segunda-feira, 13 de julho de 2015

Selfoss - Islândia

Saindo de Reiquejavique pela estrada 1, para Sul, em direcção a Vik, a cerca de 50 km de distância encontramos Selfoss. Com pouco mais de 6000 habitantes, Selfoss é o coração da zona urbana da região, e estende-se à costa de Olfusa.
Depois de termos saído de Reiqueajavique e feito o percurso do Ring Road, acabamos por ficar em Selfoss, antes de nos aventurarmos pelo Sul da Islândia. Como a nossa acomodação na Islândia era uma caravana, e não tendo estudado o suficiente os percursos, achamos que era sensato ficar numa zona mais urbana e com acesso rápido a bens alimentares e instalações sanitárias.
Só no outro dia, e quando começamos a explorar mais o Sul, percebemos que foi um erro. Poderíamos ter ido mais para Sul, pois junto de qualquer pequena cascata ou atracção, existem sempre instalações sanitárias e muita gente que acampam junto a elas.

Quanto à cidade em sim, e tendo em conta o contexto Islândia, acaba por ser uma cidade de consideráveis dimensões, com alguns hóteis e comércio. o ideal para fazermos algumas compras para abastecermos a nossa "casa andante".

domingo, 12 de julho de 2015

Golden Circle - Islândia

O Golden Circle é uma das rotas turísticas mais conhecidas da Islândia, na sua zona Sul e bem perto da sua capital Reiquejavique. Para quem tenha apenas uma curta estadia no país, esta é uma rota que certamente não vai querer perder, para mais é possível fazê-la em apenas um dia a partir da capital. Esta rota inclui algumas das atracções mais conhecidas da Islândia, com claro destaque para o Parque Nacional de Pingvellir, com as suas paisagens de cortar a respiração, as cataratas de Gulfoss e a região geo-termal de Haukadulur, com os seus conhecidos geysers.

Saindo de Reiqueajavique pela estrada nacional 36, chegamos facilmente ao Parque Nacional de Pingveller, uma zona património mundial da UNESCO  e de uma beleza ímpar. É nesta zona histórica que existia um antigo parlamento do país, saí ser também uma zona de importância simbólica para os islandeses. É uma zona que merece ser explorada calmamente, pois em cada recanto, há uma paisagem nova de cortar a respiração.

Seguindo pelas estradas 365 e 37, chegamos a uma outra maravilha desta fascinante ilha, os geysers Geysir e Strokkur. É de facto um fenómeno interessante e diferente, com a terra a libertar enormes quantidades de vapor, e com o Strokkur a ter erupções a cada 10 minutos e que levam a água a uma altura superior a 20 metros. É algo de facto que merece ser visto e que prende a atenção de todos os turistas.

Seguindo na Rota do Golden Circle, pela estrada 35, chegámos a Gulfoss, as maiores e mais famosas cataratas da Islândia. E a força da água naquela zona é de facto uma coisa impressionante, mas o facto de não termos vestuário adequado (uma fato impermeável), limitou-nos um pouco a aproximação a esta cascata, mas ainda assim, algo de facto a não perder.

