris, no Air France Shopping e na loja Colette.
Se ficou ficou com água na boca para experimentar estas pastilhas, e não está a pensar voar tão cedo com esta companhia aérea, pode encomendar os dois sabores a partir do site da Air France por 3.50€.
sábado, 8 de julho de 2017
Preço das Viagens: Lisboa - Amesterdão e Amesterdão - Lisboa
* Lisboa - Amesterdão e Amesterdão - Lisboa
- Comprada no site da TAP, com pagamento por multibanco;
- Comprada em Julho de 2017, para viajar em Março/Abril de 2018;
- Preço 136,44 €
- Comprada no site da TAP, com pagamento por multibanco;
- Comprada em Julho de 2017, para viajar em Março/Abril de 2018;
- Preço 136,44 €
quarta-feira, 14 de junho de 2017
Os barcos da Uber chegaram à Croácia e vão facilitar as suas viagens
A Croácia tem 1244 ilhas e mais de 1600 quilómetros de costa, por isso explorá-la de barco pode ser uma aventura inesquecível.
A Uber, aplicação para smartphone que liga pessoas que se querem deslocar na cidade a motoristas disponíveis para as levar onde pretendem ir, anunciou um novo serviço que estará disponível na Croácia já este verão – a UberBoat.
A partir de 26 de junho, vai poder visitar a Croácia de uma forma mais simples. A UberBOAT servirá os principais locais de Split, Hvar e Dubrovnik, permitindo que as pessoas possam requisitar barcos de dois tipos para serem levadas de um lugar para outro: um leva até oito pessoas e o outro, o UberBoatxl leva até 12 passageiros. Com este último, poderá fazer uma viagem de meio dia ou de dia inteiro e visitar as ilhas mais próximas. O preço será determinado consoante os quilómetros e combustível, mas uma viagem de um dia ficará mais ou menos em 980 euros.
É muito fácil usufruir deste serviço: basta escolher o destino na aplicação e optar pelo UberBoat ou pelo UberBoatxl. Depois, será atribuído um local de recolha próximo de onde se encontrar e ainda um comandante. Quando lá chegar, terá direito a garrafas de água e coletes salva-vidas.
Revista Volta ao Mundo
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quinta-feira, 4 de maio de 2017
SATA tem passe aéreo para visitar todas as ilhas dos Açores
SATA tem tarifa que funciona como passe para visitar as ilhas dos Açores: 3 ilhas por mais de 24 horas e as que se quiser por menos de 24 horas
Chama-se Air Pass e é, como o nome indica, uma tarifa especial que funciona como um passe aéreo. A criação é da SATA, a companhia aérea regional, que pretende colocar os passageiros a conhecerem quantas ilhas açorianas quiserem. Na prática, os passageiros que adquiram um bilhete através do Air Pass ficam habilitados a fazer três paragens superiores a 24 horas em qualquer aeroporto dos Açores e paragens ilimitadas em qualquer aeroporto desde que não se ultrapassem 24 horas entre a chegada e a partida.
O bilhete Air Pass não é acessível a residentes nas ilhas, nem a passageiros que tenham conexões com bilhetes charter. Quem viajar sob este regime pode levar uma bagagem de porão até 23 quilos.
Dinheiro Vivo
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quarta-feira, 26 de abril de 2017
Eco-Parque Sensorial da Pia do Urso (Batalha)
A escassos 12 km de Fátima, através da Estrada Nacional 356 que liga à Batalha, o Eco-Parque Sensorial da Pia do Urso é uma das atracções turísticas da região Fátima / Batalha. Trata-se de uma aldeia típica serrana, cujas habitações em pedra e madeira, integram-se na paisagem deslumbrante da serra de São Mamede.
Aqui foi instalado o Eco-Parque Sensorial da Pia do Urso destinado a invisuais, constituindo um conceito inovador que pretende levar a essas pessoas a possibilidade da apreensão do meio envolvente que os rodeia utilizando, para o efeito, os restantes sentidos, particularmente o tacto e o olfacto.
Situado numa encruzilhada de vias romanas das quais se salienta a que ligava a Olissipo (Lisboa) e Collipo (Batalha/Leiria), por aqui passaram em 1385 os exércitos chefiados por D. Nuno Álvares Pereira, provenientes de Ourém a caminho de Aljubarrota e, quinhentos anos mais tarde, as tropas invasoras de Napoleão Bonaparte que deixaram um rasto de destruição e mortandade.
O lugar da Pia do Urso é pródigo em lendas de entre as quais se salienta a que procura explicar a origem do topónimo, segundo a qual, em tempos recuados, um urso que vivia naquelas serranias tinha por hábito ir beber a uma pia originada da formação rochosa existente no local e que ainda hoje se encontra assinalada. Pese embora a explicação não se encontrar historicamente fundamentada, existe sempre algo de verdadeiro na descrição lendária, sendo certo que tendo o urso outrora habitado o nosso país, a espécie apenas veio a ser extinta por volta do século XVIII, apenas sobrevivendo na Península Ibérica alguns exemplares na região das Astúrias.
O lugar da Pia do Urso é pródigo em lendas de entre as quais se salienta a que procura explicar a origem do topónimo, segundo a qual, em tempos recuados, um urso que vivia naquelas serranias tinha por hábito ir beber a uma pia originada da formação rochosa existente no local e que ainda hoje se encontra assinalada. Pese embora a explicação não se encontrar historicamente fundamentada, existe sempre algo de verdadeiro na descrição lendária, sendo certo que tendo o urso outrora habitado o nosso país, a espécie apenas veio a ser extinta por volta do século XVIII, apenas sobrevivendo na Península Ibérica alguns exemplares na região das Astúrias.
sexta-feira, 17 de março de 2017
Islândia vai controlar entrada de turistas para não ser "vítima do próprio sucesso"
O país nórdico que saiu da crise com recordes de crescimento quer lidar com o "boom" turístico que, segundo o Governo, ameaça a sustentabilidade de alguns locais. A solução pode estar no aumento ou criação de novas taxas para o turismo.
A Islândia já não é um destino barato para os turistas que a visitam. Mas pode ficar mais caro brevemente, se o Governo levar em diante o seu plano para lidar com o "boom" turístico que ameaça a sustentabilidade de alguns dos tesouros naturais que atraem os visitantes estrangeiros.
