domingo, 21 de abril de 2019

Annecy (França) - A Veneza dos Alpes


Depois de um amanhecer com as esplendorosas montanhas de Chamonix como fundo, e a caminho do Aeroporto de Genebra, fizemos um pequeno desvio, e fomos visitar a charmosa cidade de Annecy. O trajecto é super rápido, sempre por auto-estradas, pagamos cerca de 7,50 € de portagens.
Arranjar estacionamento em Annecy, também foi relativamente fácil, basta sair um pouco da zona mais turística e facilmente no meio das zonas residenciais se consegue estacionamento gratuito.
E Annecy é de facto uma cidade bastante encantadora e claramente a merecer uma visita. Rapidamente percebemos porque a apelidam de Veneza dos Alpes. A cidade é rodeada por dois rios, que formam diversos canais. Bem "escondida" entre os Alpes e bem perto das fronteiras com a Suiça e Itália, Annecy é uma pérola pronta a ser descoberta a cada esquina e a cada passo.
Para além do Palais d'Isle, talvez o monumento mais fotogénico da cidade, Annecy é muito mais do que isso. É toda uma zona histórica preenchida com casas pitorescas e a merecerem um olhar cuidado, para além de um majestoso lago (o segundo maior de França), que impressiona pela limpidez das suas águas. 

sábado, 20 de abril de 2019

Hotel La Croix Blanche

Com os preços das estadias na Suiça super inflacionados, e após uma análise detalhada à zona, optamos por passar a nossa segunda noite em Chamonix. Era relativamente perto de Annecy, onde pretendíamos ir, e assim, aproveitávamos e conhecíamos uma das cidades mais charmosas da zona dos Alpes.
Optamos pelo Hotel La Croix Blanche. Não é um Hotel sumptuoso, mas tem o conforto e a localização (bem central), que pretendíamos para a nossa estadia. O preço/qualidade de serviço, satisfez-nos plenamente, e só o elevado custo do pequeno almoço destoou um pouco, mas ali, paga-se não só o serviço, mas também a vista. Para quem tiver interesse, deixamos em baixo o link.
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sexta-feira, 19 de abril de 2019

Hotel Espace Morteau


Depois de um caminho super sinuoso, lá chegamos a Morteau e ao Hotel que tínhamos reservado. O Hotel estava longe de ser luxuoso, mas apenas 10 km da fronteira com a Suiça, e numa cidade bastante acolhedora e calma, pareceu-nos a solução perfeita para conseguirmos poupar uns euros.
E assim foi. Depois de alguma peripécias a fazer o chek-in, com a recepcionista a não falar uma ponta de inglês, mas recorrendo a ajuda de uma outra hóspede, lá se resolveu. E com um extra, bem juntinho ao Hotel, existe uma pizzaria caseira, com umaspizzas maravilhosas e que nos ajudaram a embalar para uma noite de descanso mais que merecida,  depois de um dia em que se tinhamos levantado ás 3 da manhã.

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Morada:
Hotel Espace Morteau
10, Chemin du Breuille
BP 32077
25502 - Morteau
França

Aluguer de Carros: Genebra

Como é hábito para nós, para os três dias em que estivemos pela Suiça e França, voltamos a alugar carro através do site Rentalcars. Desta vez, das propostas que o site nos apresentou, acabamos por optar por um carro através da empresa Dollar, tendo pago cerca de 180 euros, um preço um pouco acima dos últimos alugueres que tínhamos feito (Veneza e Amesterdão).
Chegados a Genebra, à saída do aeroporto, a zona das Rent a Cars fica do lado direito ao fundo, e a Dollar é representada na Suiça pela empresa Hertz. Após nos terem cobrado mais 35 € extra por pretendermos ir à França, a papelada foi rápida e com as burocracias normais, pelo que depois apanhamos um autocarro,  que em cerca de 5 minutos nos deixa no estacionamento, onde estão os carros. No caso da Suiça, onde é necessária uma vinheta para a auto-estrada, o carro já a tinha, pelo que em território Suíço, não pagamos um único euro em portagens.

