quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Rosegg - Áustria

Estando em Bled e com tempo disponível, não perdemos a oportunidade para dar um pulinho à Áustria, que estava a pouco mais de 40 km, e assim "picarmos" mais um país. Já tínhamos estado na Áustria, em 2010, numa altura em que fizemos um circuito pela Europa Central e fomos de Bratislava para Viena, mas na altura apenas tínhamos estado na capital.
Desta vez vimos uma Áustria bem diferente, bem mais verde e convidativa, uma Áustria que mostra todo o esplendor de beleza em redor dos Alpes Julianos. Estivemos na zona de Rosegg. Apesar do curto espaço de tempo que tivemos no país, deu para ter uma ideia de uma Áustria mais verde e melancólica, em relação ao que conhecíamos até então, apenas Viena.

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Ryanair adia mudança de regras sobre bagagem de mão para janeiro


Política que previa a colocação de volume de bagagem maior no porão tinha sido anunciada em setembro e prometia ser concretizada em novembro. Ryanair atira aplicação para janeiro.

Relaxe, ainda não é este ano que só vai poder levar uma mala pequena na cabine dos aviões da Ryanair. A transportadora aérea irlandesa acaba de anunciar oadiamento da entrada em vigor das novas regras que previam a colocação (gratuita) no porão dos volumes de bagagem maiores de todos os passageiros, no momento do embarque.
A nova política tinha sido divulgada em setembro e prometia ser aplicada já no primeiro dia de novembro. “Vamos adiar a introdução das novas regras de bagagem de cabine até 15 de janeiro de 2018, para permitir aos clientes mais tempo para se familiarizarem com as mudanças“, explicou Kenny Jacobs, diretor de marketing da companhia, segundo o The Guardian.
De acordo com as alterações atiradas agora para janeiro, os passageiros que quisessem levar um volume maior (além da bolsa pessoal ou mochila) teriam de pagar pelo embarque prioritário. A decisão tinha sido tomada na sequência do aumento dos atrasos causados pela falta de espaço nas cabines para acomodar todas as malas trazidas pelos passageiros. Os críticos interpretaram, na altura, a mudança como um truque para aumentar o número de pessoas que escolhem o serviço extra em causa.
O anúncio desta terça-feira acontece num momento de tormenta para a Ryanair, com mais de 20 mil voos cancelados (na sequência de uma falha no planeamento das férias do pessoal) e com os pilotos da base londrina de Stansted a exigir o dobro do salário.

Holiday Home Pri Kamnu - Liubliana

O Holiday Home Pri Kamnu não foi a nossa primeira escolha em Liubliana. Numa primeira fase, tinhamos optado por um hotel em zona central da cidade, mas após uma análise posterior e uma vez que íamos ter necessidade com carro alugado, não haveria necessidade de estarmos no centro. Em boa hora o fizemos.
Optamos por uma estadia nos arredores. A única coisa menos positiva, é mesmo alguma dificuldade em conseguir chegar lá. Não é longe do centro, talvez a cerca de 5 km, mas a zona é algo confusa e o nosso GPS não estava a conseguir solução :).
Mas lá chegamos e valeu bem a pena. A acomodação é no fundo duas casas em madeira, num quintal. Mas o espaço é super confortável, a vista paras montanhas maravilhosa e o dono de uma simpatia e atenção maravilhosas. Não podíamos pedir mais, super tranquilo o sítio e as casas fantásticas. Para quem vá de transporte próprio para Liubliana, super recomendamos.
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Eslovénia: Liubliana + Lago Bled

