quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Budapeste

Depois de já termos visitado Praga, Bratislava e Viena, faltava-nos Budapeste para completar o ciclo das quatro capitais douradas da Europa Central. As expectativas eram altas e em parte, apesar do pouco que tivemos para visitar a cidade, acabaram por ser preenchidas.
Chegamos a Budapeste numa tarde chuvosa, provenientes de Lisboa, num vôo TAP. O Aeroporto Internacional Ferenc Liszt fica a cerca de 15 km do centro da cidade e basta sairmos da porta do terminal e logo a saída, à várias opções para o transfer para o centro da cidade. Desde táxis, a pequenos autocarros privados operados pelo aeroporto. Nós optamos pelo autocarro público, o autocarro 100E, que fica muito mais em conta. Pagamos 900 HUF e em pouco mais de 20 minutos estávamos a sair no centro da cidade.Existem outras opções, como apanhar o autocarro 200E, e depois o metro, mas apanhando o 100E a viagem é directa.
Chegados ao centro, e numa primeira fase com mais dificuldades do que esperávamos, lá acabamos por chegar ao nosso hotel, o Hotel Museum. Depois de instalados, e tendo ficado a saber,  por ocasionalidade,  que Portugal tinha um jogo importante frente à Hungria, a menos de 2 km do nosso hotel, pegamos no metro e fomos ver se ainda havia bilhetes para o jogo. Nada feito, os bilhetes apenas tinham sido vendidos em Portugal, pelo que não estando o tempo convidativo, alguma chuva, acabamos por regressar ao hotel e preparar o dia seguinte, de forma a conseguirmos ver o máximo da cidade, uma vez que esse seria o único dia completo que estaríamos em Budapeste.

O que conseguimos visitar:

- Termas Szechenny: Antes de irmos, as opiniões que ouvíamos na net eram muito díspares, dos que amaram, aos que simplesmente não acharam nada de especial. Foi das primeiras coisas que fizemos e sem dúvida, das que mais gostamos. Inseridas numa zona bastante acolhedora, o Parque da Cidade, as termas ocupam um antigo palácio neo-barroco, um edifício que não deixa ninguém indiferente, dada a sua beleza. Lá dentro, um conjunto de piscinas interiores e exteriores (18 no total), algumas delas com águas medicinais, fazem deste complexo um lugar bastante relaxante e que não deve perder numa visita a Budapeste. A maneira mais fácil de chegar lá, é por metro, e basta seguir a linha amarela, a linha 1 e sair na penúltima paragem, que o próprio nome indica, Szécheny Furdo.

- Parque da Cidade: O parque da cidade é o maior espaço verde da cidade de Budapeste e é de facto uma zona bastante agradável. Com entrada a partir da majestosa Praça dos Heróis, o Parque da Cidade é uma zona que locais e turistas aproveitam para relaxar um pouco e para além dos espaços verdes, é ali que estão alguns museus, o Jardim Zoológico e as Termas Szechenny.

- Praça dos Hérois: A Praça dos Heróis é de facto um espaço grandioso e imponente. À volta encontram-se vários museus, mas o que impressiona mais é o seu monumento central, o Memorial do Milénio, em homenagem aos 1000 anos do país e as estátuas representam os sete líderes tribais magiares que fundaram o país. 

- Atravessar as várias pontes sob o Danúbio: Budapeste tem nove pontes, sendo que duas delas são exclusivas para comboios. Cada uma delas é uma autêntica obra de arte, e se a Ponte das Correntes é a mais famosa, nenhuma das outras deixa de merecer uma visita.

- Visita ao Parlamento: Bem junto ao Danúbio, o Parlamento é um edifício majestoso, que impressiona só de ver. O exterior é bastante trabalhado, com dois lados simétricos entre si. Pode-se fazer uma visita ao seu interior (que não fizemos) e aí ainda se torna mais impressionante a opulência do edifício, com alguns objectos em ouro.