terça-feira, 2 de abril de 2019

Mercados icónicos de Barcelona travam turistas


Para controlar os números de visitantes, depois de La Boquería e Santa Caterina também o Mercado de Sant Antoni começa a impor restrições a grupos de turistas e a visitas guiadas. E quem incomodar é expulso.
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Que Barcelona vive invadida por turistas, não é novidade – mas vejamos os números: 1,6 milhões de habitantes para 20 milhões de visitantes anuais. A desproporção é tal que o dia-a-dia na cidade condal há muito que deixou de ser comum – incluindo uma simples ida ao mercado. Os mercados de frescos de Barcelona não foram concebidos como ponto turísticos (tal como o Parc Guell, por exemplo, que deixou de ser o parque público que é na realidade para se tornar numa espécie de museu, com limitação e pagamento de entradas), mas há muito que alguns deles caíram em graça e tornaram-se parte do circuito de visitantes que fazem tudo menos comprar.
Em 2015, as autoridades locais deram ouvidos aos comerciantes e começaram por limitar o acesso a dois dos mercados mais emblemáticos, La Boquería (que continua a ser, em plenas Ramblas, o mais visitado) e Santa Caterina; as medidas foram, entretanto, apertadas e agora estendem-se também ao mercado de Sant Antoni, que reabriu há um ano depois de obras de remodelação prolongadas. Há novas agora regras para visitar os três mercados – continua a não ser obrigatório comprar nada, mas é obrigatório não atrapalhar quem faz aqui trabalha e compra.
Esqueçam-se, portanto, visitas a qualquer dos mercados de grupos de 15 ou mais pessoas com guia às sextas-feiras e sábados (até 30 de Outubro, mas com flexibilidade para se impor a proibição se se verificarem situações de aumento imprevisto de visitantes). Em Sant Antoni e na La Boquería, aliás, os seguranças poderão “escoltar até ao exterior” grupos de menos de 15 pessoas que provoquem aglomerações nos corredores e impeçam “a circulação normal” dos clientes nas bancas ou a atenção ao público em “condições adequadas” por parte dos comerciantes, afirmou o responsável autárquico do Turismo, Comércio e Mercado, Agustí Colom, ao jornal La Vanguardia.
E, a exemplo do que já se passava com Santa Caterina, os seguranças também podem agora convidar a saírem dos recintos pessoas que manipulem alimentos para fotografias, que comam ou bebam fora dos espaços destinados a esse efeito ou que tenham atitudes pouco cívicas que afectem o funcionamento normal dos mercados. Esta regra foi, aliás, alargada aos outros mercados a pedido dos próprios comerciantes, que perceberam como funciona de forma dissuasora e torna mais fácil a convivência.
E é mais um pequeno passo para evitar o que no livro Odio Barcelona, de 2008, uma série de escritores (nascidos ou estabelecidos em Barcelona) chamava de “colapso turístico” de uma cidade que soube vender bem os seus encantos ao mundo e com isso se transformou em pesadelo para os que nela vivem.

Andreia Marques Pereira - Jornal Público

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Guiness Storehouse

Não fizemos grandes planos para a nossa viagem a Dublin. O tempo era bastante escasso, pelo que nos deixamos ir no decorrer dos acontecimentos. No entanto, lá no fundo, a visita ao Museu da Guiness era uma das possibilidades que tínhamos para estes dias e em boa hora o fizemos. 
Da zona onde estávamos, perto da Catedral de St Patrick, facilmente se chega a pé à Fábrica da Guiness. Ao chegarmos, deparamos-nos com uma fila enorme, mas ao contrário do que possamos pensar, em poucos minutos estamos no hall para comprar os bilhetes. Se tivéssemos optado por comprar on-line, o preço era ligeiramente inferior e o acesso à Fábrica, mais rápido. Aconselhamos a quem pense visitar, a fazê-lo.
Depois de alguns minutos, estávamos no interior da Fábrica/Museu e a partir daqui, não paramos de nos surpreender. Depois de uma primeira fase, em que podemos ver a evolução da fábrica e da forma como a cerveja era feira, passa-se para uma fase de bares, onde se dá lugar à experimentação das várias cervejas da marca Guinesse, sempre ao som de boa música e excelente ambiente. Depois de um enorme bar, com excelente animação de uma DJ, e onde hora a hora, existe uma cerveja nova para provar, segue-se um bar com uma banda típica de música irlandesa e para finalizar, no topo, mais um bar, desta vez com uma vista a 360º sobra a cidade. Adoramos tudo.