Com cerca de 340 mil habitantes, este país nórdico deverá receber mais de 2 milhões de turistas este ano, um número que, segundo o Governo, poderá pôr em causa a manutenção de alguns dos locais mais populares do país, como o lago glacial Jökulsárlón e a famosa Lagoa Azul. A solução? Limitar o acesso a esses locais, ou criar novos impostos para o sector do turismo. Ou ambas.
"O sector e todos nós temos de ter cuidado para não nos tornarmos vítimas do nosso próprio sucesso", afirmou a ministra do Turismo Thordis Kolbrun Reykfjord Gylfadottir, numa entrevista em Reiquiavique citada pela Bloomberg.
Segundo estimativas referidas pela agência noticiosa, o pequeno país nórdico deverá ser o destino de mais de 2,3 milhões de visitantes este ano, um número que compara com apenas 490 mil em 2011, e que tem sido impulsionado pela descida da moeda e pela escolha do país para a filmagem de cenas da série televisiva Games of Thrones.
Para lidar com esta escalada, a ministra pede aos colegas do Governo e à indústria do turismo que sejam "corajosos".
"Algumas áreas não podem simplesmente receber um milhão de visitantes por ano", argumenta a ministra. "Se permitirmos mais pessoas em alguns locais, estaremos a perder o que os torna especiais - pérolas únicas da natureza que fazem parte da nossa imagem e do que estamos a vender".
Há várias opções em cima da mesa. Entre elas obrigar as companhias de autocarros e operadores turísticos a comprar uma licença especial ou aumentar a actual taxa turística aplicada sobre as dormidas.
Segundo dados do Ministério do Turismo, citados pela Bloomberg, esta taxa rendeu 400 milhões de coroas (cerca de 3,4 milhões de euros) em 2016, valor que deverá subir para 1,2 mil milhões de coroas (cerca de 10,2 milhões de euros) este ano.
O dinheiro proveniente do aumento dos impostos ou das novas taxas seria usado para melhorar as infraestruturas e instalações. "Quando falamos em cobrar pelo acesso, para mim isso tem mais a ver com controlar o número de pessoas que entram em determinados sítios – o que precisamos mesmo de fazer", explicou a ministra. "mas também temos de garantir que os turistas que vêm aqui têm uma experiência positiva durante a sua estadia".
O turismo, a par com as exportações de peixe e a indústria de alumínio, é uma das maiores fontes de receitas do país que, em 2008, assistiu à falência dos três maiores bancos do país (Glitnir, Landsbanki e Kaupthing).
O colapso do sistema bancário arrancou mais de 10% da riqueza da Islândia em apenas dois anos e mais do que duplicou a taxa de desemprego para o nível recorde de 11,9%.
No entanto, a Islândia foi um dos países europeus que mais depressa sacudiu a poeira da crise, tendo a economia regressado ao crescimento em 2011.
No ano passado, a Islândia cresceu 7,2% (no último trimestre cresceu 11,3%) e o desemprego desceu para cerca de 3%.
Rita Faria - Jornal de Negócios
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quinta-feira, 2 de março de 2017
Ponte Filipina - Pedrógão Pequeno
A Ponte Filipina de Pedrógão Pequeno foi construída no século XVII, na altura da coroa ibérica. A data provável para a sua edificação, será entre o período de 1607-1610, e teve como objectivo substituir uma outra pré-existente e que era de origem romana.
A ponte é formada por três grandes arcos, em cantaria e a curiosidade é que a íngreme estrada de acesso só foi construída em 1860, pelo que anteriormente o acesso só se fazia pé ou a cavalo. Quer de um lado quer do outro da ponte, tem cerca de 1,5 km de estrada calcetada, naquela que era, até à construção da Barragem do Cabril, a estrada que ligava a Beira Baixa à Beira Litoral.
A partir de Pedrógão Pequeno é fácil chegar à ponte, mas há que ter cuidado em não tentar ir com o carro muito para baixo, o que pode causar algumas dificuldades depois na hora do regresso. Foi precisamente isso que nos aconteceu na primeira vez que visitamos o lugar, pelo que agora optamos por fazer todo o trilho a pé, e apesar do declive, é sempre um passeio fantástico, rodeado de fantásticas paisagens.
Aldeias do Xisto: Casal de São Simão
Cinco anos depois, voltámos à pequena aldeia de Casal de São Simão, uma pequena e simpática aldeia, situada no concelho de Figueiró dos Vinhos (Leiria) e que pertence à rede das Aldeias do Xisto.
De fácil acesso a partir do IC8, Casal de São Simão não é uma aldeia muito grande, na verdade praticamente apenas tem uma rua, mas é de facto uma aldeia acolhedora, de uma beleza ímpar. Para além das casas particulares, existe também um restaurante, onde se poderá degustar, com as mais variadas delícias regionais. E se isso não bastasse, acrescentar ainda que bem pertinho, junto à encosta desta aldeia, situam-se as Fragas de São Simão, um outro local a merecer uma visita atenta.
Fragas de São Simão - Figueiró dos Vinhos
Da primeira vez que exploramos esta zona, em 2011, tínhamos cometido o erro de ir apenas a aldeia de xisto de Casal de São Simão e por desconhecimento ou desinteresse, não tínhamos ido às Fragas de São Simão. Desta vez emendamos o erro. Saindo de Casal de São Simão, e já depois de termos oportunidade de ter uma vista maravilhosa num miradouro que está bem junto à estrada, descendo mais alguns kms, chega-se às Fragas de São Simão. Facilmente se sabe onde está, pelo intenso barulho que a água faz a bater nas rochas.
E é de facto um sítio bastante agradável, onde a natureza atinge toda a sua plenitude. No meio do emaranhado de vegetação, corre a Ribeira de Alge, que mais à frente se juntará ao Zêzere. A água é de uma limpeza inacreditável, vendo-se na totalidade o seu fundo.
Em seu redor, uma imensidão de loureiros e sobreiros, que dão a este espaço a pacatez necessária para a tornar num local de eleição.