A viagem para a Eslovénia surgiu no meio de umas férias em mais alguns países europeus, pelo que por uma questão de logística, aterramos no aeroporto de Veneza, vindos de Budapeste. Com carro já previamente alugado a partir do site Rentalcars, o processo para levantamento do carro foi relativamente rápido e pouco burocrático. De saída de Veneza, apanhamos a auto-estrada E70, rumo a Trieste, e alguns kms antes de chegar a Trieste, a estrada tem uma saída para a A1, já em território Esloveno. O caminho é tranquilo e a viagem de cerca de 250 km faz-se bastante bem.
Chegamos a Liubliana um pouco antes de anoitecer, e com pressa em desfrutar da cidade, e antes mesmo de irmos ao hotel, fomos directamente para o centro da cidade. A cidade é bastante pequena, tendo em conta que é uma capital de um país, mas isso torna-a ainda mais bonita e acolhedora. Optamos por ir ao Castelo e aproveitar o por do sol, para ter uma vista magnífica sobre a cidade e as montanhas que a circundam. A cidade é de facto bastante bonita, e após uma visita completa ao castelo, voltamos a descer para o centro, e aconselhamos-nos num ponto turístico ai existente, de hipóteses para podermos jantar, antes de seguirmos para o hotel. Acabamos no Gostilna Sokol, um restaurante bastante acolhedor e com uma magnífica sopa de cogumelos, servida dentro de pão. Excelente mesmo.
Com um preço qualidade a ter em conta, voltaríamos a repetir. Uma vez termos carro, optamos por ficar numa acomodação não central, optamos pelo Holiday Home Pri Kamnu, a cerca de 5 km do centro. Fomos recebidos pelo proprietário, uma pessoa bastante simpática e desde logo ficamos maravilhados com o espaço, uma pequena casa em madeira, com uma excelente vista para as montanhas.

No dia seguinte, bem cedo apanhamos a A2 rumo a Bled, que fica a cerca de 55 km, e em pouco tempo estávamos em Bled, com o seu lago mágico. É de facto um lugar místico, tranquilo. Acabamos por ter algum azar no dia, pois ia-se disputar naqueles dias um campeonato mundial de remo, de veteranos e a cidade estava algo caótica, com poucas zonas para estacionar e muita confusão. Acreditamos que num dia normal, a cidade ainda deve ser mais acolhedora. Ainda assim, deu para usufruir do espaço acolhedor à volta do lago, subimos à zona do castelo, que tem umas vistas de encher o olho. Bled é de facto daquelas coisas a visitar uma vez na vida.
Com tempo disponível e com a Áustria ali a um pulinho, não perdemos a oportunidade para "picar" mais um país e apreciar essa obra gigantesca de engenharia que é o túnel Predor Karavanke, o túnel que une os dois países e tem 7864 metros de comprimento. Na Áustria, oportunidade para apreciar a beleza indescritível e o verde das montanhas em redor dos alpes julianos. Verde a perder de vista.
Como o tempo era escasso, acabamos por regressar a Liubliana, ainda a tempo de poder usufruir da cidade. É de facto uma cidade encantadora. Visitamos o enorme jardim do Tivoli, um espaço que os locais aproveitam para passear e fazer desporto na enorme mancha verde mesmo na zona central da cidade.

Depois, oportunidade para conhecer melhor a zona em redor do Rio Lublianica e poder usufruir das suas fantásticas esplanadas e da bela cerveja local. As margens do rio são muito procuradas e ali se reúne a população, que aproveita os dias mais solarengos. 
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Dicas úteis:
- Não se esqueçam que para viajar nas autoestradas na Eslovénia, é preciso comprar uma vinheta. Na Eslovénia não existem portagens, compra-se a vinheta antecipadamente pelo período desejado, afixa-se no vidro da frente do carro e já está. Quando se entra na Eslovénia por via terrestre, logo nos primeiros kms, existem pontos de venda. Não se esqueçam, pois a multa é bastante alta.
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Sites Úteis: 

terça-feira, 3 de outubro de 2017

domingo, 1 de outubro de 2017

Preço das Viagens: Lisboa - Dublin e Dublin - Lisboa

* Lisboa - Dublin e Dublin - Lisboa
- Comprada no Site da Edreams, com pagamento em multibanco
- Comprada em Outubro de 2017, para Outubro de 2018
- Preço 105,72 €