sábado, 22 de setembro de 2018

Parque de Campismo de Valbom


Quando vamos para a zona de Sesimbra, o que fazemos normalmente uma vez por ano, temos o hábito de pernoitar no Parque de Campismo de Valbom, na Charneca da Cotovia, a poucos kms de Sesimbra.
Optamos pela estadia em Bungalows, sendo que o preço/qualidade fica bem em conta. O Parque está situado numa zona bastante calma e dispõem de bastantes sombras e muita acalmia. Para além disso, tem uma excelente piscina, que faz a delícia dos miúdos. Nos bungalows, temos direito a pequeno almoço incluído, que é tomado no café do campismo, e é uma coisa que este ano melhorou muito em relação aos anos anteriores.

Sesimbra numa manhã de nevoeiro


quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Ryanair passa a cobrar pela bagagem de mão

A partir de novembro, a companhia aérea de baixo custo Ryanair vai passar a cobrar entre seis e dez euros por um serviço que até agora era gratuito: transporte de bagagem de mão com peso até dez quilos.

Segundo a agência Reuters, os passageiros apenas poderão levar uma pequena bolsa a bordo, que será colocada debaixo do banco da frente. Para levar uma mala com peso até dez quilos, os passageiros podem optar por colocá-la num armário a bordo, pagando entre seis e oito euros; ou, a troco de oito a dez euros, no porão. A Ryanair justifica a mudança com os atrasos causados pela bagagem de mão.

terça-feira, 21 de agosto de 2018

Escapadinha de Páscoa pela Holanda e Bélgica


Aproveitando os dias de descanso na altura da Páscoa, e tendo encontrado um preço "engraçado" pela TAP, achamos ser chegada a hora de regressarmos a Amesterdão, uma das cidades que nos deixara uma excelente impressão na primeira vez que visitamos a cidade.
Não sendo a primeira vez em Amesterdão e tendo já na anterior visita visitado os sítios mais emblemáticos, desta vez optamos por juntar a Amesterdão, Zaanse Schans, Roterdão, Gent, Bruges e Antuérpia.
Assim no primeiro dia completo na cidade, optamos por usufruir da mesma. Modo relax, usando e abusando das muitas esplanadas e da boa cerveja. Tempo também para um passeio de bicicleta pelo sempre apetecível Vondelpark e pela zona dos museus. É impossível ficar indiferente à boa onda da cidade, e quem não imaginou já trabalhar ali?
Depois de uma noite mal passada, pelo facto de não termos acertado com o Hotel e a localização do mesmo, fomos levantar o carro que tínhamos alugado e rumamos a Zaanse Schans. A partir de Amesterdão, Zaanse Schans fica apenas a cerca de 20km, num trajecto sem qualquer portagem. De entrada gratuita, Zaanse Schans é um espaço que tenta recriar uma antiga cidade holandesa, com os seus diversos ofícios e a natural imponência dos seus moinhos. Um lugar a visitar.
De seguida e a caminho de Roterdão, optamos por fazer um pequenos desvio e tentar visitar Keukenhof, a verdadeira meca das Tulipas. Mas tal como imaginamos, para quem vai com tempo contado, Keukenhof não é o local indicado. A custo e com muito trânsito, conseguimos chegar junto às imediações do espaço, mas optamos por não entrar, pois dava para imaginar que nunca iríamos conseguir ter uma visita rápida e isso iria por em causa todos os nossos planos de visitas. Optamos por seguir rumo a Roterdão. Rápido e novamente sem pagarmos um cêntimo de portagens, chegamos rapidamente a Roterdão, uma cidade que se desenvolveu à sombra do seu porto, desde à séculos um dos mais importantes de Europa. Roterdão é uma cidade charmosa, onde contrasta um antigo com o moderno. Tivemos oportunidade de conhecer a zona junto ao porto, e a zona centra, onde as suas casas cúbicas, despertam a curiosidade dos muitos visitantes. Também junto a esta zona e no edifício belíssimo, existe um mercado com muita oferta gastronómica capaz de deixar qualquer um de boca aberta.
Mas o nosso dia, tinha ainda uma outra visita programada, pelo que era hora de nos colocarmos à estrada. Entramos na Bélgica e Gent foi o nosso destino. Poucas vezes falada em comparação com a sua vizinha Bruges (onde também iremos), Gent surpreendeu-nos bastante. O Centro Histórico é uma verdadeira relíquia, super acolhedor e que certamente merecerá um regresso um dia destes.
Com a visita a Bruges agendada para o dia seguinte, optamos por ir para o nosso alojamento, de forma a prepararmos o dia seguinte. Optamos por Jabbeke, uma pequena vila perto de Bruges e onde conseguimos um preço mais engraçado e com outras mordomias que certamente não conseguiríamos em Bruges.
O dia seguinte acordou com temperaturas desagradáveis e a ameaçar chuva. Tememos que nos viesse a prejudicar na visita a Bruges e tal veio infelizmente a concretizar-se. Após pouco tempo em Bruges, e tendo apenas oportunidade de visitar algumas zonas centrais, levantou-se uma enorme tempestade, muito vento e chuva e a visita tornou-se completamente inviável, pelo que optamos por regressar à Holanda, tentando fazer ainda uma estratégica passagem por Antuérpia. Assim foi, com algumas melhorias no tempo, conseguimos fazer uma visita relâmpago a Antuérpia, mas no meio de alguns percalços dignos de quem viaja com crianças, acabamos por seguir para a Holanda, de forma a entregarmos o carro e rumarmos a Portugal. 