sábado, 11 de julho de 2015

Islândia - A Terra do fogo e do gelo

A viagem à Islândia há muito que assumia a prioridade na nossa lista de lugares a visitar. Conjugados vários factores, finalmente em Julho de 2015, foi possível visitarmos esta maravilhosa ilha, ainda que limitados pelo pouco tempo disponível, que contas feitas seria apenas 3 dias e meio. Ainda assim, esquecemos essa limitação e procuramos, dentro do possível, estabelecer um plano para conseguirmos ver o máximo deste tão fascinante país. Muito ficou para ver, em nenhum momento tivemos dúvidas disso, mas ainda assim, muito também foi visto.
Chegamos ao Aeroporto Internacional de Keflakiv vindos de Lutton, bem cedinho, e à nossa espera já tínhamos um funcionário da empresa Happy Campers, para nos fazer o transfer até Reiquejavique, onde iríamos buscar a nossa caravana, que iria ser uma fiel companheira nestes dias. Viagem rápida e tranquila e em cerca de 1 hora, estávamos nas instalações da empresa. Depois de todo o processo burocrático, estávamos prontos para finalmente começar a explorar a ilha.
Para este primeiro dia, definimos como alvo explorar o famoso Golden Circle e assim foi. Paisagens fantásticas, que a todo o momento nos deslumbravam e nos puxavam para fora da caravana, para conseguirmos a melhor foto. Começamos pelas paisagens exuberantes do Parque Nacional de Pingveller, seguindo depois para os geysers e as cataratas de Gulfoss. Para além destas zonas mais referenciadas, eram muitas as paisagens que nos deixavam completamente esmagados, perante a beleza da natureza. Cansados da viagem da noite anterior, onde o pouco que dormimos foi em pleno Aeroporto de Lutton, optamos por passar a noite na cidade de Selfoss, retomando no outro dia a nacional 1, mais para Sul.
Ao 2ºdia, o nosso plano era tentar explorar ao máximo a nacional 1, tentando ir o máximo que conseguíssemos para este, na certeza de que à noite teríamos que fazer o percurso inverso, rumo à capital. Na teoria, pensávamos conseguir chegar a Hofn, o que não se veio a concretizar. A estrada nacional 1, é uma completa caixinha de surpresas e a qualquer momento deparamos com um lugar / paisagem que nos deslumbra e nos desvia do nosso caminho. Foi assim ao longo de todo o dia, e apesar do plano inicial ser chegar a Hofn, o melhor que conseguimos fazer foi chegar a cerca de 150 kms depois de Vik e optar pelo regresso a Reiquejavique, mas com a certeza que um dia vamos retomar aquela estrada. Até aí, foram paisagens fantásticas que podemos usufruir, onde a natureza nos mostrou todo o seu esplendor. Islândia é no fundo isto mesmo, Natureza.
De regresso à capital, para no outro dia de manhã (o último completo), podermos usufruir da manhã na Blue Lagoon e a tarde na capital. Assim foi. A Blue Lagoon foi o que esperávamos, uma experiência diferente e a oportunidade de algum descanso. De regresso a Reiqueajavique, oportunidade para finalmente explorarmos a cidade na sua plenitude. É na verdade, uma cidade pequena, acolhedora, mas sem muitas atracções para ver. É nas suas ruas, nas suas pequenas lojas que se sente um pouco o modo de viver mais urbano islandês, mas para quem vinha da Islândia na sua essência, na sua natureza exuberante, Reiqueajavique sabe a pouco....

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Islândia: Aluguer da Caravana

Depois de alguma pesquisa em sites e blogs de viagens, chegamos a esta empresa de alugueres de caravanas em Reiquejavique. Através do seu site, fizemos a marcação e de imediato recebemos um mail de confirmação. Foi necessário deixar o número de cartão de crédito, para eles se certificarem da autenticidade da marcação, mas só se procedeu ao pagamento in-loco.
Indicamos também o número de vôo e hora de chegada e pontuais, lá estavam eles no aeroporto internacional de Keflakiv para nos fazerem o pick-up gratuito até às suas instalações. Aí, num processo rápido, tratamos da papelada, e em poucos minutos estávamos na estrada. Deixamos apenas algumas chamadas de atenção:

- Não aconteceu connosco, mas em muitos fóruns de viagens, já vimos algumas chamadas de atenção para se ter muita atenção no momento em que se levanta a caravana, pois muitas vezes estas empresas abusam e exigem pagamentos de incidências que já existiam nas viaturas. Connosco, demos conta pouco antes de entregarmos o carro, de que este estava na parte da frente com bastantes "picadas" de pedras. Não demos por ela na altura de requisitar a viatura, nem demos por nada ao longo dos dias que estivemos com ela. No entanto, na altura da entrega, também não nos disseram nada, possivelmente já estavam lá;