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Hotel Ibis Budget Paris Porte De Montmartre

Depois de uns dias na Eurodisney, e com mais uma noite em Paris, pretendíamos acima de tudo um Hotel económico e junto a uma estação de metro. Não tínhamos grandes requisitos além disso, pelo que após uma pequena busca no Booking, acabamos por optar pelo Hotel Ibis Budget Paris Porte de Montmartre, que ficava junto estação de Metro Porta de Saint-Ouen.
Pelo que pagamos, não esperávamos nada mais do que um sítio para dormir e um banho quente. E na verdade, pouco mais foi que isso. O quarto era bastante pequeno, e o hotel um autêntico dormitório. Não aconselhamos.
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Transportes Públicos em Paris

À semelhança de outras grandes cidades europeias, em Paris os transportes públicos funcionam e facilmente de uma maneira intuitiva, qualquer pessoa se consegue deslocar na cidade. A rede de metro cobre uma área bastante vasta, sendo secundada para as zonas mais exteriores pelo RER, o comboio sub-urbano.
Em cima deixamos o mapa com as várias linhas de Metro e RER. Chegando a Paris em qualquer um dos dois aeroportos, basta pegar na linha azul do RER (B) e num âpice está no centro da cidade. se chegar por Orly, terá uma pequena navete, bastante engraçada, que o levará à estação de Anthony, onde apanha a linha de RER. Mais fácil, é difícil.

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

A vinheta para poder conduzir nas autoestradas eslovenas

Uma das dúvidas que mais pessoas têm e que nós também tivemos em relação à Eslovénia, tem a ver com a questão das vinhetas para as autoestradas. Vamos lá então desmontar este fantasma. A vinheta torna todo o processo mais simples e as viagens ficam mais baratas. Apenas têm que, quando entram na Eslovénia, normalmente por autoestradas vindos de outros países, encostar na primeira área de serviço que encontrarem e comodamente adquirir a vinheta. O processo é super simples. A vinheta pode ser adquirida pelo prazo que pretenderem, sendo que o mínimo é uma semana. Os preços não são altos e basta apenas uma ou duas viagens para já estarmos a ganhar dinheiro, em relação ao que aconteceria por exemplo nas nossas autoestradas. Agora não arrisquem andar sem vinheta, que as multas são a doer.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Explorers Hotel - Eurodisney

Positivo:
- A proximidade com os parques e um tranfer grátis e rápido;
- A piscina interior, é uma autêntica delícia para os miúdos e em dias de chuva como o que nós apanhamos, é uma alternativa à Disney;
- O hotel tem uma decoração coerente, dentro do mesmo tempo, os exploradores;
- Acesso grátis à internet;
- Empregado da piscina, com ascendência portuguesa, bastante simpático e pronto a ajudar;

Negativo:
- O pequeno almoço pode-se tornar um verdadeiro inferno ás primeiras horas do dia, com centenas de pessoas a correrem de um lado para o outro, na tentativa de se despacharem rápido, para chegarem cedo aos parques. Muita, muita confusão;
- Os quartos, apesar da decoração engraçada, são muito pequenos e com muito pouco espaço para guardar roupa;
- O hotel está longe de tudo. Assim sendo, ás refeições e para quem não está de carro próprio, não existem alternativas à fraca oferta que o hotel dispõem;
- O acesso à piscina não é permitido com calções, apenas com sunga, para a qual tem uma máquina estrategicamente colocada para vender;
- Poucas alternativas para o jantar. Para além do preço exorbitante do buffet, existe um pequeno quiosque a vender pizzas;