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Links que lhe podem ser úteis:

Tomar à boleia do Festival Bons Sons

Aproveitando a boleia do Festival Bons Sons 2018, e com estadia no Hotel Templários, demos um saltinho a Tomar e tentamos disfrutar do melhor que a cidade à beira do Nabão nos tem para oferecer.

Hotel Restaurante Old Bridge (Amesterdão)

Quem já pesquisou sobre Amesterdão, certamente, tal como nós, teve oportunidade de ver que é uma cidade a nível de alojamento cara. A par disso, chegávamos a cidade bastante tarde, pelo que optamos por um alojamento o mais perto possível da Central Station.
Depois de algumas buscas, optamos pelo Hotel Restaurante Old Bridge. No entanto, apesar da simpatia dos funcionários, o Hotel é muito pouco acolhedor, com umas escadas infernais, principalmente para que se deliciou ao longo do dia com a bela cerveja holandesa. Além disso, devido à sua localização, durante toda à noite existe muito barulho e conseguir dormir ali é quase um milagre. Não aconselhamos.

Holidaypark Klein Strand, Jabbeke, Bruges (Bélgica)

Com os preços para Bruges altamente inflacionados e tendo nós carro, optamos por nos alojar em Jabbeke, uma pequena vila a cerca de 7 kms de Bruges. Escolhemos o Holydaypark Klein Strand, que no fundo é um parque de campismo que aluga Bungalows. 
Nada a apontar, os Bungalows são recentes, limpos e oferecem tudo o que possamos precisar, com a vantagem de ficarmos com o carros mesmo à entrada da nossa dormida. Pelo que conforto que tivemos, pelo preço mais baixo que pagamos, não nos arrependemos da escolha, com o extra ainda deste Parque ter um Restaurante Chinês fantástico e onde comemos da melhor comida chinesa que já tivemos oportunidade de saborear.