- Quando fizemos a marcação pelo site, demos o número do cartão de crédito, e o nome do seu proprietário. Quando fomos a levantar a viatura, informaram-nos que só essa pessoa poderia conduzir o carro, mais ninguém. Se quiséssemos acrescentar mais um condutor, teríamos que pagar uma quantia extra. Optamos por não o fazer e arriscarmos, com os dois a conduzirmos e sem termos qualquer problema;

- O mínimo de dias de aluguer são três. Mesmo que o cliente só tenha necessidade de usar dois dias, tem sempre que pagar três, o que não deixa de ser inconveniente em alguns casos;

- Quando forem levantar a caravana, vão-se aperceber que vão precisar de alguns utensílios extra e que eles alugam lá. Tipo GPS, mais cobertores, grelhador e por aí. Prepararem-se para mais uns extras no orçamento;

- A nossa caravana era a mais básica que eles ofereciam, mas o suficiente para o que precisávamos. Para mais pessoas, e bolsas maiores, existem uma grande diversidade de oferta.

- Para finalizar, a nível de trasnfers, serviço impecável. Apanharam-nos no Aeroporto Internacional de Kefakiv e depois deixaram-nos bem junto do nosso hostel na capital. Impecáveis.

- Um serviço a repetir;

Site para Reservas - www.happycampers.is/

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Islândia: A preparação da viagem - 12 a 16 de Julho de 2015



Apesar de ser dos países do mundo que regista maior aumento nas taxas de turismo, a Islândia continua a ser um caso de um país muito particular e onde uma série de coisas têm que ser muito bem analisadas, na fase da preparação da viagem.
A Islândia é no fundo um enorme parque natural, pautada aqui e ali por pequenas cidades, onde felizmente ainda não há um turismo de massas, com as consequências que daí advém, como é o caso da pouca oferta de alojamento fora da capital. 
Outra das coisas tem com tem a ver com o clima extremo do país, pelo que da nossa parte seria fácil decidir a época em que pretendíamos ir, a época alta, Julho mais concretamente. Decidida a altura do ano, e optando por viajarmos pela Easy Jet a partir de Londres, um outro problema nos surgiu, quantos dias no país? O nosso orçamento era curto, para mais num país extremamente caro, e a disponibilidades de dias muito pouca, e apesar de termos a noção que iríamos perder muita coisa, optamos por só estar na Islândia três dias completos. Conclusão: deu para ver o que pretendíamos, mas mentiríamos se não disséssemos que ficou muito por ver. Pela experiência que tivemos, nunca menos de uma semana no país.
Decididos os dias, tratamos de fazer um esboço do que queríamos fazer, as zonas onde pretendíamos estar e ai surgiu-nos um outro problema. A oferta hoteleira no país (fora da capital) é escassa e cara. Quando começávamos a planear um roteiro, barrávamos sempre com a questão de arranjar um hotel na zona, saber a que horas chegaríamos lá e tudo o mais. Começaram-nos a aparecer muitas limitações e começamos a ver que os hotéis poderiam em muito ser uma condicionante para a liberdade de improviso que queríamos ter nesta viagem. A somar a isto, iríamos também precisar de alugar um carro, o que somado à estadia, iria fazer disparar o nosso orçamento. De repente apareceu-nos a solução, que resolveria facilmente estes dois problemas: alugar uma caravana. E assim foi, naquela que foi das nossas melhores decisões nesta viagem. Ganhamos em preço, ganhamos em liberdade...

Depois de alguma consulta, acabamos por alugar uma caravana no site Happy Campers. Marcação pelo site, pagamento através de cartão de crédito, confirmação rápida através de e-mail. Tudo ***** estrelas. Faltava-nos apenas escolher um hotel para passarmos a última noite na capital, pois o vôo de regresso era madrugador. Optamos pelo Downtown Hostel, bem localizado, na zona central de Reiquejavique. A partir daqui, viagens datas definidas, vôos marcados, caravana alugada, hotel para a última noite marcado, transfers programados, era altura de definirmos como iríamos aproveitar ao máximo estes três dias....