- Monumento de homenagem aos Judeus: Bem junto ao Parlamento, e na margem do Danúbio, está um monumento com sapatos em bronze, que pretende homenagear a memória dos judeus mortos na 2.ªGuerra Mundial. Apesar de simples, alguns sapatos em bronze, acaba por ser algo tocante, e reavive a memória de um tempo que nos devia ter deixado muitas lições e que infelizmente, em alguns pontos do globo, tende a ser esquecido.
- Citadella: A zona da Citadella é onde se conseguem das melhores vistas sob Budapeste. É o ponto mais alto da cidade e foi construído em 1854, como ponto de vigilância. Para além das vistas, pode-se visitar a fortaleza, tem um custo de 1200 HUF.
- O Metro de Budapeste: O metro de Budapeste foi construído em 1896, sendo considerado o segundo mais antigo do mundo, depois de Londres. Tudo começou porque a Avenida Andrássy era tão bonita, que nenhum meio de transporte podia circular por ali. Esta avenida ainda permanece com a sua beleza intacta, assim como a linha amarela do metro.

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O que não conseguimos visitar e ficamos com pena:
- Castelo de Buda; Bastião dos Pescadores; Basílica de Santo Estevão; Mercado Central de Budapeste; Ilha Margarida, Cruzeiro no Danúbio à noite

O que mais gostamos na cidade:
- Budapeste é de facto uma cidade de uma arquitectura majestosa e que não deixa ninguém indiferente. É difícil fazer uma síntese de tudo o que gostamos, mas os banhos nas Termas Szechenny e os passeios á beira do Danúbio, estão de certeza na primeira linha do melhor que encontramos nesta cidade.

O que não gostamos na cidade:
- Existem muito poucas casas de banho públicas, na verdade apenas vimos uma na zona do Parque da Cidade, pelo que em muitos becos da cidade, existe muito mau cheiro, devido às pessoas os usarem como casas de banho;
- Quando fizerem pagamentos, tenham atenção ao troco que recebem. Aconteceu connosco no regresso ao aeroporto, onde o cobrador do autocarro fez de conta que não tínhamos direito a troco e só depois da nossa insistência lá nos deu o troco;
- Nas Termas Szechenny é muito comum vermos fotos de pessoas a jogar xadrez. Talvez por isso, pensávamos que as peças eram para uso comum. Não o são, e quando o nosso filho de abeirou de uma mesa com peças, logo apareceu um daqueles húngaros com cara de poucos amigos, e que com um simples olhar, tratou de o afastar logo de perto do jogo; 

Links Úteis:
- Hotel Museum em Budapeste, aqui.
- Planta do Metro de Budapeste, aqui.
- Transfers em Budapeste, aqui.

Planta do Metro de Budapeste


segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Hotel Museum Budapeste


Quando começamos a fazer as nossas pesquisas sobre onde ficar em Budapeste, apenas tínhamos a certeza que queríamos ficar na zona de Buda, que nos parecia a zona com mais atracções que nos poderiam interessar. Como normalmente só viajamos os dois, costumamos ficar em hosteis, no entanto desta vez levávamos o miúdo, e fomos reparando que muitos dos hosteis não permitiam o acesso a menores. Era coisa em que nunca tínhamos pensado. Assim, e após algumas pesquisas acabamos por marcar duas noites no Hotel Museum, pois achamos ter a localização perfeita para o que pretendíamos. E assim foi. Bem perto da estação de metro de Astoria, o Hotel Museum acabou por se revelar uma escolha acertada. Sem o movimento e a irreverência a que normalmente estamos habituados nas nossas estadias, ainda assim, acabamos por conseguir uma excelente localização para as actividades que pretendíamos, numa zona de fácil acesso.



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O que mais gostamos:
- Localização. Próximo dos pontos mais interessantes da cidade, e bem junto à entrada de Astoria do Metro. Para além disso, fica numa rua paralela às ruas principais, é à noite é um verdadeiro sossego, sem qualquer tipo de barulho;

O que menos gostamos:
- O horário limitado da sauna, apenas umas escassas horas à tarde;
- A tranquilidade do hotel e o seu conforto, fazem com que este naturalmente esteja vocacionado para um público alvo mais velho, pelo que em algumas alturas no sentíamos ali um pouco deslocados;

Localização: 1088 Budapeste, Trefort 2, Hungria

domingo, 10 de setembro de 2017

Transfers: Budapeste

Budapeste é de certeza uma das capitais europeias onde é mais fácil chegar ao centro da cidade. O Aeroporto Internacional Ferenc Liszt situa-se a cerca de 15-20 kms da cidade, e o acesso a esta é rápido e cómodo. 
Chegado a Budapeste, ao sair do terminal tem logo táxis aos dispor e pequenos autocarros que fazem o serviço de transfer. No mesmo local estão também as paragens dos autocarros públicos. O 100E, leva-o, por 900 HUF, directo ao centro da cidade e ai pode apanhar o metro para qualquer ponto da cidade. Mais fácil não há!!!

quinta-feira, 27 de julho de 2017

terça-feira, 11 de julho de 2017

Air France cria pastilhas especiais para aliviar dores de ouvidos

Foram lançadas a 6 de julho e já estão a ser distribuídas em alguns voos da companhia. Fazem o mesmo efeito que todas as outras, mas com sabores especiais. 