Foz do Alge - Arega - Figueiró dos Vinhos
Bem perto de Figueiró dos Vinhos, ainda que a estrada de acesso não seja das melhores, com muito declive e muitas curvas, fica a aldeia de Foz do Alge, numa bela paisagem natural sobre a bacia do Rio Zêzere. Espaço bastante acolhedor, propício aos desportos no rio (canoagem, jet ski). Com um parque de campismo a servir este espaço, este é um espaço que todos os verdadeiros amantes da natureza não devem perder.
quarta-feira, 1 de março de 2017
Hotel da Montanha - Pedrógão Pequeno
Cinco anos depois e voltamos novamente a ficar instalados no Hotel da Montanha em Pedrógão Grande e novamente ficamos com um sentimento algo contraditório em relação a este hotel. Por um lado, a sua localização é fantástica, mesmo no cimo de um monte, com uma vista maravilhosa sobre o Rio Zêzere e a barragem do Cabril.
A arquitectura do hotel integra-se no espaço envolvente e aproveita o declive, para de uma forma harmoniosa, ocupar o cimo do monte. Para além da óptima localização e vista, o hotel é de facto acolhedor, com tudo o que se pode pedir para um descanso tranquilo.
Também o atendimento dos funcionários é bastante satisfatório e procuram sempre encontrar a solução para os nossos problemas. No entanto, até pode ser azar ou coincidência, há coisas com as quais ainda não conseguimos acertar neste hotel. Em pleno inverno, é normal ser o spa, a oferta mais interessante deste espaço para quem o procura. Se da primeira vez que ficamos no hotel, recebemos uma chamada um dia antes a informar que o spa devido a uma avaria estava inoperacional, desta vez foi quase o mesmo. Água gelada, jacuzzi também com água gelada, ou seja, novamente inoperacional. Apesar da simpatia das pessoas, que se prontificaram a ver o que se passava, mais uma vez o spa não esteve operacional, e nesta altura do ano bem que tinha sabido bem.
Para além disso, o hotel continua a evidenciar algumas situações que abonam pouco em seu favor e que pensamos com alguma facilidade poderiam ser arranjadas, dando ao hotel, uma melhor harmonia, a foto em baixo ilustra isso mesmo. Também ao nível do restaurante, tínhamos ficado com melhor impressão na primeira vez. Com o 15 € que pagamos pelo buffet, mais bebidas, pensamos que teríamos sido melhor servidos num restaurante no exterior.
Hotel da Montanha
Localização: Pedrógão Pequeno
Para reservas e ver mais opiniões e fotos sobre este hotel, veja aqui!!!
terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
Preço das Viagens: Budapeste - Veneza
* Budapeste - Veneza
- Comprada do site da Easy Jet e paga por cartão de débito.
- Comprada em Janeiro de 2017 para viajar em Setembro.
- Preço 31,91 €
- Comprada do site da Easy Jet e paga por cartão de débito.
- Comprada em Janeiro de 2017 para viajar em Setembro.
- Preço 31,91 €
Preço das Viagens: Veneza - Paris
* Veneza - Paris
- Viagem do Aeroporto Marco Polo em Veneza, para o Aeroporto Charles de Gaulle em Paris.
- Compra no ste da Ibéria, em Janeiro de 2017 para viajar em Setembro.
- Preço 42,68 €
- Viagem do Aeroporto Marco Polo em Veneza, para o Aeroporto Charles de Gaulle em Paris.
- Compra no ste da Ibéria, em Janeiro de 2017 para viajar em Setembro.
- Preço 42,68 €
Preço das Viagens: Paris - Lisboa
* Paris - Lisboa
- Viagem comprada no site da Tap, pago por multibanco. Trajecto Orly (Paris) - Lisboa.
- Viagem comprada em Janeiro de 2017, para viajar em Setembro.
- Preço: 72,90 €
- Viagem comprada no site da Tap, pago por multibanco. Trajecto Orly (Paris) - Lisboa.
- Viagem comprada em Janeiro de 2017, para viajar em Setembro.
- Preço: 72,90 €
Preço das Viagens: Lisboa - Budapeste
* Lisboa - Budapeste
- Viagem comprada no site oficial da TAP, em Janeiro de 2017, para viajar em Setembro.
- Pagamento por multibanco, total 140,51 €.
Há um blogue espanhol que está a sortear uma volta ao mundo… com "salário"
O blogue MolaViajar está a sortear uma viagem à volta do mundo e qualquer pessoa pode participar. O prémio? Bilhetes de avião para rodar o globo e um “salário” de 2000 euros. O vencedor pode levar acompanhante.
Os autores do blogue espanhol MolaViajar lançaram este domingo um sorteio para uma viagem em redor do planeta, com bilhetes de avião e salário incluído. Depois de duas voltas ao mundo, Adrián e Gosi decidiram que é chegada a vez de os seguidores terem a mesma oportunidade. Ou pelo menos o feliz contemplado que vir o seu nome sair da tômbola digital.
Para participar no passatempo "Dá a volta ao mundo grátis" basta ter mais de 18 anos, ser subscritor do canal de Youtube do blogue, inserir o primeiro e último nome e respectivo endereço de e-mail. Não há qualquer restrição quanto à nacionalidade ou país de residência. As inscrições no passatempo encerram no dia 31 de Março às 12h CET (menos uma hora em Portugal Continental) e o sorteio é realizado “durante a semana do dia 3 de Abril” (com transmissão em directo nas redes sociais do blogue).
O prémio contempla bilhetes de avião para dar a volta ao mundo; um “salário” para “gastos realizados durante a viagem”, como despesas com alojamento, comida, deslocamentos ou actividades turísticas; uma mala de viagem; e seguro.
Os valores estão dependentes da escolha do premiado: prefere viajar sozinho ou acompanhado? No primeiro caso, o prémio inclui “bilhetes de avião num montante máximo de 2.500 euros”, um salário de “2.000 euros” e seguro de viagem “até três meses”. Se preferir partilhar a aventura com alguém, são oferecidos “bilhetes de avião para duas pessoas num montante máximo de 1.750 euros por pessoa”, o valor atribuído para despesas de viagem desce para “1.000 euros no total” e o seguro de viagem cobre apenas um mês.
Em périplo solitário ou a dois, a volta ao mundo sorteada poderá ter “uma duração mínima de um mês e máxima de quatro” e terá de ser disfrutada até ao final deste ano. A rota será acordada previamente entre o vencedor e a organização, mas vai incluir “alguns destinos fixos”, como Tailândia ou Sidney.