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Christiania - Copenhaga

Christiania é a terceira maior atracção de Copenhaga, logo depois da Pequena Sereia e do Parque Tivoli. Mas o que é no fundo Christiania? Christiania é uma comunidade independente e com gestão própria, que bem no centro de Copenhaga, ocupa uma vasta área de 34 hectares, no espaço que outrora foi uma antiga base militar.
Feita a apresentação geográfica e histórica, fica a pergunta, e o que tem de diferente e que desperta tanta curiosidade esta comunidade? Christiania é no fundo uma comunidade com regras bem distintas, onde co-habitam artistas, anarquistas, músicos e toda uma enorme diversidade de pessoas, que privilegiando o bem comum, fizeram deste espaço a sua casa. Obviamente, ocorreram ai também outro tipo de pessoas, sem as mesmas intenções, e Christiania tornou-se também uma referência no tráfico de drogas ligeiras, o que tem levado a alguma tensão com a polícia.
Ao chegarmos ali, é notório o clima de tensão, fotografias nem pensar, e se antes o tráfico era a céu aberto, agora há pequenos resguardos militares, onde se procede às transacções. Esta é uma situação que continua a ser tolerada pela polícia, que não pretende enfrentar radicalmente o problema e que talvez não se mostre preparada para que todo este tráfico se dilua pela cidade de Copenhaga.
Fora isso, Christiania marca a diferença pelas suas galerias de arte a céu aberto, pelos músicos que a qualquer canto fazem as suas batidas e pela muita, muita juventude que ali ocorre. Destaque também para o enorme lago, que em pleno centro de Copenhaga, faz as delícias de muitos, que depois de um dia de trabalho, ocorrem ali para beber a sua bela cerveja, no meio de uma conversa com amigos.
Poderíamos passar aqui horas a debater Christiania, com as suas virtudes e defeitos, mas não queremos entrar por aí, queremos apenas deixar a curiosidade para quem visite Copenhaga, de passar por lá e poder ter a sua própria impressão do local.

Pode-lhe ser Útil:
- Site Oficial de Christiania;
- Hotéis perto de Christiania;

Nyhavn - Copenhaga (Dinamarca)



Nyhavn, ou Porto Novo em português, é um canal em Copenhaga. 
Atualmente, os edifícios foram transformados em bares, cafés e restaurantes e é uma das zonas da cidade mais procurada. Basta um pouco de sol para Nyhavn estar à "pinha" com centenas de pessoas a passear, a apanhar sol, a beber um café, entretidos sentados no paredão! É um sítio convidativo, bastante agradável onde o tempo passa depressa demais... 
A âncora junto ao canal é em memória dos dinamarqueses mortos durante a II Guerra Mundial.

domingo, 13 de abril de 2014

Malmo - Suécia

Estando em Copenhaga, tornava-se imperdivel a oportunidade de dar um salto à "vizinha" Suécia e à pacata cidade de Malmo. Malmo é a terceira cidade mais populosa da Suécia e tem um dos portos mais importantes do país. Chegar a Malmo é bastante fácil, e a partir da estação central de Copenhaga, à comboios a sair praticamente a todo o momento. A viagem demora cerca de 40 minutos.
A travessia para a Suécia faz-se através de uma obra verdadeiramente notável de engenharia, com a famosa ponte que parece nascer de dentro do mar.  Metade da travessia, do lado Dinamarquês é feita em túnel, para não afectar o Aeroporto de Copenhaga, e a meio da travessia, o túnel emerge numa bonita ponte, numa obra fantástica de engenharia. Apesar da beleza, e para quem vai de comboio, não é muito visível tudo isto, e muitas vezes só em fotos aéreas se consegue ter uma percepção clara da beleza desta ponte.
Embora o comboio faça paragens anteriores, a estação central em Malmo, é Malmo C. Um belo edifício, que nos dá logo uma ideia do que esperar da cidade.
Malmo é uma cidade de média dimensão, com praças bastante agradáveis, repleta de edifício históricos. Dá ideia de ser uma cidade onde se vive bem, com uma qualidade de vida bastante satisfatória. A cidade está rodeada de grandes jardins, bem cuidados e onde as famílias aproveitam para passear e praticar desporto. A igreja de São Pedro ( Sankt Petri kyrka) é um dos pontos de referência na parte antiga da cidade e sua torre pode ser vista de vários pontos da cidade.