Há  várias razões para acharmos as viagens de avião desconfortáveis: ou porque temos medo e não nos sentimos seguros a voar por cima de oceanos sem fim dentro de uma peça de metal; porque o espaço é pequeno e claustrofóbico; ou porque as dores e estalos nos ouvidos provocados pela pressão atmosférica incomodam durante toda a viagem.
Sabendo disto e querendo destacar-se das restantes companhias, a Air France criou uma pastilha para combater o zumbido e aliviar a pressão que sentimos durante o voo. Sim, é apenas uma pastilha elástica, porém é também especial já que os sabores são únicos, originais e tipicamente franceses: macaron de pistácio e leite creme (ou crème brûlée)
A pastilha foi criada em conjunto com a agência BETC e segundo a Air France encarna o “prazer à la française”.
Desde que foi lançada a 6 de julho está a ser distribuída antes das descolagem dos voos entre Paris, Los Angeles e São Francisco, mas também nos salões da Air France nos aeroportos de Paris, no Air France Shopping e na loja Colette. 

Se ficou ficou com água na boca para experimentar estas pastilhas, e não está a pensar voar tão cedo com esta companhia aérea, pode encomendar os dois sabores a partir do site da Air France por 3.50€. 

sábado, 8 de julho de 2017

Preço das Viagens: Lisboa - Amesterdão e Amesterdão - Lisboa

* Lisboa - Amesterdão e Amesterdão - Lisboa
- Comprada no site da TAP, com pagamento por multibanco;
- Comprada em Julho de 2017, para viajar em Março/Abril de 2018;
- Preço 136,44 €

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Os barcos da Uber chegaram à Croácia e vão facilitar as suas viagens

A Croácia tem 1244 ilhas e mais de 1600 quilómetros de costa, por isso explorá-la de barco pode ser uma aventura inesquecível.

A Uber, aplicação para smartphone que liga pessoas que se querem deslocar na cidade a motoristas disponíveis para as levar onde pretendem ir, anunciou um novo serviço que estará disponível na Croácia já este verão – a UberBoat.
A partir de 26 de junho, vai poder visitar a Croácia de uma forma mais simples. A UberBOAT servirá os principais locais de Split, Hvar e Dubrovnik, permitindo que as pessoas possam requisitar barcos de dois tipos para serem levadas de um lugar para outro: um leva até oito pessoas e o outro, o UberBoatxl leva até 12 passageiros. Com este último, poderá fazer uma viagem de meio dia ou de dia inteiro e visitar as ilhas mais próximas. O preço será determinado consoante os quilómetros e combustível, mas uma viagem de um dia ficará mais ou menos em 980 euros.
É muito fácil usufruir deste serviço: basta escolher o destino na aplicação e optar pelo UberBoat ou pelo UberBoatxl. Depois, será atribuído um local de recolha próximo de onde se encontrar e ainda um comandante. Quando lá chegar, terá direito a garrafas de água e coletes salva-vidas.

Revista Volta ao Mundo

quinta-feira, 4 de maio de 2017

SATA tem passe aéreo para visitar todas as ilhas dos Açores

SATA tem tarifa que funciona como passe para visitar as ilhas dos Açores: 3 ilhas por mais de 24 horas e as que se quiser por menos de 24 horas 

Chama-se Air Pass e é, como o nome indica, uma tarifa especial que funciona como um passe aéreo. A criação é da SATA, a companhia aérea regional, que pretende colocar os passageiros a conhecerem quantas ilhas açorianas quiserem. Na prática, os passageiros que adquiram um bilhete através do Air Pass ficam habilitados a fazer três paragens superiores a 24 horas em qualquer aeroporto dos Açores e paragens ilimitadas em qualquer aeroporto desde que não se ultrapassem 24 horas entre a chegada e a partida. 
O bilhete Air Pass não é acessível a residentes nas ilhas, nem a passageiros que tenham conexões com bilhetes charter. Quem viajar sob este regime pode levar uma bagagem de porão até 23 quilos.

