quarta-feira, 31 de julho de 2019

Visita à Aldeia Flutuante de Chong Kneas (Siem Reap /Cambodja)

O feed-back que tínhamos e tudo o que tínhamos consultado já nos aconselhavam a não visitar as aldeias flutuantes de Chong Kneas, mas a curiosidade falou uma vez mais alto e lá pegamos nós num Tuk Tuk e fomos ver com os nossos olhos.
Chong Kneas é uma pequena aldeia piscatória na margem do Tomle Sap, o maior lago do Cambodja. Esta pequena aldeia situa-se a poucos quilómetros de Siem Reap, e em pouco mais de meia hora, estávamos na margem de um rio lamacento, que era um afluente do enorme lago. Depois de passarmos pelas primeiras casas em estacas na margem do rio, chegamos a uma zona onde o nosso condutor nos informou que a partir daí, para avançarmos, teríamos mesmo que comprar o bilhete, cujo preço era de 20 dólares por pessoa. 
A nossa intenção inicial era não comprar o bilhete, mas chegados ali, a nossa curiosidade falou mais alto e em má hora o fizemos. A partir dali entramos numa espiral de esquemas e mais esquemas e em má hora nos pusemos neste filme.
Depois de comprarmos os bilhetes, arrancamos num barco com um guia e um motorista, e em pouco mais de meia hora de viagem estávamos a chegar ao lago e a uma zona onde os barcos atracam. Ali, mandaram-nos sair, e numa plataforma flutuante com um bar e alguns pequenos crocodilos e peixes gato em exposição, prontamente o nosso guia nos informou que para entrarmos na aldeia teríamos que pagar mais 40 dólares, pois o barco em que íamos poderia ficar encalhado e teríamos que ir em barcos mais pequenos. Tínhamos acabado de pagar 40 dólares, e ninguém nos informara que ainda havia mais custos. Dissemos que não e aí o guia disse-nos quanto queríamos pagar. Já fartos daquele esquema, dissemos que não pagávamos mais nada, pelo que voltamos ao barco, e depois de uma pequena volta à entrada da aldeia, fizemos o caminho de volta, e o guia que na viagem de ida sempre se mostrou disponível, praticamente não disse uma palavra e passou o tempo de volta dos jogos do telemóvel. Em poucos minutos, e menos de uma hora e meia desde o início estávamos de regresso a terra e 40 dólares mais leves, sem termos visto praticamente nada a não ser um rio lamacento, poluído  e algumas casas na sua margem. 
Sabemos,  pelo que lemos antes e depois, que não perdemos nada em não visitar a aldeia, pois ali essencialmente à uma exploração da mendicidade de crianças para permitir o lucro a alguns traficantes, mas foi caso para dizer que a curiosidade custou-nos 40 dólares e para reforçar a ideia a todos vós que visitem Siem Reap, que esta é uma actividade a evitar.

terça-feira, 30 de julho de 2019

Aeroporto Internacional de Siem Reap

Chegar a Siem Reap, vindo de Banguecoque, é uma enorme surpresa. O Aeroporto Internacional de Siem Reap é bastante pequeno, e na altura em que chegamos para terem uma ideia, só estava o nosso avião nas pistas. Pelo que podemos perceber, entre partidas e chegadas, não existem mais de 20 vôos por dia em Siem Reap.
O acesso das pistas às zonas de apoio é super rápido, e depois de passar pela complicação dos vistos, rapidamente estamos fora do aeroporto. O aeroporto está relativamente perto da cidade e de táxi ou tuk tuk, em menos de meia hora, está-se em qualquer zona da cidade.

Visto para o Cambodja

Quando pensamos incluir o Cambodja na nossa aventura asiática de 2019, cedo começamos a perceber que a obtenção do visto para o mesmo não era uma coisa linear.
Depois de aprofundarmos a pesquisa e de numa primeira fase termos tentado on-line, acabamos por optar por obter o visto presencialmente à entrada no mesmo e tal só veio confirmar as artimanhas para obter o mesmo.
Entramos por Siem Reap. e o valor do visto para os três era de 90 dólares. Como não tínhamos dólares (erro nosso), acabamos por pagar em euros, e curiosamente mesmo sendo o euro mais forte em relação ao dólar, acabamos por pagar 105 euros, e sem direito a qualquer explicação. Aconselhamos pois a levarem dólares trocados e mesmo no país em muitas zonas é mais fácil pagar em dólares, que propriamente na moeda local. Para além disto, tinham-nos falado na necessidade de ter fotos tipo passe. Não apresentamos nenhuma, embora nas filas muitas pessoas as tivessem e também não nos pediram, pelo que acabamos por não perceber bem para quer seriam necessárias. O visto é válido por um mês.

segunda-feira, 29 de julho de 2019

Angkor Heart Bungalow

Para a nossa estadia em Siem Reap optamos por ficar no Ankor Heart Bungalow e melhor opção não podíamos ter tido.
O Angkor Heart Bungalow é um conjunto de bungalows em madeira, cercados por muita vegetação o que torna o espaço super acolhedor. Para além disso, o espaço dispõem de duas piscinas super agradáveis. Provavelemnte em todas as viagens que fizemos, apanhamos poucos espaços com a qualidade/preço deste, e de certeza que nunca apanhamos funcionários com a mesma simpatia e disponibilidade. Simplesmente impecáveis.
Não estando mesmo na zona central da cidade, fica perto e o transfer é assegurado por cuidadosos condutores de Tuk Tuk, sendo o serviço em alguns horários do dia gratuito, e quando não é, não é dispendioso. A quem visitar a cidade e procure uma acomodação numa zona tranquila, aconselhamos imensamente.