Links Úteis:

sábado, 12 de abril de 2014

Danhostel Copenhagen City - Copenhaga (Dinamarca)

Quando começamos a planear a viagem à Dinamarca, procuramos desde logo conseguir estadia na zona central e assim poupar dinheiro e tempo nas deslocações. Após muitas pesquisas, acabamos por marcar a estadia no Danhostel Copenhagen City. Apesar de não ter todas as características que procurávamos, a questão preço/qualidade, assim como a localização, pesaram na escolha.
Se procurávamos à partida um ambiente acolhedor, pacato, acabamos por não o conseguir. Este hostel, de construção recente, é na verdade, um hotel, dada a sua grande dimensão e o pouco contacto que se consegue ter entre hóspedes e funcionários. Não existe aquela harmonia, que se consegue ter, em hosteis mais pequenos.
Fora isso, e tendo em conta o preço e localização, bem perto da zona central de Copenhaga, do Tivoli e da Gare Central, o Danhostel Copenhagen City acaba por ser uma opção razoável. Acabamos por ficar uma noite no quarto duplo e outra numa camarata de 6 camas, e em ambos, nada temos a apontar, assim como à qualidade do pequeno-almoço, incluído na estadia.

Preço duas camas em dormitório de seis: 172 €
Endereço: H.C. Andersens Boulevard 50, 1553 Copenhaga



sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Mini - Tour pela Europa Central