Dinheiro Vivo

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Eco-Parque Sensorial da Pia do Urso (Batalha)

A escassos 12 km de Fátima, através da Estrada Nacional 356 que liga à Batalha, o Eco-Parque Sensorial da Pia do Urso é uma das atracções turísticas da região Fátima / Batalha. Trata-se de uma aldeia típica serrana, cujas habitações em pedra e madeira, integram-se na paisagem deslumbrante da serra de São Mamede.


Aqui foi instalado o Eco-Parque Sensorial da Pia do Urso destinado a invisuais, constituindo um conceito inovador que pretende levar a essas pessoas a possibilidade da apreensão do meio envolvente que os rodeia utilizando, para o efeito, os restantes sentidos, particularmente o tacto e o olfacto.
Situado numa encruzilhada de vias romanas das quais se salienta a que ligava a Olissipo (Lisboa) e Collipo (Batalha/Leiria), por aqui passaram em 1385 os exércitos chefiados por D. Nuno Álvares Pereira, provenientes de Ourém a caminho de Aljubarrota e, quinhentos anos mais tarde, as tropas invasoras de Napoleão Bonaparte que deixaram um rasto de destruição e mortandade.
O lugar da Pia do Urso é pródigo em lendas de entre as quais se salienta a que procura explicar a origem do topónimo, segundo a qual, em tempos recuados, um urso que vivia naquelas serranias tinha por hábito ir beber a uma pia originada da formação rochosa existente no local e que ainda hoje se encontra assinalada. Pese embora a explicação não se encontrar historicamente fundamentada, existe sempre algo de verdadeiro na descrição lendária, sendo certo que tendo o urso outrora habitado o nosso país, a espécie apenas veio a ser extinta por volta do século XVIII, apenas sobrevivendo na Península Ibérica alguns exemplares na região das Astúrias.

sexta-feira, 17 de março de 2017

Islândia vai controlar entrada de turistas para não ser "vítima do próprio sucesso"

O país nórdico que saiu da crise com recordes de crescimento quer lidar com o "boom" turístico que, segundo o Governo, ameaça a sustentabilidade de alguns locais. A solução pode estar no aumento ou criação de novas taxas para o turismo.

A Islândia já não é um destino barato para os turistas que a visitam. Mas pode ficar mais caro brevemente, se o Governo levar em diante o seu plano para lidar com o "boom" turístico que ameaça a sustentabilidade de alguns dos tesouros naturais que atraem os visitantes estrangeiros.
Com cerca de 340 mil habitantes, este país nórdico deverá receber mais de 2 milhões de turistas este ano, um número que, segundo o Governo, poderá pôr em causa a manutenção de alguns dos locais mais populares do país, como o lago glacial Jökulsárlón e a famosa Lagoa Azul. A solução? Limitar o acesso a esses locais, ou criar novos impostos para o sector do turismo. Ou ambas.
"O sector e todos nós temos de ter cuidado para não nos tornarmos vítimas do nosso próprio sucesso", afirmou a ministra do Turismo Thordis Kolbrun Reykfjord Gylfadottir, numa entrevista em Reiquiavique citada pela Bloomberg.
Segundo estimativas referidas pela agência noticiosa, o pequeno país nórdico deverá ser o destino de mais de 2,3 milhões de visitantes este ano, um número que compara com apenas 490 mil em 2011, e que tem sido impulsionado pela descida da moeda e pela escolha do país para a filmagem de cenas da série televisiva Games of Thrones.
Para lidar com esta escalada, a ministra pede aos colegas do Governo e à indústria do turismo que sejam "corajosos".  
"Algumas áreas não podem simplesmente receber um milhão de visitantes por ano", argumenta a ministra. "Se permitirmos mais pessoas em alguns locais, estaremos a perder o que os torna especiais - pérolas únicas da natureza que fazem parte da nossa imagem e do que estamos a vender".
Há várias opções em cima da mesa. Entre elas obrigar as companhias de autocarros e operadores turísticos a comprar uma licença especial ou aumentar a actual taxa turística aplicada sobre as dormidas.
Segundo dados do Ministério do Turismo, citados pela Bloomberg, esta taxa rendeu 400 milhões de coroas (cerca de 3,4 milhões de euros) em 2016, valor que deverá subir para 1,2 mil milhões de coroas (cerca de 10,2 milhões de euros) este ano.
O dinheiro proveniente do aumento dos impostos ou das novas taxas seria usado para melhorar as infraestruturas e instalações. "Quando falamos em cobrar pelo acesso, para mim isso tem mais a ver com controlar o número de pessoas que entram em determinados sítios – o que precisamos mesmo de fazer", explicou a ministra. "mas também temos de garantir que os turistas que vêm aqui têm uma experiência positiva durante a sua estadia".
 O turismo, a par com as exportações de peixe e a indústria de alumínio, é uma das maiores fontes de receitas do país que, em 2008, assistiu à falência dos três maiores bancos do país (Glitnir, Landsbanki e Kaupthing).
O colapso do sistema bancário arrancou mais de 10% da riqueza da Islândia em apenas dois anos e mais do que duplicou a taxa de desemprego para o nível recorde de 11,9%.
No entanto, a Islândia foi um dos países europeus que mais depressa sacudiu a poeira da crise, tendo a economia regressado ao crescimento em 2011.
No ano passado, a Islândia cresceu 7,2% (no último trimestre cresceu 11,3%) e o desemprego desceu para cerca de 3%.