O espanhol Adrián e a polaca Gosia criaram o blogue MolaViajar em finais de 2008, onde partilham aventuras e dicas de viagem. Desde então já deram duas voltas ao mundo – a primeira numa lua de mel de oito meses e a segunda com a filha Daniela, então com cerca de um ano e meio.
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
Se vai viajar de avião, não publique fotos do bilhete no Instagram
Quem o avisa seu amigo é, assim reza o ditado. A maneira como as transportadoras aéreas processam a informação do passageiro não é a mais segura - e as redes sociais estão a piorar a situação.
Após décadas de progresso tecnológico, as companhias aéreas continuam a ter como garantia seis números codificados num código de barras impresso no bilhete de avião, de modo assegurar que a pessoa é mesmo quem diz ser. Contudo, por causa do Instagram (particularmente com a hashtag #boardingpass) estes códigos de barras são muito fáceis de encontrar.
A vulnerabilidade das informações pessoais na internet já é uma história antiga. Recentemente, o investigador Karsten Nohl fez uma apresentação em lembrou ao mundo o quão inseguro continua o sistema.
Nohl retirou um código de barras diretamente da hashtag e depois usou-o para entrar numa conta pessoal do site da Lufthansa. A partir daí, o investigador conseguiu encontrar toda a informação pessoal do passageiro e alterar os voos à sua vontade. Se alguma pessoa com outras intenções chegasse a este ponto, poderia tentar descobrir o número do cartão de crédito do passageiro.
Os sistemas são complicados, mas a maior informação a reter é simples: o bilhete de avião tem muita informação pessoal codificada num só código de barras. Não é aconselhável tirar fotografias do bilhete e colocá-las online, mesmo depois do avião levantar voo. Isto porque as informações pessoais irão continuar na internet e poderão ser retiradas.
Numa altura em que os telemóveis já podem estar ligados durante o voo, mais vale aproveitar e tirar uma fotografia ao céu e às asas do avião.
SIC Notícias
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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017
Ponte Românica da Redinha (Pombal - Leiria)
Para quem se encontre de passagem na Estrada Nacional 1, bem pertinho de Pombal, existe uma localidade a merecer uma visita. Trata-se da Redinha. Com a sua ponte românica de arcos desiguais bastante bem conservada, e ainda em uso, o espaço do Largo da Guerra Peninsular é um espaço agradável, onde pode fazer uma pausa da sua viagem e desfrutar do espaço, onde abundam as alusões históricas.
Para além da vistosa ponte sobre o Rio Anços, o espaço tem ainda um memorial em memória dos combatentes das Invasões Francesas, assim como uns bonitos ajulejos, dando a conhecer o foral, datado de 1159.
terça-feira, 27 de dezembro de 2016
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
Ele conta 100 países no passaporte e os melhores são os “complicados”
Tem uma predilecção por “países menos ortodoxos” e histórias de fronteiras, daquelas que incluem passagens atribuladas e carimbos suados no passaporte. Para Rui Barbosa Batista, 100 países no currículo e o 101.º em curso, "as férias são um bem escasso e precioso".
Rui Barbosa Batista tem um lema sobre viagens: “As boas histórias acontecem nos países complicados”. Até pode parecer uma frase feita de quem regressou há pouco de férias, mas este jornalista sabe do que fala.
Com 46 anos, Rui chegou a um número redondo (e invejável) na contabilidade de viagens: o Japão foi o 100.º país que visitou. Era “um sonho de há muitos anos”, diz, cumprido com outras dez pessoas em mais uma viagem com o cunho da plataforma Born Freee. Rui anuncia, no Facebook, onde vai, quando e com quantas pessoas está disposto a partilhar a viagem.
A Internet, a rede de contactos que foi fazendo e a vontade que muita gente tem de viver experiências diferentes lá fora fazem o resto. “Tem havido gente suficientemente louca para alinhar nisso”, brinca, apesar de este ser um assunto sério na sua vida. “Para relaxar, quando estou stressado, ponho-me a pesquisar viagens, destinos que não estou a pensar conhecer já. As férias são um bem escasso e precioso.”
Tudo começou porque os amigos não largavam o jornalista da Agência Lusa quando este viajava, sobretudo para os tais “países complicados”. Recebia muitos e-mails com perguntas sobre a viagem, que locais visitava, onde ficava, o que comia. Como não queria deixar de responder — “e perdia muito tempo com isso” —, criou o Born Freee, plataforma que funciona como uma “garantia de memória” dos 100 países que já conheceu. E das melhores histórias.
As favoritas são “as de fronteiras”, quando “viajar era mais romântico”. “Dava para fazer um livro só com isso: já tive que subornar polícias, passar fronteiras a fingir que não estava a perceber as pessoas ou a andar de boleia em boleia porque não se podia passar a pé”, conta, no Porto, onde vive desde que entrou para a faculdade.
Antes de explorar outros continentes, Rui deu “cinco voltas de carro à Europa, com amigos” — e começou “muito tarde”, antes de os voos low-cost abrirem horizontes a muitos. A exploração do “Velho Continente” está quase completa. Bielorrúsia, Islândia e Chipre são os únicos países europeus em falta. Correcção, eram. No dia que este texto é publicado, o vimaranense está na ilha do Mediterrâneo a riscar mais um país na sua lista. “Sou um vendido.
Tinha prometido a mim próprio que neste segundo semestre do ano precisava de abrandar e só ia ao Japão. Entretanto já fui ao Canadá e agora o Chipre.” Encolhe os ombros e aceita a inevitabilidade: “Tenho necessidade de, muito regularmente, ouvir uma língua estrangeira e provar comida diferente, viver em casas distintas.”
Andou pelos países bálticos oito vezes, quatro na China, três na Argentina e no Canadá, duas na Patagónia. O Egipto, a Birmânia e o Irão foram partilhados com mais viajantes, normalmente pessoas “que não querem ir sozinhas nem em grupo, numa agência, a seguir uma bandeirinha”. A maior parte são solteiros, “entre os 35 e os 45 anos”. “Antes da viagem, promovo um ou dois jantares em casa para todos se conhecerem, crio uma página no Facebook e todos contribuem”, explica. O programa nunca é fechado, a ideia não é “ir numa excursão”. “Não é o dinheiro que me move, o que quero mesmo é curtir, ter uma experiência fixe.”