Para todos aqueles que não gostam de Carnaval, esses dias acabam sempre por ser dias para aproveitar para tirar uns dias de férias e conhecer outros "poisos". Apesar de estarmos em pleno inverno, desta vez aproveitamos para visitar Praga, cidade que há muito tempo pretendíamos visitar. Com uma escala em Bruxelas (tarifas mais baixas a isso obrigam), chegámos a Praga já de noite e encontramos uma cidade gelada e completamente pintada de branco. O aeroporto fica relativamente perto da cidade e depois de apanharmos um autocarro e o metro, lá chegámos á fantástica praça central de Praga. A noite não deixava no entanto ver a imponência da praça, e só na manhã seguinte nos daríamos conta da beleza dessa praça.
Tínhamos marcado pela net, estadia no hostel Old Prague Hostel, sabíamos que não era longe da zona histórica, mas com o frio que estava, e já bem noite, não foi tão fácil como esperavámos dar com o hostel, mas , finalmente lá chegámos. Boa surpresa, tal como todos os hostels em que estivemos até agora , bastante acolhedor, e com bastante gente jovem de todo o mundo. A hora já era tardia e como tal, apenas tivemos tempo para uma pequena saída para jantar e logo ter a noção que na zona histórica de Praga os preços praticados são “ puxadinhos”. Pela manhã a sensação de frio não desapareceu, e bem carregadinhos de roupa lá partimos á descoberta de Praga. E de facto Praga é mesmo uma daquelas cidades que não se esquecem. Através das ruas estreitas da cidade, vamos descobrindo uma cidade fantástica, e onde destaco alguns locais:
Praça Central - É o centro vital de Praga, onde têm lugar os principais eventos, além de excelente ponto de partida para conhecer o resto da cidade. Ao redor da praça, bares e restaurantes tomam conta das pequenas galerias. No centro pequenas tasquinhas, onde se vendem delícias locais. Na praça também o relógio astronómico é atracção, a cada hora, um boneco representando a morte aciona um carrilhão por onde desfilam bonecos de 12 apóstolos seguindo São Pedro, diante de uma multidão que lota os arredores. A vista dessa mesma torre também não se deve perder;
Ponte Karluv Most - Tivemos azar de a apanhar em obras, o que lhe retirou alguma beleza. as é uma ponte lindíssima, que atravessa ao longo de mais de 500 metros o Rio Vletava.Desde 1950, é proibido o tráfego de veículos sobre a ponte, que se transformou em um calçadão movimentado. Dos dois lados da ponte há réplicas de estátuas góticas e barrocas com imagens de santos católicos. Em cada uma das extremidades da ponte há torres de onde se pode vislumbrar o colorido dos telhados e as centenas de agulhas das igrejas de Praga.
Castelo de Praga - Situado numa das colinas da cidade, a sua imponência deixa qualquer um pasmado. Actualmente é residência do Presidente Checo, e a sua origem terá sido pela necessidade de criar uma fortificação para controlo dos barcos que passavam no rio;
Para além destes três destaques, Praga é uma cidade multifacetada, e em cada esquina existe um ponto de intresse. Fomos vendo isso mesmo á medida da nossa viagem. No entanto, a época que escolhemos para visitar a cidade, acabou por influenciar em algumas coisas, e não estava propriamnte agradável para passeios na rua. Também não tivemos oprtunidade de ver aquelas cores fantásticas que associamos á primavera de Praga, mas para compensar tivemos oportunidade de disfrutar de uma Praga cheia de charme, completamente branca.
Depois de dois dias em Praga, decidimos dar um saltinho a menos turística Bratislava, a capital da Eslováquia. Depois de uma viagem de madrugada de comboio desde Praga até Bratislava (os preços do comboio super-baratos) lá chegámos a Bratislava, e tal como em Praga, encontramos uma cidade completamente coberta de neve e com muito frio.
A cidade não é grande, menos ainda a sua zona histórica. Apesar do frio e do imenso gelo nas ruas, lá conseguimos dar uma volta pela cidade, de forma a termos uma opinão sobre a mesma
Bratislava é uma cidade bem difrente de Praga e logo aqui se vêem as enormes difrenças culturais entre a República Checa e a Eslováquia e que levaram ao seu desmembramento de uma forma completamente pacífica em 1993.
Marca da cidade são as estátuas que tem espalhadas pelas ruas e esquinas da cidade, que chamam a atenção.
Para além disso, e apesar de termos tido azar e estar em obras , o Castelo de Bartislava, situado num monte bem junto ao leito do Danúbio, é de facto um ponto de intresse.
A nossa estadia foi rápida e de pois de um breve tour pela cidade, e uma vez estarmos apenas a 60 km de Viena, decidimos voltar a por-nos no comboio e a ir ao encontro de Vieina.
A estadia aqui nesta cidade foi breve, mas apesar disso deu para comprovar alguns clichés normalmente associados a esta cidade.
É de facto uma cidade bonita, onde se respira cultura. A zona central, junto á catedral é bastante bonita e cosmopolita. Apesar da neve, deu para ver que é uma cidade com imensos espaços verdes.
Ficamos com uma boa impressão da cidade, apesar da estada ser bastante curta, apenas um contra, é de facto uma cidade caríssima para turista tuga.

terça-feira, 30 de março de 2010

Relógio Astronómico de Praga (Orloj) - República Checa


Preço das Viagens: Lisboa / Praga

* Lisboa / Praga
* Praga / Lisboa
- Viagem comprada na Edreams, em Janeiro de 2010, para viagem em Fevereiro 2010.
- Percurso Lisboa/Praga, com escala em Bruxelas.
- Percurso Praga/Lisboa, com escala em Frankfurt.
- Preço Total: 383,21

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Old Prague Hostel - Praga (República Checa)

Para a nossa estadia de três noites em Praga, optamos pelo Old Prague Hostel, um espaço pequeno, acolhedor e localizado bem perto da praça central de Praga. Com cores quentes, e um staff bastante atencioso, e tendo em conta preço/qualidade, voltaríamos a repetir.