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Breves dicas acerca do Hotel Grand Bahia Principe Punta Cana e da República Dominica

Algas - Não tivemos sorte nesse aspecto. Apesar de todos os esforços dos resistentes funcionários do hotel, nos dias em que tivemos em Punta Cana, as algas em grande número foram sempre uma presença e tornavam pouco apetecidos os banhos na praia. Do que vimos depois, nas viagens que fizemos pela ilha, Samaná e Bayaibe não estavam tão afectados por esta autêntica praga, que a continuar assim, vai certamente no futuro afastar muita gente das praias de Punta Cana.
Animação - Bons espectáculos de animação, apenas com o senão de nessa zona haver uma grande quantidade de insectos e o mais normal é sair-se de lá completamente picado. Pode ter sido azar o nosso, mas nos dias que estivemos lá, fomos autênticos banquetes para insectos.
Bebidas - Boa cerveja. Bebidas nacionais também de boa qualidade.
Capitão Gringo - Que bela surpresa. Depois de vermos os preços apresentados pela Soltur para a Ilha Saona, depressa contactamos a empresa Capitão Gringo pelo Facebook e marcamos por esta empresa. Com o preço a ser menos de metade, e apesar de todo o feed-back que já tínhamos, ficou alguma desconfiança, mas que rapidamente foi ultrapassada. Pessoal todo 5 estrelas, animação constante e muito, muito Rum. Recomendamos a todos.
Cayo Levantado - Bela surpresa. No pacote da ida a Samaná, estava também a ida a este Cayo. Apesar de grande parte ser ocupado por um Resort, o que sobra tem paisagens fantásticas e que em beleza chega mesmo a rivalizar com a Ilha Saona. Recomendamos, além de que aí tivemos oportunidade de beber um pinacolada simplesmente divinal.
Dimensões - Muitas vezes o enorme tamanho deste Hotel deixa muitas pessoas de pé atrás, mas na verdade isso acaba por nem ser um problema. Lá dentro, o hotel dispõem de um excelente circuito interno de transportes e em 5 minutos praticamente estamos onde queremos.
Dominicanos - Povo que nos surpreendeu pela positiva. Exageradamente religiosos  de uma forma geral, mas sempre educados e sem nunca porem em causa a nossa segurança e boa disposição. Bastante comunicativos e interessados.
Excursões - Das muitas excursões que podíamos fazer na Ilha, optamos pelas idas a Samaná e Ilha Saona. Não se arrependemos, ambas nos proporcionaram excelentes momentos. A ida a Samaná é mais cansativa. Autocarro, barco e novamente autocarro. Mas se é difícil lá chegar a partir de Punta Cana, a sua beleza não deixa ninguém indiferente e logo se esquece o tempo que demorou a chegar lá. Quanto à Saona, é de facto um lugar bonito, de acesso relativamente fácil e feita pelo Capitão Gringo, certamente animação não faltará.
Funcionários - Todos 5 estrelas. E não é daquelas simpatias a fazer-se à gorjeta. Não, são pessoas de facto de uma humildade e simpatias contagiantes.
Ilha Saona - Vale sem dúvida a visita. Praias bastante bonitas, curiosamente sem pessoas em excesso e com excelentes lugares para quem gosta de fazer mergulho. 
Internet - No Hotel apenas na zona do Hall existe Internet grátis. Fora dessa zona, a Internet é paga, pelo que não é de estranhar que muito pessoal se amontoe na zona do hall, na procura das novidades diárias.-
Orbest - Viagem tranquila, tripulação competente. Apenas uma breve ressalva, para viagens tão longas, talvez fosse simpático os aviões terem écrans individuais. 
Praia Rincón - Não foi fácil chegar lá, mas valeu bem a pena. Uma hora e meia de autocarro, uma hora de barco e mais uma de autocarro todo terreno. É um paraíso e o seu difícil acesso, talvez seja o segredo para manter aquela pureza e virgindade tão adorável.
Restaurantes - Apesar do hotel ser enorme, os muitos restaurantes espalhados pelo gigante resort, faziam com que não existissem grandes esperas. Funcionários, todos sem excepção, super simpáticos, comida boa e variada, nada a apontar.
Restaurantes Temáticos - Com muito pouca qualidade. Tivemos em três restaurantes temáticos, o de comida nacional dominicana, o mexicano e o de peixe. Apesar da simpatia dos funcionários, nenhum deles nos deixou saudades. 
Samaná - Na excursão que fizemos a Samaná, a impressão que ficamos foi Top e certamente nos ficou alguma mágoa, por não termos optado por este destino em detrimento de Punta Cana. Muito verde, praias fantásticas e sem algas, e um povo super simpático.
Segurança - Sentimos em todos os locais que visitamos fora do hotel, sempre a máxima segurança. Os dominicanos são de facto um pouco simpático e não se tornam chatos por serem demasiado insistentes para vender. São simpatia pura.
Soltur - Se quase sempre que viajamos o fazemos de uma forma independente, marcando nós vôos e hóteis, desta vez e tendo em conta a especificidade do destino, optamos por um operador. De uma forma geral, nada a apontar, tudo correu dentro dos previstos. Nota apenas, para os elevados preços desta empresa no que a excursões fora do hotel diz respeito. Logo no primeiro dia, marcam uma reunião com o pessoal, a pretexto de informações úteis e no meio vão vendendo as suas viagens, a preços verdadeiramente exorbitantes. Conseguimos viagens na concorrência, a menos de metade do preço. Dá que pensar....
Transferes - Os transferes Hotel - Aeroporto e vice-versa, foram da responsabilidade da Soltur, nada a apontar, com o guia bastante simpático.