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Transfer Barcelona - Aeroporto

Com muitas opções disponíveis de transfer desde o Aeroport El Prat até ao centro de Barcelona, optamos pelo transfer no Aerobús. Fácil e rápido. Na saída do aeroporto é intuitivo o lugar para apanhar o mesmo. O bilhete custa 5,90 €, existe uma máquina onde se pode comprar com cartões, ou então está um funcionário a vender os mesmos. De dia, 5 em 5 minutos está um a partir para o centro e em cerca de 30-35 minutos estamos confortavelmente na Praça da Catalunha, zona central da cidade.

Alojamento em Barcelona - Don Moustache Boutique Hostel

Normalmente somos cuidadosos e não costumamos deixar para muito em cima das datas de partida a marcação da estadia nos lugares onde vamos. Desta vez, no entanto, fomos vendo preços, mas tardamos em efectivar a marcação e quando demos por ela, muito do que tínhamos visto,  já estava esgotado. 
Com a escolha já limitada, acabamos por marcar no Hostel Don Moustache, em zona central, bem perto da Praça da Catalunha. Com uma criança pequena, marcamos um quarto com casa de banho privada.
No entanto, apesar de em sites como o Booking a generalidade deixar boa critica ao Hostel, foi de longe o pior em que estivemos até hoje e onde claramente não justificou o preço gasto. Apesar de Hostel, uma vez termos optado pelo quarto, o preço ultrapassou os 100 euros, o que foi claramente demasiado, para o que nos ofereceram. Quarto sem janela, sem televisão, e metido entre duas portas de chuveiros, o que levava a que toda a noite dormíssemos ao som de pessoas a tomar banho. Mais ainda, o quarto não estava identificado e muitas vezes as pessoas tentavam entrar no mesmo, pensando ser os chuveiros. Para além disso, limpeza a deixar muito a desejar em todo o espaço. O que estranhamos mesmo, é ver no Booking quase tudo com criticas positivas. Será que o problema foi nosso?

segunda-feira, 22 de abril de 2019

On Tour Suiça e França - Pequeno Tour de 3 dias


1ºDia - Lisboa - Genebra - Lausanne - Neuchâtel - Morteau
Estando numa fase em que a nossa vida profissional não nos permite grande disponibilidade para férias, vamos ainda assim procurando algumas pontes no calendário e assim conseguir tirar alguns dias.
Desta vez optamos por dar um saltinho à charmosa Suiça. Voo pela Easyjet, e o plano inicial era alugarmos uma caravana para estes três dias em terras helvéticas. Marcamos o voo muito atempadamente e com o passar dos dias fomos-nos apercebendo que não seria fácil conseguir uma caravana para um período tão curto de estadia. Queimamos as hipóteses todas que fomos tendo, até que chegamos a uma fase em que tínhamos que tomar decisões e foi aí que chocamos com o elevado preço das estadias na Suiça. Uma exorbitância mesmo.
Perante isto, avançamos para o Plano B. Como tínhamos um carro alugado, e as zonas onde pretendíamos ir eram bem perto da fronteira, optamos por marcar as estadias em França e assim poupamos uma boa fatia no orçamento. 
Depois de um voo tranquilo até Genebra, rapidamente pegamos no carro que tínhamos previamente alugado no site Rentalcars, e seguimos rumo a Lausanne. Aí, tempo para mais um choque relativamente aos preços deste simpático país, e um simples almoço no Mc Donalds, conseguiu chegar a valores que em Portugal,  dariam para repetir o mesmo almoço duas as três vezes. Adiante. Tempo para explorar a cidade capital do Cantão do Vaud. Lausanne é uma cidade bastante viva (comparando com as cidades vizinhas), vê-se muita gente nas ruas, e principalmente muitos jovens. Depois de uma passagem rápida pelo centro histórico, focamos-nos na zona de Ouchy, que é uma zona com origem numa vila de pescadores e que agora se transformou numa bonita e aprazível zona urbanizada: ás margens do Lago Léman. O bonito Castelo d'Ouchy, do séc XII, marca a paisagem, mas toda a zona convida ao passeio e ao relax, e tivemos ainda a sorte de poder apreciar, em plena zona de Ouchy, a uma actuação de rua da Tuna de Medicina da Universidade do Porto, que com o seu mítico "Estava a assar sardinhas..", levou ao rubro a enorme plateia que ali se juntara.
Depois de Lausanne, seguimos para Neuchâtel, cidade que também ela fica na margem de um Lago, o lago com o mesmo nome. Inserimos Neuchâtel no nosso roteiro, sem grandes expectativas, talvez porque se encaixasse bem no que queríamos fazer no dia seguinte. No entanto, talvez porque as expectativas não fossem muitas, a cidade acabou por nos deixar boa impressão. Sem a vida e o movimento de Lausanne, Neuchâtel tem um rico património arquitectónico, onde se destaca a sua igreja e castelo, ambos da Idade Média. Visitamos a um feriado, com a cidade bastante deserta, mas certamente em dias úteis terá muito mais movimento. 
Num dia que estava a ser uma maratona (tínhamos saído de casa cerca das 3h00 da manhã) era altura de seguirmos rumo a França, mais concretamente a Morteau, onde iríamos dormir. O que parecia ser fácil, cerca de 40 km, veio a revelar-se uma autêntica tortura :). Não tínhamos feito o trabalho de casa e aceitamos como válida a primeira hipótese que o GPS nos apresentou e quando fomos a dar por ela, estávamos em plena montanha, em caminhos que até os rebanhos teriam dificuldades em andar. Com a noite a cair e com as estradas com muito gelo e muita neve a derreter, finalmente e após uma viagem tipo caracol, onde certamente outros condutores nos apelidaram de nomes nada agradáveis, lá chegamos a Morteau. O espaço onde ficamos era longe de ser luxuoso, mas após mais algumas peripécias na recepção, lá estávamos nós no nosso quarto com duas belas pizzas caseiras e prontos a recuperar forças para o dia seguinte.