Rita Faria - Jornal de Negócios

quinta-feira, 2 de março de 2017

Ponte Filipina - Pedrógão Pequeno


A Ponte Filipina de Pedrógão Pequeno foi construída no século XVII, na altura da coroa ibérica. A data provável para a sua edificação, será entre o período de 1607-1610, e teve como objectivo substituir uma outra pré-existente e que era de origem romana.
A ponte é formada por três grandes arcos, em cantaria e a curiosidade é que a íngreme estrada de acesso só foi construída em 1860, pelo que anteriormente o acesso só se fazia pé ou a cavalo. Quer de um lado quer do outro da ponte, tem cerca de 1,5 km de estrada calcetada, naquela que era, até à construção da Barragem do Cabril, a estrada que ligava a Beira Baixa à Beira Litoral.

A partir de Pedrógão Pequeno é fácil chegar à ponte, mas há que ter cuidado em não tentar ir com o carro muito para baixo, o que pode causar algumas dificuldades depois na hora do regresso. Foi precisamente isso que nos aconteceu na primeira vez que visitamos o lugar, pelo que agora optamos por fazer todo o trilho a pé, e apesar do declive, é sempre um passeio fantástico, rodeado de fantásticas paisagens.

Aldeias do Xisto: Casal de São Simão

Cinco anos depois, voltámos à pequena aldeia de Casal de São Simão, uma pequena e simpática aldeia, situada no concelho de Figueiró dos Vinhos (Leiria) e que pertence à rede das Aldeias do Xisto.
De fácil acesso a partir do IC8, Casal de São Simão não é uma aldeia muito grande, na verdade praticamente apenas tem uma rua, mas é de facto uma aldeia acolhedora, de uma beleza ímpar. Para além das casas particulares, existe também um restaurante, onde se poderá degustar, com as mais variadas delícias regionais. E se isso não bastasse, acrescentar ainda que bem pertinho, junto à encosta desta aldeia, situam-se as Fragas de São Simão, um outro local a merecer uma visita atenta.

Fragas de São Simão - Figueiró dos Vinhos

Da primeira vez que exploramos esta zona, em 2011, tínhamos cometido o erro de ir apenas a aldeia de xisto de Casal de São Simão e por desconhecimento ou desinteresse, não tínhamos ido às Fragas de São Simão. Desta vez emendamos o erro. Saindo de Casal de São Simão, e já depois de termos oportunidade de ter uma vista maravilhosa num miradouro que está bem junto à estrada, descendo mais alguns kms, chega-se às Fragas de São Simão. Facilmente se sabe onde está, pelo intenso barulho que a água faz a bater nas rochas.
E é de facto um sítio bastante agradável, onde a natureza atinge toda a sua plenitude. No meio do emaranhado de vegetação, corre a Ribeira de Alge, que mais à frente se juntará ao Zêzere. A água é de uma limpeza inacreditável, vendo-se na totalidade o seu fundo.
Em seu redor, uma imensidão de loureiros e sobreiros, que dão a este espaço a pacatez necessária para a tornar num local de eleição.