“Nas minhas viagens, a regra é: se queres tudo direitinho, vai com uma agência de viagens.” Rui é viciado no “imprevisto” — e a imprevisibilidade, como as histórias, é mais incrível nos “países complicados”. Os favoritos são, sempre, “os menos ortodoxos”. “O primeiro mundo, a mim, não me puxa muito”, confessa. “É muito igual em todo o lado. As paisagens mudam, sim, mas não experimentas propriamente dificuldades inesperadas.” Quando as coisas correm mal — e às vezes correm, claro, não se conhecem 100 países sem alguns calafrios —, “ficas com uma grande história”. “No momento, sofro; mas enquanto estou a sofrer, já estou a pensar como vou contar aquilo."
Em “países direitinhos” seria mais difícil coleccionar momentos como aquele que viveu, em 2005, na Tunísia (e que relatou numa crónica, publicada no P3 em 2012). Num mercado turístico, Rui conheceu Muammar Abu Minyar al-Gaddafi (Khadafi), com quem conversou durante uns minutos entre “capangas e repórteres de imagem”. “Foi uma conversa cinco estrelas, sobre Portugal.” No fim, o fotógrafo oficial acedeu ao pedido de imortalizar o momento e as imagens foram entregues, em casa do jornalista, que recebeu correio de Khadafi.
É a prova de que o mais importante, nisto de viajar muito, “são mesmo as pessoas” — e a “gente verdadeiramente incrível” com a qual se tem cruzado, nos últimos 20 anos, tem mudado a sua consciência. Passar várias semanas na China, na África do Sul ou na Etiópia é benéfico até “para perceber que nós, no Ocidente, estamos com valores completamente invertidos”, reflecte. O mesmo é válido para o Irão — “possivelmente, o país de que mais gostei até hoje” — ou para a Colômbia, tudo estados “menos recomendáveis”.
Entre fotografias, vídeos e textos no Born Freee, Rui vai guardando o que vive mundo fora. Os carimbos ficam gravados no passaporte. Ou nos passaportes, que 101 países obrigam a mais do que um livrinho. “É uma relação difícil de explicar”, descreve, esta com o documento de identificação que abre fronteiras. O primeiro de todos, “com o carimbo do sítio mais austral do planeta”, nunca lhe foi devolvido: “Tenho um trauma por ter perdido esse primeiro passaporte que tanto me orgulhou.”
Finda a viagem no 101.º país, Rui já estará a pensar na próxima. A Argélia está na mira já para o próximo ano, bem como outro desejo antigo, o Quirguistão. Pelo meio, gostava de explorar mais o interior de Portugal. “Temos paisagens brutais, natureza profunda, paz, gente brutal, e eu tenho saudades do Portugal da minha infância e que ainda se consegue encontrar em aldeias pequenas.” Ir, conhecer pessoas, sentar-se num banco de pedra e ficar por lá. “As pessoas também gostam de falar com estranhos.”
Ana Maria Henriques - Fugas
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Fugas,
Rui Barbosa Batista
domingo, 4 de dezembro de 2016
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
MSC lança cruzeiro à volta do mundo
São quase quatro meses a navegar pelos oceanos do planeta, com paragem em 49 cidades. O primeiro cruzeiro de circum-navegação da MSC parte apenas em 2019, mas as reservas esgotaram em poucos dias.
Depois de a Viking Cruises ter anunciado o seu primeiro cruzeiro à volta do mundo, em Junho, agora é a vez de outro gigante dos cruzeiros se lançar no mercado crescente das viagens de circum-navegação em navios de cruzeiro.
O MSC Magnifica vai partir de Génova a 5 de Janeiro de 2019 e regressar à cidade italiana 119 dias depois. Durante quase quatro meses, o primeiro Cruzeiro Volta ao Mundo da companhia vai percorrer mais de 32 mil milhas náuticas, fazendo escala em 49 portos de 32 países.
Entre eles, o arquipélago de Tonga, as praias de água cristalina de Bora Bora (Polinésia Francesa), a cidade colombiana de Cartagena das Índias ou Aqaba, a única cidade portuária da Jordânia. Mas também Nova Zelândia, ilhas Fiji ou nove portos das Caraíbas. E Funchal. Ao sétimo dia de viagem, o navio ficará atracado na ilha da Madeira durante dez horas, a única escala portuguesa do itinerário.
De acordo com o comunicado, os “destinos mais cobiçados” vão ter “estadias prolongadas”, incluindo quatro dias na Polinésia Francesa, três no Havai e em São Francisco e dois dias em Los Angeles.
No site da companhia, o cruzeiro inaugural já se encontra esgotado. Os preços iniciavam-se em 11.889€ (camarote interior), valor ao qual acresciam pelo menos 610€ de taxas portuárias.
O navio Magnifica foi construído em 2009 e actualmente navega pequenos cruzeiros no Mediterrâneo. Tem capacidade para 3223 passageiros (mais cerca de mil membros da tripulação), cinco restaurantes gourmet, 12 bares temáticos, casino, discoteca, cinema 4D e spa, entre outros.
As viagens à volta do mundo são uma tendência em crescendo no mercado dos cruzeiros, com várias companhias a lançarem novos itinerários. Em Junho, a Viking Cruises anunciou o seu primeiro programa de circum-navegação, a bordo do Viking Sun, com 141 dias de duração e partida inaugural em Dezembro de 2017. O navio, com capacidade para 930 passageiros, fará escala em 66 portos de 35 países, incluindo no Porto, Sydney, Xangai, Los Angeles, Havana, Mumbai, Alexandria, Ho Chi Minh, Mascate, Cagliari. Custa cerca de 40 mil euros por pessoa.
In Fugas (Público)
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sexta-feira, 11 de novembro de 2016
Tem 89 anos, é russa e viaja sozinha pelo mundo
Elena Mikhailovna gasta parte da reforma a viajar desde os 83. Uma compatriota conheceu-a por acaso num restaurante no Vietname e trouxe a avó Lena para a ribalta da Internet.
Ekaterina Papina estava a tomar o pequeno-almoço quando, ao segundo dia de férias no Vietname, ouviu alguém falar russo. Os ouvidos sintonizam automaticamente os olhos quando alguém fala a nossa língua a tantos quilómetros de distância de casa e os dela arregalaram-se de espanto. A voz saía de uma mulher curvada, de cara enrugada, que tentava explicar ao empregado de mesa que não queria picante na comida. Decidiu ajudá-la e o queixo caiu-lhe.