2ºDia - Morteau - Neuchâtel - Berna - Friburgo - Maison Cailler - Gruyérs - Montreaux - Chamonix
Repostos do cansaço do dia anterior, altura para nos abastecermos ainda em França e voltarmos novamente à Suiça. Desta vez, acertando no caminho mais rápido, num instante estávamos de volta a Neuchâtel, a caminho de Berna. 
Berna é a capital da Suiça e certamente poucas cidades conseguiram manter um centro histórico tão bem preservado e intacto. O ar medieval da cidade, com os seus muitos chafarizes e suas muitas fachadas de arenito, ruas estreitas e torres históricas, possui uma característica única. O elevado Jardim das Rosas, acima do Fosso dos Ursos, e a plataforma da torre da catedral, medindo 101 metros de altura, oferecem a melhor vista para o centro histórico, em volta do qual flui o rio Aare. Também os seus acolhedores mercados de rua nos deixaram a salivar e já a caminho de Friburgo, nada como fazer uma pausa, e com as montanhas como fundo, desfrutar de uma excelente refeição. 
Seguimos para Friburgo, mas com excepção da Catedral, com o seu enorme pináculo, a cidade não nos deslumbrou e com horas contadas, optamos por seguir para Maison Cailler, onde fomos visitar a Casa Cailler, a Fábrica de Chocolate. A duração da visita é de cerca de 1 hora, e sinceramente não nos impressionou. É feito um resumo de todo o processo que culmina com o chocolate em nossas casas, mas apesar de algum relativo interesse, esperávamos uma visita mais interactiva, mais dinâmica e menos comercial. Não deslumbrou.
Como acabamos por demorar menos tempo que o previsto nesta visita, e como no caminho até lá um morro com um castelo nos tinha chamado a atenção, decidimos-nos por-nos a caminho. E em boa altura o fizemos. Viemos a descobrir que era Gruyérs, uma cidadesinha medieval, com um vistoso castelo numa das pontas. É assim como recuar no tempo, faz-nos lembrar um pouco Óbidos, mas acaba por ser mais bonita ainda, porque a cidade é mais pequena e mais concentrada, acabando por fazer uma praça medieval verdadeiramente encantadora, e para mais com uma vista magnífica para as montanhas. Quem se perder por estes lados não deve desperdiçar a oportunidade de conhecer esta cidade medieval.
E era altura de voltarmos à estrada e desta vez para visitarmos Montreaux, e que cidade encantadora. Montreaux encontra-se abrigada por uma baía no Lago de Genebra, e tem os majestosos Alpes como fundo. É desta simbiose, que nasce uma cidade encantadora e que certamente não deixa ninguém indiferente. Não encontramos aqui o movimento e irreverência de Lausanne, mas encontramos uma cidade verdadeiramente charmosa e que convida aos passeios melancólicos nas bem cuidadas margens do Lago. Cada canteiro desta zona é uma verdadeira obra de arte e toda a paisagem deixa marcas em quem a visita. Tivemos oportunidade de jantar na margem do Lago, com um pôr do sol, daqueles que certamente vai demorar anos até esquecermos...
Caída a noite, altura de mais uma vez seguirmos para a estrada e desta vez rumo a Chamonix, onde passaríamos esta noite. E o percurso foi uma vez mais uma desagradável surpresa. Depois de muitos kms de boas estradas e paisagens de cortar a respiração, a parte final do percurso é feita por estradas verdadeiramente íngremes, e de bastante difícil passagem, mas lá acabamos por chegar a Chamonix.

3ºDia - Chamonix - Annecy - Genebra - Lisboa
Como tínhamos chegado a Chamonix já bem de noite, tínhamos acabado por não perceber na sua plenitude, na beleza do lugar a que estávamos a chegar. Manhã cedo, e com o abrir das janelas do quarto, veio a primeira boa surpresa. Que paisagem fantástica, com os Alpes como fundo, Chamonix é na verdade uma daquelas cidades de conto de fadas. Tudo é charmoso nesta cidade e mesmo para quem (como nós), não vá praticar desportos de inverno, a cidade não deixa ninguém indiferente. No entanto, toda esta beleza se paga, e nada é barato em Chamonix, mas para quem vinha da Suiça, já com os preços super inflacionados, o choque não foi tão grande.
Depois de Chamonix, tempo para voltar à estrada e serpentear os Alpes rumo a Annecy. Sempre acompanhados por paisagens de beleza ímpar, e desta vez sempre por auto-estrada, num pulinho estávamos na "Veneza dos Alpes". É mais uma daquelas cidades que convida ao passeio a beira um Lago de águas límpidas, e a perdermos-se pelas suas imensas ruelas que se cruzam e dão à cidade um ar medieval e acolhedor. Annecy é muito mais do que a zona à beira Lago, e do que a sua parte histórica. É toda uma cidade harmoniosa, à beira dos Alpes plantada, e onde as principais atracções estão bem perto umas das outras, o que permitem fazer todo o percurso a pé.
Mas o relógio não parava e era altura de voltarmos a Genebra e aproveitarmos as últimas horas, antes de devolvermos o carro e apanharmos o voo de regresso a Lisboa. A cidade francófona de Genebra situa-se na baía onde o Ródano se despede do Lago Genebra. Com tradição humanitária e atmosfera cosmopolita, a sede europeia da ONU e o quartel general da Cruz Vermelha é conhecido como a "capital da paz". O Lago marca profundamente a paisagem da cidade e o seu enorme repuxo é uma marca incontornável da cidade. Sendo a segunda maior cidade da Suiça, só atrás de Zurique, Genebra não tem a pacatez e encanto de cidades como Lausanne e Montreaux, mas acaba por compensar isso com o seu ar internacional e sobriedade.
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O que voltávamos a fazer:
- Com as estadias exorbitantes na Suiça, e sendo quase tudo zonas de fronteira onde fomos, foi boa a ideia de pernoitar sempre em França. Com as estadias aí, e também o abastecimento de compras, conseguimos poupar algumas boas dezenas de euros e aliviar assim o orçamento à viagem;
- Fazer um Tour por várias cidades e não ficar apenas por uma cidade. Gostamos de andar de carro, conhecer locais menos conhecidos e o facto de nos deslocarmos em carro próprio e sem depender de transportes, deu-nos enorme liberdade;
- Aquele pic-nic / jantar nas margens do Lago Genbra, em Montreaux, ao pôs-do-sol...que maravilha...;