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Porque a Nazaré é muito mais do que ondas gigantes...

A Serenidade do Parque D.Carlos I nas Caldas da Rainha


terça-feira, 3 de julho de 2018

Hotel Real Abadia, Congress & Spa Hotel (Alcobaça)

Normalmente quando vamos para a zona de Alcobaça / Nazaré optamos por ficar no Hotel Your Hotel Spa, com o qual temos estado plenamente satisfeitos. No entanto, desta vez optamos por mudar e diga-se a verdade, em má hora o fizemos.
Optamos pelo Hotel Real Abadia, Congress & Spa Hotel, um hotel sobre uma colina com vista para Alcobaça e que à partida nos ofereceria, os mesmos serviços. No entanto, e apesar de o preço ser até ligeiramente superior, o Hotel nem de perto nem de longe tem o charme e a qualidade do Hotel Your Hotel Spa.
Para além de uma vista interessante, no resto,  o Hotel não deslumbra, com o Spa bastante pequeno, Banho Turco e Sauna de muito reduzidas dimensões, e a piscina interior com a água muito fria. Apesar da simpatia dos funcionários, o Hotel não deixa grande impressão, procurando um contraste , que não funciona,  entre o antigo e o moderno, e com algumas obras a decorrer que nos fizeram piorar ainda mais a nossa impressão do mesmo.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

domingo, 25 de fevereiro de 2018

Lago Montargil & Villas



Aproveitando um fim-de-semana mais folgado, optamos por uma "escapadinha" a Montargil e ao charmoso Hotel Lago Montargil & Villas.
É de facto um Hotel bastante acolhedor e apesar de ser época baixa e com temperaturas não aconselháveis para utilizar os equipamentos exteriores, o Hotel deixou-nos uma imagem bastante positiva, com funcionários bastante prestáveis, sendo que o único reparo que nos ficou foi o facto de a piscina interior ter uma temperatura da água bastante baixa e a não aconselhar ninguém à sua utilização. Fora isso, 5 estrelas, a repetir.
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Restaurante O António (Mora)

Não foi a primeira vez que fomos a Mora. À alguns anos atrás, a curiosidade levou-nos a visitar o tão publicitado, na altura, Fluviário. Mas dessa visita, uma das coisas que mais tínhamos fixado, foi uma maravilhosa Carne à Alentejana que tínhamos comido, em Mora.
Estando por Montargil, a cerca de 20 km de Mora, achamos por bem tentar novamente a nossa sorte pela restauração de Mora. Apesar de tentarmos, já nos lembrávamos onde tínhamos comido na vez anterior, e meio perdidos na ruas pouco iluminadas de Mora, lá acabamos por jantar no Restaurante O António.
Restaurante pequeno, acolhedor, com um funcionário simpático e eficaz. Apesar disso, os preços são claramente exagerados para o que oferecem, não que o comer não tenha qualidade, mas mais pela pouca quantidade servida. Para além do mais, optamos por este, pois na entrada destacavam claramente que tinham a tão desejada Carne Alentejana, o que não se verificavam e a escolha a nível de pratos, não era de grande diversidade.
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Morada:
Restaurante O António
Rua de São Pedro, 51
7490 - Mora