Por trás daqueles óculos grandes, das rugas e dos cabelos brancos, estava uma viajante e aventureira. Elena Mikhailovna, 89 anos de idade e seis de passeios pelo mundo. Entre os países visitados: Turquia, Alemanha, Polónia, Vietname ou República Checa, o país preferido da avó Lena, como a baptizou Ekaterina. Já o visitou cinco vezes: uma por ano desde que, aos 83, decidiu que ia gastar parte da reforma a viajar.
Ekaterina Papina conta tudo no Facebook, entre um longo texto (em russo) e muitas fotos. O post depressa se tornou uma sensação na Rússia e já corre além-fronteiras pela Internet. É que a avó Lena viaja sozinha, de cajado e mochila às costas. E tem uma vida repleta de histórias.
Nasceu em 1927 em Krasnoyarsk, cresceu num orfanato e sobreviveu à Segunda Guerra Mundial, trabalhando os campos com um carro de bois na zona de retaguarda, em Oremburgo. Quando a paz veio, manteve-se na agricultura e casou com um militar. Teve uma filha e tudo corria bem. Até o marido começar a beber. E a bater nas duas. No post, Ekaterina não conta o que terá acontecido depois. Passa directamente para a parte feliz: Elena tem dois netos, vive sozinha e viaja pelo menos duas vezes por ano.
Desta vez, o destino foi o Vietname. A dificuldade em ver, que os óculos apenas atenuam, é o único problema que a tem retraído nas aventuras (corre uma campanha de donativos para pagar-lhe a operação aos olhos, depois de a primeira não ter corrido bem). Mas raramente diz que não a um desafio. Viagens de moto ou passeios de camelo, banhos no mar, subir as alturas ou experimentar pratos exóticos. Já fez de tudo.
Para o ano terá 90 anos. E nos planos, Israel.
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quinta-feira, 13 de outubro de 2016
TripAdvisor deixa de vender bilhetes para atracções com animais selvagens
Nadar com golfinhos, passear no dorso de um elefante ou posar com um tigre para a fotografia das férias. A partir de agora, as atracções turísticas com animais selvagens ou em perigo de extinção estão banidas da TripAdvisor.
Tanto a gigante de reservas online como o Viator, site semelhante adquirido pela TripAdvisor em 2014, vão “descontinuar a venda de bilhetes para experiências turísticas específicas durante as quais os viajantes entrem em contacto físico com animais selvagens e espécies ameaçadas que estejam em cativeiro”.
Num comunicado publicado esta terça-feira, a TripAdvisor anuncia a sua nova política de reservas, banindo a venda de bilhetes para atracções turísticas que integrem interacções directas com animais selvagens. É a primeira grande empresa no mercado das reservas turísticas a tomar tal decisão. Nadar com golfinhos e baleias, subir ao dorso de elefantes ou acariciar tigres são algumas das actividades que deixam de estar acessíveis naquele que é o maior site de reservas turísticas em todo o mundo.
A possibilidade de marcar algumas destas actividades “cessou imediatamente” no site da empresa, mas as alterações à política de reservas só estarão “totalmente concluídas e implementadas no início de 2017”.
Os lucros gerados por este tipo de actividades – muitas vezes associadas a políticas governamentais inadequadas ou mesmo inexistentes neste sector – tornam os animais especialmente vulneráveis a empresas dispostas a ultrapassar limites ao nível da sua segurança e bem-estar. Animais drogados ou maltratados para se tornarem mais amistosos, acorrentados, mal-nutridos ou traumatizados pelos treinos violentos são alguns dos casos mais graves.
Estas experiências turísticas são há muito criticadas por organizações ligadas à conservação da vida selvagem e várias associações já vieram a público louvar a medida. No entanto, algumas mantêm reservas quanto à sua real eficácia ou peso para travar estas práticas a nível global. Outra das críticas prende-se com o facto de a medida não incluir, por exemplo, atracções turísticas que, embora não implicando um contacto directo com os animais, os mantenham em cativeiro e os utilizem em espectáculos.
Actividades com animais domésticos, como “andar a cavalo” ou “acariciar coelhos”, e as que implicam tocar ou alimentar animais em jardins zoológicos ou aquários sob supervisão dos funcionários do estabelecimento são consideradas excepções à nova política da TripAdivsor.
Além desta medida, a empresa anunciou igualmente estar a planear um novo “portal educacional” sobre a temática. O objectivo da plataforma, que também deverá ser lançada no início do próximo ano, é “ajudar a informar os viajantes sobre os padrões de cuidado e protecção de espécies de animais selvagens, ameaçadas e em cativeiro no sector do turismo, sobre a interacção destes animais com os turistas e o seu impacto na conservação da vida selvagem”.
A página vai disponibilizar vários links e informação sobre boas práticas associadas ao tema, incluindo “inúmeros pontos de vista de especialistas nos sectores do turismo sustentável, protecção animal, conservação da vida selvagem, zoologia e ciência marinha”. Entre os parceiros da iniciativa estão organizações não-governamentais como a Peta ou a World Animal Protection.
No futuro, todas as actividades disponibilizadas no site que tenham algum tipo de interacção com a vida selvagem vão ter um botão especial para o portal, para “ajudar os viajantes a fazer escolhas e a escrever comentários mais informados sobre cada experiência”, adianta a empresa no comunicado.
Mara Gonçalves - Fugas
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terça-feira, 4 de outubro de 2016
TAP prevê lançar 11 novas rotas em 2017 sobretudo para a Europa
Companhia aérea poupou 220 milhões de euros com a descida do preço dos combustíveis e vai melhorar resultados este ano, anunciou o presidente, Fernando Pinto, aos trabalhadores.
A TAP vai lançar 11 novas rotas em 2017, das quais sete são na Europa, três em África e uma na América do Norte, anunciou esta terça-feira o presidente executivo, Fernando Pinto. O gestor também acredita que a empresa fechará o ano com melhores resultados do que no ano passado.