O que não repetíamos:
- Tínhamos mais cuidado na selecção dos percursos, de forma a evitarmos meter-nos em atalhos, principalmente nos percursos Suiça-França. Aquele percurso de Neuchâtel para Morteau foi digno de um filme. Andamos em sítios impensáveis, estradas desertas, estreitas, íngremes e com muita neve a derreter. Um autêntico pesadelo, quando bem perto tínhamos estradas excelentes a fazer o mesmo percurso. Culpa do GPS e de uma má preparação do percurso. Felizmente correu tudo bem, mas um azar naquelas estradas desertas, daria-nos pano para mangas;
- Aquando da reserva do carro, tínhamos mais atenção ás letras pequeninas e víamos com atenção se o carro poderia circular sem custos por outros países. Poupávamos algum dinheiro, pois tivemos um custo adicional para poder ir para França. Outra opção, era no levantamento não dizer que quereríamos ir a França, mas não sabemos ao certo que consequências poderia ter;

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domingo, 21 de abril de 2019

Annecy (França) - A Veneza dos Alpes


Depois de um amanhecer com as esplendorosas montanhas de Chamonix como fundo, e a caminho do Aeroporto de Genebra, fizemos um pequeno desvio, e fomos visitar a charmosa cidade de Annecy. O trajecto é super rápido, sempre por auto-estradas, pagamos cerca de 7,50 € de portagens.
Arranjar estacionamento em Annecy, também foi relativamente fácil, basta sair um pouco da zona mais turística e facilmente no meio das zonas residenciais se consegue estacionamento gratuito.
E Annecy é de facto uma cidade bastante encantadora e claramente a merecer uma visita. Rapidamente percebemos porque a apelidam de Veneza dos Alpes. A cidade é rodeada por dois rios, que formam diversos canais. Bem "escondida" entre os Alpes e bem perto das fronteiras com a Suiça e Itália, Annecy é uma pérola pronta a ser descoberta a cada esquina e a cada passo.
Para além do Palais d'Isle, talvez o monumento mais fotogénico da cidade, Annecy é muito mais do que isso. É toda uma zona histórica preenchida com casas pitorescas e a merecerem um olhar cuidado, para além de um majestoso lago (o segundo maior de França), que impressiona pela limpidez das suas águas. 

sábado, 20 de abril de 2019

Hotel La Croix Blanche

Com os preços das estadias na Suiça super inflacionados, e após uma análise detalhada à zona, optamos por passar a nossa segunda noite em Chamonix. Era relativamente perto de Annecy, onde pretendíamos ir, e assim, aproveitávamos e conhecíamos uma das cidades mais charmosas da zona dos Alpes.
Optamos pelo Hotel La Croix Blanche. Não é um Hotel sumptuoso, mas tem o conforto e a localização (bem central), que pretendíamos para a nossa estadia. O preço/qualidade de serviço, satisfez-nos plenamente, e só o elevado custo do pequeno almoço destoou um pouco, mas ali, paga-se não só o serviço, mas também a vista. Para quem tiver interesse, deixamos em baixo o link.
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sexta-feira, 19 de abril de 2019

Hotel Espace Morteau


Depois de um caminho super sinuoso, lá chegamos a Morteau e ao Hotel que tínhamos reservado. O Hotel estava longe de ser luxuoso, mas apenas 10 km da fronteira com a Suiça, e numa cidade bastante acolhedora e calma, pareceu-nos a solução perfeita para conseguirmos poupar uns euros.
E assim foi. Depois de alguma peripécias a fazer o chek-in, com a recepcionista a não falar uma ponta de inglês, mas recorrendo a ajuda de uma outra hóspede, lá se resolveu. E com um extra, bem juntinho ao Hotel, existe uma pizzaria caseira, com umaspizzas maravilhosas e que nos ajudaram a embalar para uma noite de descanso mais que merecida,  depois de um dia em que se tinhamos levantado ás 3 da manhã.

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Morada:
Hotel Espace Morteau
10, Chemin du Breuille
BP 32077
25502 - Morteau
França

Aluguer de Carros: Genebra

Como é hábito para nós, para os três dias em que estivemos pela Suiça e França, voltamos a alugar carro através do site Rentalcars. Desta vez, das propostas que o site nos apresentou, acabamos por optar por um carro através da empresa Dollar, tendo pago cerca de 180 euros, um preço um pouco acima dos últimos alugueres que tínhamos feito (Veneza e Amesterdão).
Chegados a Genebra, à saída do aeroporto, a zona das Rent a Cars fica do lado direito ao fundo, e a Dollar é representada na Suiça pela empresa Hertz. Após nos terem cobrado mais 35 € extra por pretendermos ir à França, a papelada foi rápida e com as burocracias normais, pelo que depois apanhamos um autocarro,  que em cerca de 5 minutos nos deixa no estacionamento, onde estão os carros. No caso da Suiça, onde é necessária uma vinheta para a auto-estrada, o carro já a tinha, pelo que em território Suíço, não pagamos um único euro em portagens.