Contacto Telefónico:
266403216

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Ryanair acaba com poder levar duas bagagens na cabine

A nova politica de bagagem de cabine da Ryanair vai entrar em vigor daqui a um mês.

A partir de 15 de janeiro de 2018, apenas os passageiros com «Embarque Prioritário» (incluindo Plus, Flexi Plus e Família Plus) poderão transportar duas peças de bagagem de mão dentro da cabine. Todos os restantes passageiros passarão a poder levar apenas uma peça de bagagem pequena na cabine. A segunda mala (maior) será colocada no porão durante o embarque, de forma gratuita. A nova politica de bagagem da Ryanair também inclui uma redução no preço da bagagem de porão (de 35 para 25 euros) e um aumento no peso permitido (de 15 para 20 quilos). O objetivo é encorajar mais passageiros a reservar bagagem de porão, reduzindo assim o volume de malas de cabine.
«Este processo irá acelerar o embarque e eliminar atrasos nos voos, juntamente com a nossa nova politica de bagagem de porão que oferece aos nossos clientes valores mais baixos de bagagem por um aumento de 33% no peso permitido», afirma Kenny Jacobs, diretor de marketing da Ryanair.
O Embarque Prioritário pode ser adquirido por cinco euros no momento da reserva ou adicionado posteriormente por seis euros, estando disponível até uma hora antes da partida do voo.

in DN

domingo, 3 de dezembro de 2017

Hotel Your Hotel & Spa Alcobaça

Saindo na saída da A8 em Alcobaça/Nazaré e apanhando o caminho para Alcobaça, a cerca de 2 km à direita, existe uma pequena estrada que nos leva ao Hotel Your Hotel & Spa Alcobaça. Na sua origem, este Hotel era umas Termas, e soube modernizar-se e hoje dispõem de um espaço bastante acolhedor, onde o seu SPA é uma das jóias da coroa. Mas todo o Hotel tem um charme único, inserido numa zona bastante bonita e a menos de 10 km quer da Nazaré, quer de Alcobaça. Os acessos também são super fáceis, quer pela A8 ou mesmo pela estrada nacional 1.
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Se quiser saber mais ou fazer marcação deste Hotel, clique Aqui !!

domingo, 12 de novembro de 2017

A magia de Sintra

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Azenhas do Mar - Colares (Sintra)

Depois de um dia passado na bucólica vila de Sintra, nada como acabar o dia e ver o por do sol, na Praia das Azenhas do Mar, que fica somente a 10 km de Sintra. 
A praia das Azenhas do Mar fica localizada na povoação de Azenhas do Mar, na freguesia de Colares, concelho de Sintra.
A praia, com um areal que não deve ultrapassar os 30 metros, é especialmente visitada por turistas. Adicionalmente, a zona balnear conta ainda com piscinas naturais de água salgada. O complexo balnear está emoldurado por bonitas piscinas naturais escavadas na rocha, capazes de proporcionar bons momentos de lazer aos visitantes.
No topo da praia visite o miradouro das Azenhas do Mar, construído sobre arribas que descem até ao Oceano. Imperdível!
As piscinas oceânicas das Azenhas do Mar são um dos principais pontos de interesse do complexo balnear. Estão emolduradas pelas rochas e oferecem uma maravilhosa vista para o mar, tendo recentemente sido alvo de uma intervenção de reabilitação.
A obra realizada assentou na reconstrução do muro quebra-mar e alargamento do seu perfil, na recuperação das escadas de acesso ao interior da piscina de mar e à praia, na colocação de guarda de protecção em madeira na zona de esplanada, contígua à piscina.
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