Num encontro com os trabalhadores, na sede da TAP, em Lisboa, com o objectivo de dar a conhecer os planos para o futuro da transportadora, Fernando Pinto explicou que o lançamento das novas rotas, que deverá acontecer "em princípio no Verão", faz parte da estratégia de crescimento da transportadora privatizada. Admitindo que entre os novos destinos na Europa estão cidades para onde a companhia já voou no passado, o gestor escusou-se, por razões de “concorrência”, a revelar quais as rotas.
No próximo ano, a TAP pretende ainda reforçar a operação nas regiões autónomas, no Porto, em Lisboa e em Faro, "devido ao crescimento do turismo em Portugal". Fernando Pinto referiu ainda a intenção de relançar rotas no Brasil, que tiveram uma redução das frequências motivada pela instabilidade política e económica daquele que é o principal mercado da TAP, que foi também muito afectado pela desvalorização do real.
Segundo Fernando Pinto, este reforço da TAP só é possível graças ao investimento na frota, através da renovação de interiores de 48 aviões, orçamentada em 70 milhões de euros, e na aquisição de aviões.
O terceiro pilar para o crescimento da TAP assenta na maior segmentação das tarifas, oferecendo "produtos para todos os que queiram viajar com a TAP", no sentido de competir com as companhias de baixo custo (low cost).
Fernando Pinto considerou que é inevitável comparar os custos da TAP com estas companhias, no entanto avisou: "Temos que nos aproximar, mas não queremos ser uma empresa low cost (…) O nosso nicho é diferente, mas temos que ter condições de competir", acrescentou.
Sobre dados financeiros, o presidente anunciou que a transportadora aérea conseguirá poupar este ano 220 milhões de euros devido à descida do preço dos combustíveis, o que permitirá uma melhoria dos resultados face a 2015, mas não com uma diferença líquida tão grande quanto a poupança com os combustíveis.
A TAP fechou 2015 com um prejuízo de 99 milhões de euros, que compara com 46 milhões de euros negativos em 2014, agravado pela retenção de 91,4 milhões de euros na Venezuela. Sem este factor extraordinário, explicou então a companhia, "o resultado teria sido de apenas 7,6 milhões de euros negativos, evidenciando uma clara recuperação face a 2014". Já no ano passado, a redução do preço do combustível tiveram um impacto de menos 138 milhões de euros nas despesas.
O processo de privatização da TAP está em curso, com o acordo de compra e venda de ações da transportadora assinado pelo Governo de António Costa e que permite ao Estado ficar com 50% de acções da empresa, depois de já ter recebido luz verde da Autoridade da Concorrência, faltando ainda a reestruturação da dívida com a banca e a aprovação pelo supervisor da aviação (ANAC). Neste modelo, o consórcio Atlantic Gateway, de Humberto Pedrosa e David Neeleman, fica com 45%, podendo chegar aos 50% com a aquisição de 5% do capital que será entretanto colocado à disposição dos trabalhadores.
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sexta-feira, 30 de setembro de 2016
Blogger divulga mapa com senhas de wi-fi de aeroportos de todo o mundo
Anil Polat divulgou um mapa, que é constantemente atualizado, com as palavras-chave do wi-fi de aeroportos de todo o mundo. O objetivo é ajudar os turistas que chegam a aeroportos desconhecidos.
É das primeiras coisas que fazemos quando chegamos a um aeroporto e não queremos gastar dinheiro com o roaming: ligar-nos à internet através do wi-fi. Mas como saber se há internet livre no aeroporto para onde vamos? O blogger Anil Polat resolveu o assunto, recolhendo todas as palavras-chave das redes de internet dos aeroportos onde já esteve, e criou um mapa mundial com todos os acessos.
Rapidamente, os leitores do blogue começaram a contribuir para a base de dados com as senhas que eles próprios vão recolhendo em aeroportos, incluindo as palavras-chave para as redes das salas de espera VIP das companhias aéreas. O mapa é agora público e é atualizado diariamente com contributos de Anil Polat e dos seus leitores.
O blogger criou ainda uma aplicação para telemóveis — a WiFox — que facilita a utilização por parte dos viajantes. É só selecionar o aeroporto, e a aplicação trata de copiar a palavra-chave e de ligar o aparelho à internet. Polat garante que a aplicação, que é paga, está a ter uma forte adesão. O grande problema para o blogger poderá ser a falta de autorização para divulgar as informações. “De momento, ainda ninguém se queixou”, assegura Polat ao El País.
A aplicação de Polat não é a primeira a distribuir senhas de internet. O WiFi Map, disponível para iPhone e para Android, tem mais de cinco milhões de palavras-chave disponíveis, não só de aeroportos, mas também de outros locais públicos.
O Observador
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O Observador
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
Os truques para comprar bilhetes de avião baratos
O principal elemento a ter em conta é procurar viajar nas datas em que quase ninguém o faz. Dar preferência ao meio da semana e às épocas baixas, evitar os períodos de férias.
Para aqueles viajantes habituados a procurarem bilhetes de avião a preços de pechincha, estas sugestões estarão muito longe de ser novidade. Ainda assim, não deixa de ser surpreendente que tenham sido dadas por Tim Lyon, diretor-geral da gestão de receitas da American Airlines, responsável pelo estabelecimento do preço dos bilhetes da companhia norte americana.
A estratégia das transportadoras aéreas é “ter o máximo de receitas em cada voo, independentemente do custo”, afirmou. O problema que leva a que em certos casos os preços possam ser extremamente baixos, incrivelmente abaixo dos custos que envolvem, está relacionado com o facto de as companhias planearem os voos com meses de antecedência e não serem muito flexíveis no curto prazo, segundo explicou numa entrevista à Bloomberg. Depois, as companhias podem mudar os preços diversas vezes no mesmo dia, tendo em conta o nível de procura existente.
Ou seja, se um acontecimento inesperado levar a que a generalidade dos viajantes comece a cancelar as suas viagens para determinado destino, poderá ser essa a altura ideal para comprar um bilhete de avião para esse local.
in Expresso
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quinta-feira, 15 de setembro de 2016
Visto para Angola? Agora é online
De acordo com informação hoje disponibilizada, os processos com pedidos de visto podem ser submetidos através da plataforma www.visaangola.com e a resposta sobre a sua atribuição recebida diretamente por correio eletrónico.
O serviço implica o pagamento de uma taxa de 40 dólares (35 euros) e permite, também de forma 'online', consultar o estado do pedido.