terça-feira, 2 de abril de 2019

Mercados icónicos de Barcelona travam turistas


Para controlar os números de visitantes, depois de La Boquería e Santa Caterina também o Mercado de Sant Antoni começa a impor restrições a grupos de turistas e a visitas guiadas. E quem incomodar é expulso.
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Que Barcelona vive invadida por turistas, não é novidade – mas vejamos os números: 1,6 milhões de habitantes para 20 milhões de visitantes anuais. A desproporção é tal que o dia-a-dia na cidade condal há muito que deixou de ser comum – incluindo uma simples ida ao mercado. Os mercados de frescos de Barcelona não foram concebidos como ponto turísticos (tal como o Parc Guell, por exemplo, que deixou de ser o parque público que é na realidade para se tornar numa espécie de museu, com limitação e pagamento de entradas), mas há muito que alguns deles caíram em graça e tornaram-se parte do circuito de visitantes que fazem tudo menos comprar.
Em 2015, as autoridades locais deram ouvidos aos comerciantes e começaram por limitar o acesso a dois dos mercados mais emblemáticos, La Boquería (que continua a ser, em plenas Ramblas, o mais visitado) e Santa Caterina; as medidas foram, entretanto, apertadas e agora estendem-se também ao mercado de Sant Antoni, que reabriu há um ano depois de obras de remodelação prolongadas. Há novas agora regras para visitar os três mercados – continua a não ser obrigatório comprar nada, mas é obrigatório não atrapalhar quem faz aqui trabalha e compra.
Esqueçam-se, portanto, visitas a qualquer dos mercados de grupos de 15 ou mais pessoas com guia às sextas-feiras e sábados (até 30 de Outubro, mas com flexibilidade para se impor a proibição se se verificarem situações de aumento imprevisto de visitantes). Em Sant Antoni e na La Boquería, aliás, os seguranças poderão “escoltar até ao exterior” grupos de menos de 15 pessoas que provoquem aglomerações nos corredores e impeçam “a circulação normal” dos clientes nas bancas ou a atenção ao público em “condições adequadas” por parte dos comerciantes, afirmou o responsável autárquico do Turismo, Comércio e Mercado, Agustí Colom, ao jornal La Vanguardia.
E, a exemplo do que já se passava com Santa Caterina, os seguranças também podem agora convidar a saírem dos recintos pessoas que manipulem alimentos para fotografias, que comam ou bebam fora dos espaços destinados a esse efeito ou que tenham atitudes pouco cívicas que afectem o funcionamento normal dos mercados. Esta regra foi, aliás, alargada aos outros mercados a pedido dos próprios comerciantes, que perceberam como funciona de forma dissuasora e torna mais fácil a convivência.
E é mais um pequeno passo para evitar o que no livro Odio Barcelona, de 2008, uma série de escritores (nascidos ou estabelecidos em Barcelona) chamava de “colapso turístico” de uma cidade que soube vender bem os seus encantos ao mundo e com isso se transformou em pesadelo para os que nela vivem.

Andreia Marques Pereira - Jornal Público

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Guiness Storehouse

Não fizemos grandes planos para a nossa viagem a Dublin. O tempo era bastante escasso, pelo que nos deixamos ir no decorrer dos acontecimentos. No entanto, lá no fundo, a visita ao Museu da Guiness era uma das possibilidades que tínhamos para estes dias e em boa hora o fizemos. 
Da zona onde estávamos, perto da Catedral de St Patrick, facilmente se chega a pé à Fábrica da Guiness. Ao chegarmos, deparamos-nos com uma fila enorme, mas ao contrário do que possamos pensar, em poucos minutos estamos no hall para comprar os bilhetes. Se tivéssemos optado por comprar on-line, o preço era ligeiramente inferior e o acesso à Fábrica, mais rápido. Aconselhamos a quem pense visitar, a fazê-lo.
Depois de alguns minutos, estávamos no interior da Fábrica/Museu e a partir daqui, não paramos de nos surpreender. Depois de uma primeira fase, em que podemos ver a evolução da fábrica e da forma como a cerveja era feira, passa-se para uma fase de bares, onde se dá lugar à experimentação das várias cervejas da marca Guinesse, sempre ao som de boa música e excelente ambiente. Depois de um enorme bar, com excelente animação de uma DJ, e onde hora a hora, existe uma cerveja nova para provar, segue-se um bar com uma banda típica de música irlandesa e para finalizar, no topo, mais um bar, desta vez com uma vista a 360º sobra a cidade. Adoramos tudo.

sábado, 22 de setembro de 2018

Parque de Campismo de Valbom


Quando vamos para a zona de Sesimbra, o que fazemos normalmente uma vez por ano, temos o hábito de pernoitar no Parque de Campismo de Valbom, na Charneca da Cotovia, a poucos kms de Sesimbra.
Optamos pela estadia em Bungalows, sendo que o preço/qualidade fica bem em conta. O Parque está situado numa zona bastante calma e dispõem de bastantes sombras e muita acalmia. Para além disso, tem uma excelente piscina, que faz a delícia dos miúdos. Nos bungalows, temos direito a pequeno almoço incluído, que é tomado no café do campismo, e é uma coisa que este ano melhorou muito em relação aos anos anteriores.

Sesimbra numa manhã de nevoeiro


quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Ryanair passa a cobrar pela bagagem de mão

A partir de novembro, a companhia aérea de baixo custo Ryanair vai passar a cobrar entre seis e dez euros por um serviço que até agora era gratuito: transporte de bagagem de mão com peso até dez quilos.