Assuntos Relacionados que lhe podem ser úteis:
- Lista de Hóteis em Praga;

Aeroporto de Praga: Transfers

O Aeroporto Internacional de Praga Ruzyně  (Letiště Praha-Ruzyně) está localizado a 17 km a noroeste do centro da cidade. É o maior aeroporto da República Checa e um dos principais do Leste Europeu. Serve como base da Czech Airlines, companhia aérea nacional que faz voos para as principais capitais da Europa. Em 2010, foi considerado apenas o 35º aeroporto da Europa em termos de movimento de passageiros, com 11,5 milhões de pessoas. Suas três principais rotas são Paris-Charles de Gaulle, London-Heathrow e Frankfurt.
Há mais de 130 cidades no mundo com voos diretos a partir deste aeroporto através de aproximadamente 50 companhias aéreas, entre elas Air France, Alitalia, British Aiways, EasyJet, Emirates, Iberia, Lufthansa e TAP. Suas três principais rotas são: Paris-Charles de Gaulle, London-Heatrow e Frankfurt. 
São dois os terminais de passageiros do aeroporto. O Terminal 1 é o mais antigo e atualmente recebe voos de países europeus fora da área de Schengen, como o Reino Unido, além de voos intercontinentais, vindos da América do Norte, Ásia e África. Já o Terminal 2, inaugurado em 2006, recebe os voos de países que fazem parte do Acordo de Schengen. Os passageiros provenientes destes países não precisam passar pelo controle de passaporte.

Existem diversas opções de transporte do aeroporto até o centro da cidade.
Autocarro + Metro – A viagem dura cerca de 45 minutos e custa 32 coroas checas. Há duas opções: Pegar a linha nº 119 até a estação de metrô Dejvická, para então seguir na linha A (verde) até as estações centrais, que podem ser Mùstek or Muzeum. Ou então pegar a linha de autocarro nº 100 até a estação Zličín e depois seguir pela linha B (amarela) até o centro da cidade.
Táxi – Há duas companhias de taxi oficialmente autorizadas no aeroporto: Radiocab taxi e AAA RADIOTAXI. A corrida até o centro da cidade pode custar entre 500 e 700 coroas checas, dependendo do destino.
Um terceira opção, mais rápida e mais segura, é contratar um transfer particular.

Nós, chegamos a Praga vindos de Bruxelas, já bem de noite, e num dia frio de Fevereiro. Apesar de não nevar, havia neve por todo lado no chão, num claro indicador das baixas temperaturas. Optamos pelo transfer de Autocarro e Metro. Tudo tranquilo e em pouco tempo estávamos na praça central de Praga. No entanto, apesar da simplicidade, foi em Praga e por ingenuidade nossa, que nos aconteceu um momento insólito em tranfers. Quando chegamos ao aeroporto,  demos facilmente com o autocarro, e tal como os mais 5 ou 6 passageiros, entramos no autocarro e nem sequer se lembramos do bilhete. Tudo tranquilo, o autocarro deixou-nos perto do metro, e seguimos viagem. Na viagem de regresso, voltamos a entrar normalmente no autocarro, sem ninguém a cobrar bilhete à entrada. Toda á gente entrava tranquilamente e assim também o fizemos. Enorme erro o nosso. Com o autocarro já a caminho do aeroporto aparece um senhor, o fiscal, que um a um vai pedindo os bilhetes. Toda aquela gente era portadora de passes vários e pelos visto éramos os únicos que não tínhamos bilhete válido para aquela viagem, pelo que fomos multados. Como já não tínhamos dinheiro, o fiscal acomapnhou-nos ao aeroporto, onde procedemos ao levantamento e pagamento da multa.
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