Foz do Alge - Arega - Figueiró dos Vinhos

Bem perto de Figueiró dos Vinhos, ainda que a estrada de acesso não seja das melhores, com muito declive e muitas curvas, fica a aldeia de Foz do Alge, numa bela paisagem natural sobre a bacia do Rio Zêzere. Espaço bastante acolhedor, propício aos desportos no rio (canoagem, jet ski). Com um parque de campismo a servir este espaço, este é um espaço que todos os verdadeiros amantes da natureza não devem perder.

quarta-feira, 1 de março de 2017

Hotel da Montanha - Pedrógão Pequeno

Cinco anos depois e voltamos novamente a ficar instalados no Hotel da Montanha em Pedrógão Grande e novamente ficamos com um sentimento algo contraditório em relação a este hotel. Por um lado,  a sua localização é fantástica, mesmo no cimo de um monte, com uma vista maravilhosa sobre o Rio Zêzere e a barragem do Cabril.
A arquitectura do hotel integra-se no espaço envolvente e aproveita o declive, para de uma forma harmoniosa, ocupar o cimo do monte. Para além da óptima localização e vista, o hotel é de facto acolhedor, com tudo o que se pode pedir para um descanso tranquilo.
Também o atendimento dos funcionários é bastante satisfatório e procuram sempre encontrar a solução para os nossos problemas. No entanto, até pode ser azar ou coincidência, há coisas com as quais ainda não conseguimos acertar neste hotel. Em pleno inverno, é normal ser o spa, a oferta mais interessante deste espaço para quem o procura. Se da primeira vez que ficamos no hotel, recebemos uma chamada um dia antes a informar que o spa devido a uma avaria estava inoperacional, desta vez foi quase o mesmo. Água gelada, jacuzzi também com água gelada, ou seja, novamente inoperacional. Apesar da simpatia das pessoas, que se prontificaram a ver o que se passava, mais uma vez o spa não esteve operacional, e nesta altura do ano bem que tinha sabido bem.
Para além disso, o hotel continua a evidenciar algumas situações que abonam pouco em seu favor e que pensamos com alguma facilidade poderiam ser arranjadas, dando ao hotel, uma melhor harmonia, a foto em baixo ilustra isso mesmo. Também ao nível do restaurante, tínhamos ficado com melhor impressão na primeira vez. Com o 15 € que pagamos pelo buffet, mais bebidas, pensamos que teríamos sido melhor servidos num restaurante no exterior.
Hotel da Montanha
Localização: Pedrógão Pequeno

Para reservas e ver mais opiniões e fotos sobre este hotel, veja aqui!!!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Preço das Viagens: Budapeste - Veneza

* Budapeste - Veneza
- Comprada do site da Easy Jet e paga por cartão de débito.
- Comprada em Janeiro de 2017 para viajar em Setembro.
- Preço 31,91 €

Preço das Viagens: Veneza - Paris

* Veneza - Paris
- Viagem do Aeroporto Marco Polo em Veneza, para o Aeroporto Charles de Gaulle em Paris.
- Compra no ste da Ibéria, em Janeiro de 2017 para viajar em Setembro.
- Preço 42,68 €

Preço das Viagens: Paris - Lisboa

* Paris - Lisboa
- Viagem comprada no site da Tap, pago por multibanco. Trajecto Orly (Paris) - Lisboa.
- Viagem comprada em Janeiro de 2017, para viajar em Setembro.
- Preço: 72,90 €

Preço das Viagens: Lisboa - Budapeste


* Lisboa - Budapeste
- Viagem comprada no site oficial da TAP, em Janeiro de 2017, para viajar em Setembro.
- Pagamento por multibanco, total 140,51 €.

Há um blogue espanhol que está a sortear uma volta ao mundo… com "salário"


O blogue MolaViajar está a sortear uma viagem à volta do mundo e qualquer pessoa pode participar. O prémio? Bilhetes de avião para rodar o globo e um “salário” de 2000 euros. O vencedor pode levar acompanhante.