Segundo a agência Reuters, os passageiros apenas poderão levar uma pequena bolsa a bordo, que será colocada debaixo do banco da frente. Para levar uma mala com peso até dez quilos, os passageiros podem optar por colocá-la num armário a bordo, pagando entre seis e oito euros; ou, a troco de oito a dez euros, no porão. A Ryanair justifica a mudança com os atrasos causados pela bagagem de mão.

terça-feira, 21 de agosto de 2018

Escapadinha de Páscoa pela Holanda e Bélgica


Aproveitando os dias de descanso na altura da Páscoa, e tendo encontrado um preço "engraçado" pela TAP, achamos ser chegada a hora de regressarmos a Amesterdão, uma das cidades que nos deixara uma excelente impressão na primeira vez que visitamos a cidade.
Não sendo a primeira vez em Amesterdão e tendo já na anterior visita visitado os sítios mais emblemáticos, desta vez optamos por juntar a Amesterdão, Zaanse Schans, Roterdão, Gent, Bruges e Antuérpia.
Assim no primeiro dia completo na cidade, optamos por usufruir da mesma. Modo relax, usando e abusando das muitas esplanadas e da boa cerveja. Tempo também para um passeio de bicicleta pelo sempre apetecível Vondelpark e pela zona dos museus. É impossível ficar indiferente à boa onda da cidade, e quem não imaginou já trabalhar ali?
Depois de uma noite mal passada, pelo facto de não termos acertado com o Hotel e a localização do mesmo, fomos levantar o carro que tínhamos alugado e rumamos a Zaanse Schans. A partir de Amesterdão, Zaanse Schans fica apenas a cerca de 20km, num trajecto sem qualquer portagem. De entrada gratuita, Zaanse Schans é um espaço que tenta recriar uma antiga cidade holandesa, com os seus diversos ofícios e a natural imponência dos seus moinhos. Um lugar a visitar.
De seguida e a caminho de Roterdão, optamos por fazer um pequenos desvio e tentar visitar Keukenhof, a verdadeira meca das Tulipas. Mas tal como imaginamos, para quem vai com tempo contado, Keukenhof não é o local indicado. A custo e com muito trânsito, conseguimos chegar junto às imediações do espaço, mas optamos por não entrar, pois dava para imaginar que nunca iríamos conseguir ter uma visita rápida e isso iria por em causa todos os nossos planos de visitas. Optamos por seguir rumo a Roterdão. Rápido e novamente sem pagarmos um cêntimo de portagens, chegamos rapidamente a Roterdão, uma cidade que se desenvolveu à sombra do seu porto, desde à séculos um dos mais importantes de Europa. Roterdão é uma cidade charmosa, onde contrasta um antigo com o moderno. Tivemos oportunidade de conhecer a zona junto ao porto, e a zona centra, onde as suas casas cúbicas, despertam a curiosidade dos muitos visitantes. Também junto a esta zona e no edifício belíssimo, existe um mercado com muita oferta gastronómica capaz de deixar qualquer um de boca aberta.
Mas o nosso dia, tinha ainda uma outra visita programada, pelo que era hora de nos colocarmos à estrada. Entramos na Bélgica e Gent foi o nosso destino. Poucas vezes falada em comparação com a sua vizinha Bruges (onde também iremos), Gent surpreendeu-nos bastante. O Centro Histórico é uma verdadeira relíquia, super acolhedor e que certamente merecerá um regresso um dia destes.
Com a visita a Bruges agendada para o dia seguinte, optamos por ir para o nosso alojamento, de forma a prepararmos o dia seguinte. Optamos por Jabbeke, uma pequena vila perto de Bruges e onde conseguimos um preço mais engraçado e com outras mordomias que certamente não conseguiríamos em Bruges.
O dia seguinte acordou com temperaturas desagradáveis e a ameaçar chuva. Tememos que nos viesse a prejudicar na visita a Bruges e tal veio infelizmente a concretizar-se. Após pouco tempo em Bruges, e tendo apenas oportunidade de visitar algumas zonas centrais, levantou-se uma enorme tempestade, muito vento e chuva e a visita tornou-se completamente inviável, pelo que optamos por regressar à Holanda, tentando fazer ainda uma estratégica passagem por Antuérpia. Assim foi, com algumas melhorias no tempo, conseguimos fazer uma visita relâmpago a Antuérpia, mas no meio de alguns percalços dignos de quem viaja com crianças, acabamos por seguir para a Holanda, de forma a entregarmos o carro e rumarmos a Portugal. 

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Links que lhe podem ser úteis:

Tomar à boleia do Festival Bons Sons

Aproveitando a boleia do Festival Bons Sons 2018, e com estadia no Hotel Templários, demos um saltinho a Tomar e tentamos disfrutar do melhor que a cidade à beira do Nabão nos tem para oferecer.

Hotel Restaurante Old Bridge (Amesterdão)

Quem já pesquisou sobre Amesterdão, certamente, tal como nós, teve oportunidade de ver que é uma cidade a nível de alojamento cara. A par disso, chegávamos a cidade bastante tarde, pelo que optamos por um alojamento o mais perto possível da Central Station.
Depois de algumas buscas, optamos pelo Hotel Restaurante Old Bridge. No entanto, apesar da simpatia dos funcionários, o Hotel é muito pouco acolhedor, com umas escadas infernais, principalmente para que se deliciou ao longo do dia com a bela cerveja holandesa. Além disso, devido à sua localização, durante toda à noite existe muito barulho e conseguir dormir ali é quase um milagre. Não aconselhamos.