Veneza

Veneza foi a nossa cidade de chegada e partida, para boa parte das nossas férias. Alugamos carro no Aeroporto Marco Polo, seguimos para Eslovénia, Áustria e Croácia e acabamos por passar apenas uma tarde em Veneza. 
Assim sendo, não tínhamos feito grandes pesquisas sobre a cidade e nem íamos com grandes expectativas. Com o tempo limitado para entregar o carro e apanhar o avião para Paris, íamos com a ideia de tentar ter uma noção global da cidade, para quem sabe numa próxima visita ir logo a zonas mais específicas.
Não foi de estranhar que tenhamos logo cometido um erro básico. No nosso Fiat Panda alugado, fomos em direcção à Península de Veneza, longe de imaginarmos que conseguir estacionamento ali, é quase um milagre. Chegados a Veneza, e sob um enorme aparato militar, rapidamente vimos que não conseguiríamos estacionar ali, pelo que voltamos para trás o mais rápido possível de forma a reparar o erro e não perder mais tempo. Fizemos o caminho de retorno e bem juntinho à estação ferroviária de Mestre, encontramos um parque de estacionamento, com o autocarro directo para Veneza a sair mesmo à porta. Super fácil e rápido e em pouco mais de 10 minutos, estávamos de novo em Veneza.
Na Praça de Roma, no meio da azáfama de milhares turistas, facilmente se acha a bilheteira e em pouco tempo se está dentro de um vaporetto, que no fundo são os autocarros que permitem a locomoção nesta cidade. Com as gôndolas e os táxis aquáticos a preços proibitivos, o vaporetto é uma alternativa válida. Existem vários percursos, sendo que o trajecto que passa no grande canal, é o mais procurado e foi nesse mesmo que fomos. O preço da viagem é 7,5 euros, sendo certamente um dos transportes públicos mais caros do mundo. Para quem pense fazer mais que uma viagem, ver a tabela de preços, porque à alternativas que compensam mais.
Da Praça de Roma, o vaporetto vai fazendo diversas paragens, seguindo pelo grande canal. Em pouco tempo chegamos à majestosa Praça de São Marcos e são poucas as palavras que possam fazer jus à grandeza desta praça. Se até ali, a visita a Veneza não parara de surpreender, a Praça de São Marcos é algo que preenche qualquer céptico, e apesar da multidão, é algo que não se esquece. Já Napoleão afirmava que este era o "mais elegante salão de visitas da Europa" e se não é, estará lá muito perto. Para além do deslumbramento pelos majestosos edifícios da Praça, daqui tem-se uma vista previligiada para os canais e suas ilhas.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Rijeka - Croácia

De partida de Liubliana para Veneza,  para entregar o carro e apanhar voo para Paris, reparamos que nos sobrava um tempinho e estando tão pertinho da Croácia, nada como aproveitar e dar um saltinho até Rijeka, uma das cidades mais importantes do país.
Para nosso azar, o dia estava péssimo, chuva atrás de chuva e se de Liubliana até Postojna o caminho se fez razoavelmente, seguindo a A1, a partir daqui e até à fronteira com a Croácia, o caminho foi feito por estradas secundárias, contornando montanhas atrás de montanhas e sempre na esperança de uma melhoria do tempo, o que não se veio de todo a verificar.
Mas lá chegámos a Croácia e da fronteira até Rijeka, foi um pulinho. Rijeka é a terceira maior cidade do país, e o porto mais importante de toda a Croácia. É uma cidade que toda ela vive em função do mar e dos transportes marítimos.
Para nosso azar, a nossa chegada a Rijeka coincidiu com o agravar ainda mais das condições atmosféricas, com uma chuva intensa a atingir a cidade e a não nos dar oportunidade praticamente de sair do carro. Tivemos apenas oportunidade de dar uma volta na cidade, fazer uma refeição, e como o tempo não mostrava melhorias acabamos por voltar a Eslovénia, rumo a Veneza.
Pouco ou nada conseguimos ver desta cidade portuária, pelo que à que tratar de voltar aqui numa nova oportunidade.

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