Os autores do blogue espanhol MolaViajar lançaram este domingo um sorteio para uma viagem em redor do planeta, com bilhetes de avião e salário incluído. Depois de duas voltas ao mundo, Adrián e Gosi decidiram que é chegada a vez de os seguidores terem a mesma oportunidade. Ou pelo menos o feliz contemplado que vir o seu nome sair da tômbola digital.
Para participar no passatempo "Dá a volta ao mundo grátis" basta ter mais de 18 anos, ser subscritor do canal de Youtube do blogue, inserir o primeiro e último nome e respectivo endereço de e-mail. Não há qualquer restrição quanto à nacionalidade ou país de residência. As inscrições no passatempo encerram no dia 31 de Março às 12h CET (menos uma hora em Portugal Continental) e o sorteio é realizado “durante a semana do dia 3 de Abril” (com transmissão em directo nas redes sociais do blogue).
O prémio contempla bilhetes de avião para dar a volta ao mundo; um “salário” para “gastos realizados durante a viagem”, como despesas com alojamento, comida, deslocamentos ou actividades turísticas; uma mala de viagem; e seguro.
Os valores estão dependentes da escolha do premiado: prefere viajar sozinho ou acompanhado? No primeiro caso, o prémio inclui “bilhetes de avião num montante máximo de 2.500 euros”, um salário de “2.000 euros” e seguro de viagem “até três meses”. Se preferir partilhar a aventura com alguém, são oferecidos “bilhetes de avião para duas pessoas num montante máximo de 1.750 euros por pessoa”, o valor atribuído para despesas de viagem desce para “1.000 euros no total” e o seguro de viagem cobre apenas um mês.
Em périplo solitário ou a dois, a volta ao mundo sorteada poderá ter “uma duração mínima de um mês e máxima de quatro” e terá de ser disfrutada até ao final deste ano. A rota será acordada previamente entre o vencedor e a organização, mas vai incluir “alguns destinos fixos”, como Tailândia ou Sidney.
O espanhol Adrián e a polaca Gosia criaram o blogue MolaViajar em finais de 2008, onde partilham aventuras e dicas de viagem. Desde então já deram duas voltas ao mundo – a primeira numa lua de mel de oito meses e a segunda com a filha Daniela, então com cerca de um ano e meio.

Fugas

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Se vai viajar de avião, não publique fotos do bilhete no Instagram


Quem o avisa seu amigo é, assim reza o ditado. A maneira como as transportadoras aéreas processam a informação do passageiro não é a mais segura - e as redes sociais estão a piorar a situação.
Após décadas de progresso tecnológico, as companhias aéreas continuam a ter como garantia seis números codificados num código de barras impresso no bilhete de avião, de modo assegurar que a pessoa é mesmo quem diz ser. Contudo, por causa do Instagram (particularmente com a hashtag #boardingpass) estes códigos de barras são muito fáceis de encontrar.
A vulnerabilidade das informações pessoais na internet já é uma história antiga. Recentemente, o investigador Karsten Nohl fez uma apresentação em lembrou ao mundo o quão inseguro continua o sistema.
Nohl retirou um código de barras diretamente da hashtag e depois usou-o para entrar numa conta pessoal do site da Lufthansa. A partir daí, o investigador conseguiu encontrar toda a informação pessoal do passageiro e alterar os voos à sua vontade. Se alguma pessoa com outras intenções chegasse a este ponto, poderia tentar descobrir o número do cartão de crédito do passageiro.
Os sistemas são complicados, mas a maior informação a reter é simples: o bilhete de avião tem muita informação pessoal codificada num só código de barras. Não é aconselhável tirar fotografias do bilhete e colocá-las online, mesmo depois do avião levantar voo. Isto porque as informações pessoais irão continuar na internet e poderão ser retiradas.
Numa altura em que os telemóveis já podem estar ligados durante o voo, mais vale aproveitar e tirar uma fotografia ao céu e às asas do avião.

SIC Notícias

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Ponte Românica da Redinha (Pombal - Leiria)

Para quem se encontre de passagem na Estrada Nacional 1, bem pertinho de Pombal, existe uma localidade a merecer uma visita. Trata-se da Redinha. Com a sua ponte românica de arcos desiguais bastante bem conservada, e ainda em uso, o espaço do Largo da Guerra Peninsular é um espaço agradável, onde pode fazer uma pausa da sua viagem e desfrutar do espaço, onde abundam as alusões históricas.
Para além da vistosa ponte sobre o Rio Anços, o espaço tem ainda um memorial em memória dos combatentes das Invasões Francesas, assim como uns bonitos ajulejos, dando a conhecer o foral, datado de 1159.


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