O processo, refere a informação disponibilizada na mesma plataforma, do Ministério das Relações Exteriores, pretende ajudar a "acelerar o procedimento" de análise, "suprimindo a necessidade de ir ao consulado" antes de o utente saber se o pedido foi ou não aprovado.
A taxa paga pelo serviço não é reembolsável, independentemente de o visto ser atribuído ou não, mas contrariamente ao modelo anterior, só em caso de validação é que o visto é pago na totalidade.
Os documentos solicitados para cada tipo de visto de entrada específico são carregados por via eletrónica e a deslocação ao consulado é apenas necessária no caso de atribuição do mesmo.
Em Portugal, o serviço funciona em complementaridade com os postos consulares de Lisboa, Porto e Faro.
TSF
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terça-feira, 6 de setembro de 2016
Ryanair estreia-se na Terceira com voos para Lisboa e Porto
Depois de Ponta Delgada, voos low cost chegam às Lajes. Ligações começam em Dezembro e estão à venda desde 20 euros.
A Ryanair confirmou esta terça-feira, em conferência de imprensa em Angra do Heroísmo, a sua nova investida açoriana. Depois da estreia em São Miguel, em 2015, a companhia aérea chega agora à Terceira, tendo anunciado ligações a Lisboa e Porto a partir de Dezembro.
Entre a Terceira e o Porto haverá duas ligações semanais, à terça-feira e sábado. As ligações a Lisboa serão efectuadas quatro vezes por semana, às segundas, quartas, sextas e domingos. Os bilhetes já estão à venda no site da companhia com um preço promocional (válido, informa a empresa, para reservas até sexta-feira) desde 19,99 euros por trajecto.
Em comunicado, a empresa refere que estes novos voos permitirão "transportar 100 mil clientes por ano na Aerogare Civil das Lajes".
Os Açores começaram a receber voos low cost na Primavera de 2015, após a liberalização das ligações aéreas, decidida pelo Governo. A easyJet chegou a Ponta Delgada em Março, ligando a ilha de São Miguel a Lisboa. A Ryanair aterrou em Abril, garantindo voos para Lisboa, Porto e Londres (esta última rota foi suspensa durante o Outono/Inverno mas deverá estar novamente disponível na próxima temporada).
O início dos voos de baixo custo na Terceira, e consequente entrada da Ryanair, insere-se no âmbito de decisões tomadas em Abril deste ano, aquando da visita do primeiro-ministro, António Costa, aos Açores sob o mote do futuro das Lajes e do impacto na economia local do desinvestimento norte-americano na base. Ficou então prometido "promover um programa de dinamização turística" da Terceira, conforme se resumiu na declaração conjunta do Governo da república e do Governo regional. Num dos pontos, garantia-se já que "serão iniciadas, já a partir do próximo Inverno IATA 2016/2017, novas ligações aéreas semanais à ilha Terceira, através de operações low cost, com duas frequências semanais a partir do Porto e quatro de Lisboa". Só faltava referir Ryanair.
A companhia aérea passa assim a estar presente em quase todos os grandes aeroportos nacionais, faltando-lhe apenas um: o Funchal. Em Julho, o Governo regional da Madeira confirmou ter feito uma proposta à empresa para que iniciasse actividade na ilha. Pela mesma altura, a Ryanair, pela primeira vez, através da empresa Crewlink, marcou para o Funchal uma sessão de angariação de novos colaboradores.
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Campimeco - Praia das Bicas (Aldeia do Meco)
O Campimeco é o Parque de Campismo localizado na Aldeia do Meco, a apenas 500 metros da Praia das Bicas. A localização é excelente, mesmo junto à praia, e perto de Sesimbra. Ainda que, o acesso ao Parque, a partir de Lisboa, seja feito por uma estrada bastante sinuosa, com curvas e contra-curvas durante alguns kms.
Ainda assim, o Parque de Campismo acaba por ser um espaço agradável, e onde se consegue estar tranquilo, sem grandes confusões. Dispõem de duas piscinas exteriores, campos de ténis, restaurante, supermercado e bar.
Para além das tendas, existe a possibilidade de alojamento em Teepee ou em Bungalows. Optamos por uma estadia neste último, e apesar da zona onde estão instalados, ser bastante agradável, o interior dos mesmos está bastante desactualizado e a precisar de remodelações. São bungalows em cimento, com muito uso, e nada cómodos, Apesar de terem o essencial, quer em matéria de cozinha, wc e sala, ficam muito aquém, em termos estéticos e de conforto. A estadia dá direito também ao pequeno-almoço grátis, o qual é tomado no bar do Parque.
Preço do Bungalow - 50 € por noite
Localização - Praia das Bicas, Aldeia do Meco, 2970-066 Alfarim
Localização - Praia das Bicas, Aldeia do Meco, 2970-066 Alfarim
sábado, 27 de agosto de 2016
Fajã da Caldeira de Santo Cristo: o mais belo destino de férias, para a National Geographic Traveller
Situada num local remoto e de difícil
acesso da ilha de São Jorge, nos Açores, a Fajã da Caldeira de Santo Cristo foi
considerada pela National Geographic Traveller “o local mais belo do mundo para
férias”. Depois desta distinção o local passou a integrar programas de empresas
que apostam no turismo alternativo.
Não é fácil chegar à Fajã da Caldeira de
Santo Cristo. Quem viaja a partir do continente deve embarcar num avião para a
ilha Terceira, nos Açores e depois continuar de barco até S. Jorge. O esforço compensa.
Quem o diz adianta que durante o último troço da viagem, feito por mar, com
sorte até se podem avistar golfinhos.
Neste fim do mundo quase não se passa
nada. É a natureza que faz as honras da casa, dividida entre o verde da ilha e
as ondas exuberantes do Atlântico. Quem gosta de surf encontra aqui um dos
spots mais estimulantes. Não por acaso já houve um surfista que se estabeleceu
no local como empresário de turismo alternativo. Oferece um programa que inclui
percursos de trekking pelas montanhas, surf e até yoga.
As poucas casas da aldeia têm vindo a
ser recuperadas, por isso tudo no local parece harmonioso. Depois que a
National Geographic Traveller a descobriu o movimento aumentou, mas nada que
perturbe o sossego de quem se quiser perder num paraíso distante do mundo.
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