Holidaypark Klein Strand, Jabbeke, Bruges (Bélgica)

Com os preços para Bruges altamente inflacionados e tendo nós carro, optamos por nos alojar em Jabbeke, uma pequena vila a cerca de 7 kms de Bruges. Escolhemos o Holydaypark Klein Strand, que no fundo é um parque de campismo que aluga Bungalows. 
Nada a apontar, os Bungalows são recentes, limpos e oferecem tudo o que possamos precisar, com a vantagem de ficarmos com o carros mesmo à entrada da nossa dormida. Pelo que conforto que tivemos, pelo preço mais baixo que pagamos, não nos arrependemos da escolha, com o extra ainda deste Parque ter um Restaurante Chinês fantástico e onde comemos da melhor comida chinesa que já tivemos oportunidade de saborear.

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Breves dicas acerca do Hotel Grand Bahia Principe Punta Cana e da República Dominica

Algas - Não tivemos sorte nesse aspecto. Apesar de todos os esforços dos resistentes funcionários do hotel, nos dias em que tivemos em Punta Cana, as algas em grande número foram sempre uma presença e tornavam pouco apetecidos os banhos na praia. Do que vimos depois, nas viagens que fizemos pela ilha, Samaná e Bayaibe não estavam tão afectados por esta autêntica praga, que a continuar assim, vai certamente no futuro afastar muita gente das praias de Punta Cana.
Animação - Bons espectáculos de animação, apenas com o senão de nessa zona haver uma grande quantidade de insectos e o mais normal é sair-se de lá completamente picado. Pode ter sido azar o nosso, mas nos dias que estivemos lá, fomos autênticos banquetes para insectos.
Bebidas - Boa cerveja. Bebidas nacionais também de boa qualidade.
Capitão Gringo - Que bela surpresa. Depois de vermos os preços apresentados pela Soltur para a Ilha Saona, depressa contactamos a empresa Capitão Gringo pelo Facebook e marcamos por esta empresa. Com o preço a ser menos de metade, e apesar de todo o feed-back que já tínhamos, ficou alguma desconfiança, mas que rapidamente foi ultrapassada. Pessoal todo 5 estrelas, animação constante e muito, muito Rum. Recomendamos a todos.
Cayo Levantado - Bela surpresa. No pacote da ida a Samaná, estava também a ida a este Cayo. Apesar de grande parte ser ocupado por um Resort, o que sobra tem paisagens fantásticas e que em beleza chega mesmo a rivalizar com a Ilha Saona. Recomendamos, além de que aí tivemos oportunidade de beber um pinacolada simplesmente divinal.
Dimensões - Muitas vezes o enorme tamanho deste Hotel deixa muitas pessoas de pé atrás, mas na verdade isso acaba por nem ser um problema. Lá dentro, o hotel dispõem de um excelente circuito interno de transportes e em 5 minutos praticamente estamos onde queremos.
Dominicanos - Povo que nos surpreendeu pela positiva. Exageradamente religiosos  de uma forma geral, mas sempre educados e sem nunca porem em causa a nossa segurança e boa disposição. Bastante comunicativos e interessados.
Excursões - Das muitas excursões que podíamos fazer na Ilha, optamos pelas idas a Samaná e Ilha Saona. Não se arrependemos, ambas nos proporcionaram excelentes momentos. A ida a Samaná é mais cansativa. Autocarro, barco e novamente autocarro. Mas se é difícil lá chegar a partir de Punta Cana, a sua beleza não deixa ninguém indiferente e logo se esquece o tempo que demorou a chegar lá. Quanto à Saona, é de facto um lugar bonito, de acesso relativamente fácil e feita pelo Capitão Gringo, certamente animação não faltará.
Funcionários - Todos 5 estrelas. E não é daquelas simpatias a fazer-se à gorjeta. Não, são pessoas de facto de uma humildade e simpatias contagiantes.
Ilha Saona - Vale sem dúvida a visita. Praias bastante bonitas, curiosamente sem pessoas em excesso e com excelentes lugares para quem gosta de fazer mergulho. 
Internet - No Hotel apenas na zona do Hall existe Internet grátis. Fora dessa zona, a Internet é paga, pelo que não é de estranhar que muito pessoal se amontoe na zona do hall, na procura das novidades diárias.-
Orbest - Viagem tranquila, tripulação competente. Apenas uma breve ressalva, para viagens tão longas, talvez fosse simpático os aviões terem écrans individuais. 
Praia Rincón - Não foi fácil chegar lá, mas valeu bem a pena. Uma hora e meia de autocarro, uma hora de barco e mais uma de autocarro todo terreno. É um paraíso e o seu difícil acesso, talvez seja o segredo para manter aquela pureza e virgindade tão adorável.
Restaurantes - Apesar do hotel ser enorme, os muitos restaurantes espalhados pelo gigante resort, faziam com que não existissem grandes esperas. Funcionários, todos sem excepção, super simpáticos, comida boa e variada, nada a apontar.
Restaurantes Temáticos - Com muito pouca qualidade. Tivemos em três restaurantes temáticos, o de comida nacional dominicana, o mexicano e o de peixe. Apesar da simpatia dos funcionários, nenhum deles nos deixou saudades. 
Samaná - Na excursão que fizemos a Samaná, a impressão que ficamos foi Top e certamente nos ficou alguma mágoa, por não termos optado por este destino em detrimento de Punta Cana. Muito verde, praias fantásticas e sem algas, e um povo super simpático.
Segurança - Sentimos em todos os locais que visitamos fora do hotel, sempre a máxima segurança. Os dominicanos são de facto um pouco simpático e não se tornam chatos por serem demasiado insistentes para vender. São simpatia pura.
Soltur - Se quase sempre que viajamos o fazemos de uma forma independente, marcando nós vôos e hóteis, desta vez e tendo em conta a especificidade do destino, optamos por um operador. De uma forma geral, nada a apontar, tudo correu dentro dos previstos. Nota apenas, para os elevados preços desta empresa no que a excursões fora do hotel diz respeito. Logo no primeiro dia, marcam uma reunião com o pessoal, a pretexto de informações úteis e no meio vão vendendo as suas viagens, a preços verdadeiramente exorbitantes. Conseguimos viagens na concorrência, a menos de metade do preço. Dá que pensar....
Transferes - Os transferes Hotel - Aeroporto e vice-versa, foram da responsabilidade da Soltur, nada a apontar, com o guia bastante simpático.

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Porque a Nazaré é muito mais do que ondas gigantes...

A Serenidade do Parque D.Carlos I nas Caldas da Rainha


terça-feira, 3 de julho de 2018

Hotel Real Abadia, Congress & Spa Hotel (Alcobaça)

Normalmente quando vamos para a zona de Alcobaça / Nazaré optamos por ficar no Hotel Your Hotel Spa, com o qual temos estado plenamente satisfeitos. No entanto, desta vez optamos por mudar e diga-se a verdade, em má hora o fizemos.
Optamos pelo Hotel Real Abadia, Congress & Spa Hotel, um hotel sobre uma colina com vista para Alcobaça e que à partida nos ofereceria, os mesmos serviços. No entanto, e apesar de o preço ser até ligeiramente superior, o Hotel nem de perto nem de longe tem o charme e a qualidade do Hotel Your Hotel Spa.
Para além de uma vista interessante, no resto,  o Hotel não deslumbra, com o Spa bastante pequeno, Banho Turco e Sauna de muito reduzidas dimensões, e a piscina interior com a água muito fria. Apesar da simpatia dos funcionários, o Hotel não deixa grande impressão, procurando um contraste , que não funciona,  entre o antigo e o moderno, e com algumas obras a decorrer que nos fizeram piorar ainda mais a nossa impressão do mesmo.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

domingo, 25 de fevereiro de 2018

Lago Montargil & Villas



Aproveitando um fim-de-semana mais folgado, optamos por uma "escapadinha" a Montargil e ao charmoso Hotel Lago Montargil & Villas.
É de facto um Hotel bastante acolhedor e apesar de ser época baixa e com temperaturas não aconselháveis para utilizar os equipamentos exteriores, o Hotel deixou-nos uma imagem bastante positiva, com funcionários bastante prestáveis, sendo que o único reparo que nos ficou foi o facto de a piscina interior ter uma temperatura da água bastante baixa e a não aconselhar ninguém à sua utilização. Fora isso, 5 estrelas, a repetir.
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Restaurante O António (Mora)

Não foi a primeira vez que fomos a Mora. À alguns anos atrás, a curiosidade levou-nos a visitar o tão publicitado, na altura, Fluviário. Mas dessa visita, uma das coisas que mais tínhamos fixado, foi uma maravilhosa Carne à Alentejana que tínhamos comido, em Mora.
Estando por Montargil, a cerca de 20 km de Mora, achamos por bem tentar novamente a nossa sorte pela restauração de Mora. Apesar de tentarmos, já nos lembrávamos onde tínhamos comido na vez anterior, e meio perdidos na ruas pouco iluminadas de Mora, lá acabamos por jantar no Restaurante O António.
Restaurante pequeno, acolhedor, com um funcionário simpático e eficaz. Apesar disso, os preços são claramente exagerados para o que oferecem, não que o comer não tenha qualidade, mas mais pela pouca quantidade servida. Para além do mais, optamos por este, pois na entrada destacavam claramente que tinham a tão desejada Carne Alentejana, o que não se verificavam e a escolha a nível de pratos, não era de grande diversidade.
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Morada:
Restaurante O António
Rua de São Pedro, 51
7490 - Mora

Contacto Telefónico:
266403216

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Ryanair acaba com poder levar duas bagagens na cabine

A nova politica de bagagem de cabine da Ryanair vai entrar em vigor daqui a um mês.

A partir de 15 de janeiro de 2018, apenas os passageiros com «Embarque Prioritário» (incluindo Plus, Flexi Plus e Família Plus) poderão transportar duas peças de bagagem de mão dentro da cabine. Todos os restantes passageiros passarão a poder levar apenas uma peça de bagagem pequena na cabine. A segunda mala (maior) será colocada no porão durante o embarque, de forma gratuita. A nova politica de bagagem da Ryanair também inclui uma redução no preço da bagagem de porão (de 35 para 25 euros) e um aumento no peso permitido (de 15 para 20 quilos). O objetivo é encorajar mais passageiros a reservar bagagem de porão, reduzindo assim o volume de malas de cabine.
«Este processo irá acelerar o embarque e eliminar atrasos nos voos, juntamente com a nossa nova politica de bagagem de porão que oferece aos nossos clientes valores mais baixos de bagagem por um aumento de 33% no peso permitido», afirma Kenny Jacobs, diretor de marketing da Ryanair.
O Embarque Prioritário pode ser adquirido por cinco euros no momento da reserva ou adicionado posteriormente por seis euros, estando disponível até uma hora antes da partida do voo.

in DN

domingo, 3 de dezembro de 2017

Hotel Your Hotel & Spa Alcobaça

Saindo na saída da A8 em Alcobaça/Nazaré e apanhando o caminho para Alcobaça, a cerca de 2 km à direita, existe uma pequena estrada que nos leva ao Hotel Your Hotel & Spa Alcobaça. Na sua origem, este Hotel era umas Termas, e soube modernizar-se e hoje dispõem de um espaço bastante acolhedor, onde o seu SPA é uma das jóias da coroa. Mas todo o Hotel tem um charme único, inserido numa zona bastante bonita e a menos de 10 km quer da Nazaré, quer de Alcobaça. Os acessos também são super fáceis, quer pela A8 ou mesmo pela estrada nacional 1.
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Se quiser saber mais ou fazer marcação deste Hotel, clique Aqui !!
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